9 de set de 2016

Trabalhadores da Rádio e TV Cultura entram em greve. Editor para pagar a bancada dos reaça contra a Dilma do Jornal da Cultura e gastar grana com o programa Roda Viva, que se tornou um nojo a governo Geraldo Alckmin do PSDB não faz cara feia, mas dar o aumento para o corpo de jornalistas e radialistas, não pode...

Trabalhadores da Rádio e TV Cultura entram em greve

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Os profissionais tiveram o último aumento de salário há mais de dois anos e nove meses
Os jornalistas e radialistas da Fundação Padre Anchieta (FPA), mantenedora da Rádio e TV Cultura, entraram em greve nesta quinta-feira (8) por tempo indeterminado. Eles pressionam pela aprovação de um acordo coletivo, pois há três anos a empresa mantém um impasse nas negociações da campanha salarial das categorias.
Os jornalistas tiveram o último aumento de salário há mais de dois anos e nove meses, em dezembro de 2013, e para repor a inflação do período é necessário um reajuste de 25,12%. Para os radialistas, o último aumento salarial foi há mais de dois anos e quatro meses, em maio de 2014, e a inflação acumulada é de 20,72%.
O movimento grevista segue bem sucedido e os trabalhadores estão unidos na porta da empresa, na Água Branca, zona oeste da capital paulista, juntos do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) e do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão no Estado de São Paulo (Radialistas-SP).
Diante da intransigência e do ataque da FPA aos diretos das categorias, a greve foi aprovada em assembleia conjunta realizada na segunda-feira (5), em frente à sede da emissora, reunindo cerca de 230 jornalistas e radialistas. No mesmo dia, as entidades de representação dos trabalhadores entregaram o aviso de greve à empresa.
Impasse
Historicamente, a Fundação sempre estendeu aos trabalhadores a mesma convenção coletiva das emissoras de rádio e TV da capital. Mas há três anos a FPA passou a questionar a aplicação das cláusulas.
Em 2012, o SJSP moveu ação para garantir o cumprimento do acordo, mas na decisão judicial o entendimento foi de que a Fundação, por ser empresa pública, está desobrigada a cumprir a convenção coletiva das emissoras privadas.
Desde então, segue um impasse porque a FPA não aplica a convenção das emissoras privadas, mas também não reconhece ou garante direitos dos trabalhadores do setor público, como a estabilidade de emprego.
Em assembleia em 3 de agosto, jornalistas e radialistas decidiram, por unanimidade, unificar a pauta de reivindicações e somar forças por avanços na campanha salarial. As categorias seguirão unidas pela aprovação de um acordo coletivo específico aos trabalhadores da FPA, a exemplo do que conquistado pelos funcionários da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). transcrito ocafezinho.com.br

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