16 de jan de 2016

Uma análise das condições de vida da população brasileira 2015 - IBGE Instituto Brasileira de Geografia e Estatística

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Síntese de Indicadores Sociais 

Uma análise das condições de vida da população brasileira 2015
Esta publicação reúne múltiplas informações sobre a ampla realidade social brasileira, acompanhadas de comentários que destacam, em cada uma das dimensões temáticas de análise, algumas das principais características observadas nos diferentes estratos populacionais.
Os temas selecionados – Aspectos demográficos, Grupos sociodemográficos, Educação, Trabalho, Distribuição de renda e Domicílios – estão articulados em torno do eixo das desigualdades sociais, que leva em consideração as dimensões espaço e tempo em seu tratamento. Os indicadores estão ilustrados em tabelas e gráficos, para Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação, e, em casos selecionados, também para Regiões Metropolitanas. A principal fonte de informações da Síntese de Indicadores Sociais provém da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD 2014. Além disso, também utiliza informações do Censo Demográfico 2010, da Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade 2013, da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar - PeNSE 2012 e da Pesquisa Nacional de Saúde 2013, realizados pelo IBGE, e estatísticas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP. A publicação apresenta ainda um glossário com os termos e conceitos considerados relevantes para a compreensão dos resultados.
A sistematização desses indicadores atende a recomendações internacionais e contribui para a compreensão das modificações nos perfis demográfico, social e econômico da população, possibilitando, assim, o monitoramento de políticas sociais e a disseminação de informações relevantes para toda a sociedade brasileira.


Editor - A importancia dos dados, que lamentavelmente são escondidos da população brasileira, mostram o quanto temos melhorado no tocante a indicadores sociais e primordialmente na edicação. A chamada elite, que se fez no país as custas de 388 anos de escravidão e rapinagem de  terras é favorável a escravidão educacional e de formação profsional, visando manter o status quo de mando.

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