29 de ago de 2016

Exclusivo! A maracutaia cambial por trás do impeachment . Editor - o assalto foi maior que o escandalo na Petrobras. Cadeia neles Lava Jato


Exclusivo! A maracutaia cambial por trás do impeachment

141110a
Recebemos email de um leitor do blog nos alertando para maracutaias cambiais por trás do impeachment.
Ele nos enviou um artigo para denunciar uma mega trapaça de algumas raposas do "mercado" contra o câmbio nacional, e que nos custou, segundo ele, bilhões de reais, milhões de empregos e um golpe de Estado.
Eles nos fornece, à guisa de prefácio para seu texto, algumas informações e links importantes para se entender o que vem em seguida.
Os leitores mais versados em economia, favor analisem a pertinência do texto, para que possamos aprofundar, se for o caso, essa denúncia.
O erro da Dilma foi acreditar que esse pessoal que se diz do mercado busca o melhor para o país.
Saída de Guido Mantega da Fazenda é por razões 'pessoais', explica ...
8 de set de 2014
Dólar cotado a R$ 2,240
Risco país = 200 pontos
Joaquim Levy = Ministro da Fazenda do Brasil Brasil
Período 1 de janeiro de 2015 = R$ 2,69 = risco = 266
até 18 de dezembro de 2015 = R$ 3,96 = risco = 398
Em janeiro de 2016, quase um mês depois de ter deixado o Ministério da Fazenda, Levy é nomeado diretor financeiro do Banco Mundial (BIRD), em Washington.
Levy foi para o Banco Mundial e Tombini para o FMI.
Mercado tem desconfiança de que, dentre outros, o grande beneficiário nas operações de swap foi o JBS. Primeiro porque era um dos maiores detentores confesso de derivativos, Meirelles foi presidente do conselho e depois por uma nota na Carta Capital dizendo que o JBS teria cedido aviões para que os deputados votassem a favor do impedimento em abril.
A ousada política cambial que está rendendo bilhões à JBS

Tem um outro fato extremamente relevante:
A manipulção do dólar x real foi divulgada anteriormente lá fora, mas o Banco Central do Brasil fez meio que não viu, pois até hoje ninguem foi multado ou punido. Então viram caminho livre aqui.
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,cotacao-do-real-sofreu-manipulacao-em-esquema-global,1691803
***
O artigo:
O golpe cambial que custou bilhões de reais e roubou milhões de emprego
Autor: Economista revoltado
Desde a reeleição da presidenta Dilma que aquela famosa frase de Lacerda nunca foi tão bem empenhada: "Não pode ser candidato. Se for, não pode ser eleito. Se eleito, não pode tomar posse. Se tomar posse, não pode governar”.
Os ataques sistêmicos da mídia, a imparcialidade da Lava Jato e as pautas bombas no congresso não eram suficientes, era necessário combater o coração do governo, a política econômica e seus benefícios sociais.
Qual o melhor instrumento para se desestabilizar e desarranjar toda uma economia? O câmbio.
Esta não é uma ilação e sim constatação de fatos e dados públicos que vão estarrecer os leitores privados de algumas informações que são notadamente públicas.
No ultimo domingo em entrevista ao programa de Roberto Cabrini a presidenta Dilma reconheceu que um dos seus principais erros foi acreditar em um programa de ajuste rápido proposto pelos economistas de mercado e por uma nova equipe econômica.
A saída do ministro Guido Mantega foi o passe livre para um ataque a moeda. Quando ele dizia: “quem apostar contra o real iria ter prejuízo” é porque sabia dos instrumentos disponíveis e de uma reserva cambial que impediria qualquer ataque. Com o ministro Nelson Barbosa focado nas negociações para liberar as pautas bombas o Banco Central se sentiu soberano para lidar com o câmbio, ai começa a liberação para o ataque já que o BC não tinha preparo ou não queria conter o atropelo que se seguiu.
A entrada do Ministro Joaquim Levy foi como a abertura da porteira para a boiada passar. O real que já vinha se desvalorizando no comando de Barbosa, foi acentuando a alta frente ao dólar na administração de Levy. Aquilo que alguns economistas sensatos pensavam, como a presidenta Dilma, se tratar de um ajuste principalmente das contas externas, não passou de um ataque coordenado visando desvalorizar acentuadamente a moeda e desorganizar todo arcabouço econômico. O terror estava instalado.
Os apostadores não compravam a moeda, mas iam se alavancando nos derivativos, que requeriam uma menor alocação de capital. Quando se compra a moeda o pagamento é integral pela cotação, nos swaps basta a margem para cobrir os ajustes. Pedalando a cotação, como foi feito, para cima os ajustes sempre seriam positivos, até o Banco Central atingir um prejuízo em operações de swaps de R$ 89,66 bilhões no ano de 2015.
O ataque foi feito da seguinte maneira: aproveitando-se da expectativa de um aumento de juros nos EUA e consequente fuga de dólares para a origem, seguindo as demais moedas emergentes os agentes compravam o swap cambial, elevavam a cotação da moeda no mercado futuro e assim, na arbitragem, esse puxava a cotação do mercado a vista, com o real se desvalorizando as expectativas de inflação subiriam automaticamente, o BC subiria os juros, a percepção de descontrole de contas com aumento dos déficits seria crescente e a lógica se auto alimentava até gerar uma crise total de desconfiança que a mídia, cumprindo seu papel no golpe, tratou de propagar.
Mesmo com mais de US$ 370 bilhões em reservas o Banco Central não vendia dólares, preferia ouvir os arautos do apocalipse que chegavam a sugerir que as reservas não seriam suficientes e que a desvalorização iria levar a moeda a R$ 5 e R$ 6. Estava instalada a “crise cambial” que levaria a inflação as alturas, geraria desconfiança na solvência da dívida e se instalaria o “caos econômico” como a bala de prata do golpe.
Com a disparada do dólar em 2015, o BC registrou prejuízo recorde de R$ 89,66 bilhões com as operações de "swaps cambiais". Foi a maior perda anual da série histórica, que começa, para anos fechados, em 2003. Até então, o maior prejuízo, em todo um ano, havia sido registrado em 2014 (R$ 17,32 bilhões).
Os fatos contradiziam o movimento. Enquanto entre grandes emergentes, só Brasil e Índia não queimaram reservas em 2015 e os demais do grupo como África do Sul, Arábia Saudita, China, Indonésia, México, Rússia e Turquia usaram parte do colchão de dólares, queimando US$ 290,5 bi em apenas sete meses. O argumento era que o Brasil por ter um mercado de derivativos mais desenvolvido que de outros emergentes usava contratos de swap cambial ao invés de vender a moeda. No entanto o fluxo cambial mostrou que não existia saída de dólares e sim entradas, conforme nota do BC dizendo que o ingresso de divisas superou a saída em US$ 9,41 bilhões no ano de 2015.
A combatida venda da moeda com argumento de colocar em risco uma reserva de mais de US$ 370 bi não era por acaso e sim porque qualquer venda não encontraria compradores e faria os preços recuarem rapidamente.
O cenário externo desarmou a bomba programada para ter maior devastação com o FED adiando a subida dos juros nos EUA e os principais bancos centrais reduzindo drasticamente suas taxas para próximo e por vezes abaixo de zero, a pedalada na cotação ficou insustentável por tanto tempo, veio a valorização e o mais grave, o socorro aos apostadores.
Se aproveitando que as atenções do país estavam todas voltadas para a votação do processo de impeachment, quando a cotação se aproximou de R$ 3,50 e passou a gerar prejuízo grande aos apostadores, o Banco Central sorrateiramente realizou uma rodada gigante de venda de contratos de swaps reversos que atingiram o montante de 856.230 contratos. Como cada contrato são US$ 50 mil equivalem a US$ 42,811 bilhões.
A explicação de não comprar moeda e sim realizar swaps reversos é pelo fato de a moeda não resolver o problema do derivativo swap, por necessitar de mais caixa, dinheiro, para travar a aposta e principalmente pelos swaps não terem mercado secundário, e sem liquidez para zerar, só sobrando o mercado de dólar futuro que por ser de pra curto teriam que serem vendidos em quantidades maiores. Com certeza, levaria a cotação rapidamente para baixo dos R$3 e os prejuízos às alturas.
As únicas certezas em tudo isso é que essas operações não foram para hedge, já que hedge é trava que não gera lucro e nem prejuízo e também não foram para remessas.
Conclusão: não foi crise cambial e muito menos ataque ajuste, foi aposta coordenada mesmo e os apostadores quando deveriam, pelas leis de mercado, perder com apostas erradas, foram salvos mais uma vez com o dinheiro público e os responsáveis pela permissão ainda foram promovidos a cargos mais importantes pelos que se usurparam do poder.
Passado todo processo o país não perdeu reservas e a cotação voltou naturalmente para um patamar condizente com o movimento global nas demais moedas. Não foi por acaso que o Real foi a moeda que mais se valorizou no pós-ataque.
É preciso que a sociedade conheça quem foram as instituições que se posicionaram no swap tradicional e quem foram as beneficiadas pelo swap reverso? Foram as mesmas?
Os prejuízos para a economia foram de dezenas de bilhões de reais, geraram o clima de insegurança econômica e política, arrebentaram as contas públicas, quebraram empresas, desalojaram milhões de empregos, aumentaram a inflação empobrecendo as pessoas e ofuscando o sonho de milhões de brasileiros.
Eles não só usurparam do poder e instalaram um programa de governo que não lhes foi concedido nas urnas, mas também assaltaram os cofres públicos em valores maiores que o escândalo da Petrobrás e exterminaram o emprego de milhões de brasileiros.
Essa conta deve ser cobrada.
Quem é que vai pagar por isso?

141110a
Recebemos email de um leitor do blog nos alertando para maracutaias cambiais por trás do impeachment.
Ele nos enviou um artigo para denunciar uma mega trapaça de algumas raposas do "mercado" contra o câmbio nacional, e que nos custou, segundo ele, bilhões de reais, milhões de empregos e um golpe de Estado.
Eles nos fornece, à guisa de prefácio para seu texto, algumas informações e links importantes para se entender o que vem em seguida.
Os leitores mais versados em economia, favor analisem a pertinência do texto, para que possamos aprofundar, se for o caso, essa denúncia.
O erro da Dilma foi acreditar que esse pessoal que se diz do mercado busca o melhor para o país.
Saída de Guido Mantega da Fazenda é por razões 'pessoais', explica ...
8 de set de 2014
Dólar cotado a R$ 2,240
Risco país = 200 pontos
Joaquim Levy = Ministro da Fazenda do Brasil Brasil
Período 1 de janeiro de 2015 = R$ 2,69 = risco = 266
até 18 de dezembro de 2015 = R$ 3,96 = risco = 398
Em janeiro de 2016, quase um mês depois de ter deixado o Ministério da Fazenda, Levy é nomeado diretor financeiro do Banco Mundial (BIRD), em Washington.
Levy foi para o Banco Mundial e Tombini para o FMI.
Mercado tem desconfiança de que, dentre outros, o grande beneficiário nas operações de swap foi o JBS. Primeiro porque era um dos maiores detentores confesso de derivativos, Meirelles foi presidente do conselho e depois por uma nota na Carta Capital dizendo que o JBS teria cedido aviões para que os deputados votassem a favor do impedimento em abril.
A ousada política cambial que está rendendo bilhões à JBS

Tem um outro fato extremamente relevante:
A manipulção do dólar x real foi divulgada anteriormente lá fora, mas o Banco Central do Brasil fez meio que não viu, pois até hoje ninguem foi multado ou punido. Então viram caminho livre aqui.
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,cotacao-do-real-sofreu-manipulacao-em-esquema-global,1691803
***
O artigo:
O golpe cambial que custou bilhões de reais e roubou milhões de emprego
Autor: Economista revoltado
Desde a reeleição da presidenta Dilma que aquela famosa frase de Lacerda nunca foi tão bem empenhada: "Não pode ser candidato. Se for, não pode ser eleito. Se eleito, não pode tomar posse. Se tomar posse, não pode governar”.
Os ataques sistêmicos da mídia, a imparcialidade da Lava Jato e as pautas bombas no congresso não eram suficientes, era necessário combater o coração do governo, a política econômica e seus benefícios sociais.
Qual o melhor instrumento para se desestabilizar e desarranjar toda uma economia? O câmbio.
Esta não é uma ilação e sim constatação de fatos e dados públicos que vão estarrecer os leitores privados de algumas informações que são notadamente públicas.
No ultimo domingo em entrevista ao programa de Roberto Cabrini a presidenta Dilma reconheceu que um dos seus principais erros foi acreditar em um programa de ajuste rápido proposto pelos economistas de mercado e por uma nova equipe econômica.
A saída do ministro Guido Mantega foi o passe livre para um ataque a moeda. Quando ele dizia: “quem apostar contra o real iria ter prejuízo” é porque sabia dos instrumentos disponíveis e de uma reserva cambial que impediria qualquer ataque. Com o ministro Nelson Barbosa focado nas negociações para liberar as pautas bombas o Banco Central se sentiu soberano para lidar com o câmbio, ai começa a liberação para o ataque já que o BC não tinha preparo ou não queria conter o atropelo que se seguiu.
A entrada do Ministro Joaquim Levy foi como a abertura da porteira para a boiada passar. O real que já vinha se desvalorizando no comando de Barbosa, foi acentuando a alta frente ao dólar na administração de Levy. Aquilo que alguns economistas sensatos pensavam, como a presidenta Dilma, se tratar de um ajuste principalmente das contas externas, não passou de um ataque coordenado visando desvalorizar acentuadamente a moeda e desorganizar todo arcabouço econômico. O terror estava instalado.
Os apostadores não compravam a moeda, mas iam se alavancando nos derivativos, que requeriam uma menor alocação de capital. Quando se compra a moeda o pagamento é integral pela cotação, nos swaps basta a margem para cobrir os ajustes. Pedalando a cotação, como foi feito, para cima os ajustes sempre seriam positivos, até o Banco Central atingir um prejuízo em operações de swaps de R$ 89,66 bilhões no ano de 2015.
O ataque foi feito da seguinte maneira: aproveitando-se da expectativa de um aumento de juros nos EUA e consequente fuga de dólares para a origem, seguindo as demais moedas emergentes os agentes compravam o swap cambial, elevavam a cotação da moeda no mercado futuro e assim, na arbitragem, esse puxava a cotação do mercado a vista, com o real se desvalorizando as expectativas de inflação subiriam automaticamente, o BC subiria os juros, a percepção de descontrole de contas com aumento dos déficits seria crescente e a lógica se auto alimentava até gerar uma crise total de desconfiança que a mídia, cumprindo seu papel no golpe, tratou de propagar.
Mesmo com mais de US$ 370 bilhões em reservas o Banco Central não vendia dólares, preferia ouvir os arautos do apocalipse que chegavam a sugerir que as reservas não seriam suficientes e que a desvalorização iria levar a moeda a R$ 5 e R$ 6. Estava instalada a “crise cambial” que levaria a inflação as alturas, geraria desconfiança na solvência da dívida e se instalaria o “caos econômico” como a bala de prata do golpe.
Com a disparada do dólar em 2015, o BC registrou prejuízo recorde de R$ 89,66 bilhões com as operações de "swaps cambiais". Foi a maior perda anual da série histórica, que começa, para anos fechados, em 2003. Até então, o maior prejuízo, em todo um ano, havia sido registrado em 2014 (R$ 17,32 bilhões).
Os fatos contradiziam o movimento. Enquanto entre grandes emergentes, só Brasil e Índia não queimaram reservas em 2015 e os demais do grupo como África do Sul, Arábia Saudita, China, Indonésia, México, Rússia e Turquia usaram parte do colchão de dólares, queimando US$ 290,5 bi em apenas sete meses. O argumento era que o Brasil por ter um mercado de derivativos mais desenvolvido que de outros emergentes usava contratos de swap cambial ao invés de vender a moeda. No entanto o fluxo cambial mostrou que não existia saída de dólares e sim entradas, conforme nota do BC dizendo que o ingresso de divisas superou a saída em US$ 9,41 bilhões no ano de 2015.
A combatida venda da moeda com argumento de colocar em risco uma reserva de mais de US$ 370 bi não era por acaso e sim porque qualquer venda não encontraria compradores e faria os preços recuarem rapidamente.
O cenário externo desarmou a bomba programada para ter maior devastação com o FED adiando a subida dos juros nos EUA e os principais bancos centrais reduzindo drasticamente suas taxas para próximo e por vezes abaixo de zero, a pedalada na cotação ficou insustentável por tanto tempo, veio a valorização e o mais grave, o socorro aos apostadores.
Se aproveitando que as atenções do país estavam todas voltadas para a votação do processo de impeachment, quando a cotação se aproximou de R$ 3,50 e passou a gerar prejuízo grande aos apostadores, o Banco Central sorrateiramente realizou uma rodada gigante de venda de contratos de swaps reversos que atingiram o montante de 856.230 contratos. Como cada contrato são US$ 50 mil equivalem a US$ 42,811 bilhões.
A explicação de não comprar moeda e sim realizar swaps reversos é pelo fato de a moeda não resolver o problema do derivativo swap, por necessitar de mais caixa, dinheiro, para travar a aposta e principalmente pelos swaps não terem mercado secundário, e sem liquidez para zerar, só sobrando o mercado de dólar futuro que por ser de pra curto teriam que serem vendidos em quantidades maiores. Com certeza, levaria a cotação rapidamente para baixo dos R$3 e os prejuízos às alturas.
As únicas certezas em tudo isso é que essas operações não foram para hedge, já que hedge é trava que não gera lucro e nem prejuízo e também não foram para remessas.
Conclusão: não foi crise cambial e muito menos ataque ajuste, foi aposta coordenada mesmo e os apostadores quando deveriam, pelas leis de mercado, perder com apostas erradas, foram salvos mais uma vez com o dinheiro público e os responsáveis pela permissão ainda foram promovidos a cargos mais importantes pelos que se usurparam do poder.
Passado todo processo o país não perdeu reservas e a cotação voltou naturalmente para um patamar condizente com o movimento global nas demais moedas. Não foi por acaso que o Real foi a moeda que mais se valorizou no pós-ataque.
É preciso que a sociedade conheça quem foram as instituições que se posicionaram no swap tradicional e quem foram as beneficiadas pelo swap reverso? Foram as mesmas?
Os prejuízos para a economia foram de dezenas de bilhões de reais, geraram o clima de insegurança econômica e política, arrebentaram as contas públicas, quebraram empresas, desalojaram milhões de empregos, aumentaram a inflação empobrecendo as pessoas e ofuscando o sonho de milhões de brasileiros.
Eles não só usurparam do poder e instalaram um programa de governo que não lhes foi concedido nas urnas, mas também assaltaram os cofres públicos em valores maiores que o escândalo da Petrobrás e exterminaram o emprego de milhões de brasileiros.
Essa conta deve ser cobrada.
Quem é que vai pagar por isso?

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