6 de nov de 2016

Indignação contra a extinção da Petrobras Biocombustíveis Aepet - Asssociação dos Engenheiros da Petrobrás. Editor- Um crime lesa-pátria está sendo feito pela atual direção da Petrobrás. Temos que ir pra rua e denunciar esse entreguismo descarado, que solapa a soberania nacional.

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Indignação contra a extinção da Petrobras Biocombustíveis

Data: 04/11/2016 
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A atual administração da Petrobrás, alegando a necessidade de reduzir a dívida da Companhia, está promovendo a venda indiscriminada de ativos, em montante superior a US$ 35 bilhões, cerca de um terço do patrimônio da Empresa.

Foram incluídos no “Plano de Desinvestimentos” ativos absolutamente estratégicos, como a Petrobrás Distribuidora e plantas petroquímicas, entre outras. 

Em vista disto, é crescente a indignação dos brasileiros com o desmanche da Petrobrás pela gestão Pedro Parente. Alegando prejuízos e baixa rentabilidade, a idéia mais recente do gestor é extinguir totalmente a Petrobras Biocombustíveis, um setor estratégico e que, por isso, está sendo objeto de pesquisa por pessoas interessadas em defender a maior empresa brasileira. O objetivo é reunir informações, inclusive junto a ex-dirigentes, para subsidiar o movimento de resistência a mais esta idéia questionável, que Parente não adotou nos tempos em que dirigiu a multinacional Bunge. 

Por sinal, o slogan da empresa é “do campo à mesa”, uma alusão à integração produtiva – no site da Bunge está escrito: “Uma empresa global e integrada de agronegócio, alimentos e bioenergia, que opera em toda a cadeia produtiva do campo à mesa do consumidor”. Agora, Parente quer destruir a integração da Petrobrás, “do poço ao posto”, contrariando sua própria conduta na Bunge.

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