13 de nov de 2016

PARA ENTENDER O MENSALÃO Revista Retrato do Brasil nº 77 dezembro 2013


Revista Retrato do Brasil nº 77 dezembro 2013
Esgotado.
PARA ENTENDER O MENSALÃO
Revista Retrato do Brasil nº 77 dezembro 2013
Código: REV_RB077
1. SETE ANOS DE ESCÂNDALO (p.12)
A reportagem — feita ao longo do segundo semestre de 2011 — mostrou os principais personagens e resumiu os documentos essenciais da acusação e da defesa na Ação Penal 470 (AP 470). A conclusão: armou-se um espetáculo, e pior será se o Supremo Tribunal Federal (STF) não julgar com base nos autos. Publicada na edição 55 (fevereiro de 2012)
2. A VEZ DA DEFESA (p.28)
Começou o julgamento. Como a grande mídia basicamente endossou todas as acusações contra os chamados “mensaleiros”, Retrato do Brasil resumiu os argumentos de seus advogados, apresentados após as cinco horas da acusação feita pelo então procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Publicada na edição 62 (setembro de 2012)
3. O HERÓI DO MENSALÃO (p.38)
O ministro Joaquim Barbosa deveria ter julgado as duas teses que lhe foram apresentadas — a da defesa, do “caixa dois”, e a da acusação, do “grande desvio de dinheiro público”. Mas ele aderiu à acusação, refez a peça acusatória e construiu uma “historinha” de corrupção para “vender” ao público. Publicada na edição 63 (outubro de 2012)
4. UMA HISTÓRIA EXEMPLAR (p.42)
Os repórteres de RB ouviram durante três dias Sávio Lobato, o advogado de Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil (BB) tido como responsável pelo principal crime apontado concretamente pela acusação: o desvio de 73,8 milhões de reais do banco. Surpresa total: não houve qualquer prova desse desvio. Publicada na edição 63 (outubro de 2012)
5. A VERTIGEM DO SUPREMO (p.52)
Com a ajuda do advogado Marcelo Leonardo, RB localizou nos autos da AP 470 os 108 apensos (com cerca de 20 mil páginas) preparados ao longo de quatro meses por uma equipe de 20 auditores do BB para verificar o suposto desvio de dinheiro do banco. A conclusão: “Os ministros do STF deliraram”. Publicada na edição 64 (novembro de 2012)
6. O ASSASSINATO SEM UM MORTO (p.56)
RB descobriu documento da Visanet, empresa que repassou os 73,8 milhões de reais ao BB para campanhas de publicidade dos cartões Visa, no qual ela declara à Receita Federal que o dinheiro foi total e devidamente aplicado. O “morto” não existe. Mas o STF achou o “assassino”. Como é que pode? Publicada na edição 65 (dezembro de 2012)
7. A VERDADE O ABSOLVERÁ? (p.62)
RB ouviu Pizzolato, uma das principais vítimas da tragédia, que foi praticamente destruído ao ter sido acusado de receber 326.660,67 reais para desviar dinheiro do BB. A grana seria uma propina que ele teria usado para comprar o apartamento no qual morava em Copacabana. Era invenção; hoje não se fala mais nisso. Publicada na edição 65 (dezembro de 2012).
8. ESCÂNDALO?! (p.68)
Nos autos da AP 470, RB localizou vários recibos de transferências de dinheiro – feitas a partir da conta da DNA, agência de publicidade acusada de ter desviado recursos do BB — para a TV Globo e outras empresas do grupo. A Globo ficou com o dinheiro do mensalão? A outra hipótese, que o STF não quis ver, é: não houve o desvio. Publicada na edição 66 (janeiro de 2013)
9. A GRANDE ARTE DE JOAQUIM BARBOSA (p.76)
O presidente do STF armou as condenações do petista João Paulo Cunha e dos dirigentes da agência SMP&B por um suposto desvio de dinheiro da Câmara dos Deputados dizendo que o crime teria sido provado por três órgãos colegiados de auditoria. São três mentiras. Publicada na edição 68 (março de 2013)
10. A TRAMA DOS TRÊS ACUSADORES (p.84)
Os responsáveis pela acusação na AP 470, procuradores Souza e Gurgel, e o ministro Barbosa agiram ardilosamente para ocultar fatos básicos da história. Os principais truques da trinca (mais um e seria uma quadrilha!): simular um inquérito no BB e interpretar facciosamente laudos policiais. Publicada na edição 71 (junho de 2013)
11. A HISTÓRIA DO DELEGADO LUÍS FLÁVIO ZAMPRONHA (p.90)
Ele foi o grande investigador do mensalão. Em meados de 2005, comandou a força da Polícia Federal que apreendeu os documentos das transferências de 56 milhões de reais do PT para políticos que detonaram a história. Ficou no caso até o começo de 2011. Por que não foi ouvido? Por que o puniram? Publicada na edição 73 (agosto de 2013)
12. O GRANDE ERRO DO SUPREMO (p.96)
O ministro Barbosa comandou o esforço do STF para negar os embargos contra a sentença dos réus da AP 470. Aproveitou para chamar de “penas de aluguel” os que dizem não ter havido desvio de dinheiro público. RB apresentou uma nova perícia, com provas contundentes de que o desvio não existiu. Publicada na edição 74 (setembro de 2013)
13. DEPOIS DOS EMBARGOS INFRINGENTES (p. 107)
O STF julgará novamente, no ano que vem, o ex-ministro José Dirceu e outros pelo crime de formação de quadrilha. Ele, diz a acusação, conduziu as atividades “de todos os réus”. Por que o STF quer prender imediatamente alguns deles? Se não há quadrilha, como pode existir o grande crime cometido por ela? Publicada na edição 75 (outubro de 2013)
PARA ENTENDER O MENSALÃO
Revista Retrato do Brasil nº 77 dezembro 2013
Código: REV_RB077
1. SETE ANOS DE ESCÂNDALO (p.12)
A reportagem — feita ao longo do segundo semestre de 2011 — mostrou os principais personagens e resumiu os documentos essenciais da acusação e da defesa na Ação Penal 470 (AP 470). A conclusão: armou-se um espetáculo, e pior será se o Supremo Tribunal Federal (STF) não julgar com base nos autos. Publicada na edição 55 (fevereiro de 2012)
2. A VEZ DA DEFESA (p.28)
Começou o julgamento. Como a grande mídia basicamente endossou todas as acusações contra os chamados “mensaleiros”, Retrato do Brasil resumiu os argumentos de seus advogados, apresentados após as cinco horas da acusação feita pelo então procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Publicada na edição 62 (setembro de 2012)
3. O HERÓI DO MENSALÃO (p.38)
O ministro Joaquim Barbosa deveria ter julgado as duas teses que lhe foram apresentadas — a da defesa, do “caixa dois”, e a da acusação, do “grande desvio de dinheiro público”. Mas ele aderiu à acusação, refez a peça acusatória e construiu uma “historinha” de corrupção para “vender” ao público. Publicada na edição 63 (outubro de 2012)
4. UMA HISTÓRIA EXEMPLAR (p.42)
Os repórteres de RB ouviram durante três dias Sávio Lobato, o advogado de Henrique Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil (BB) tido como responsável pelo principal crime apontado concretamente pela acusação: o desvio de 73,8 milhões de reais do banco. Surpresa total: não houve qualquer prova desse desvio. Publicada na edição 63 (outubro de 2012)
5. A VERTIGEM DO SUPREMO (p.52)
Com a ajuda do advogado Marcelo Leonardo, RB localizou nos autos da AP 470 os 108 apensos (com cerca de 20 mil páginas) preparados ao longo de quatro meses por uma equipe de 20 auditores do BB para verificar o suposto desvio de dinheiro do banco. A conclusão: “Os ministros do STF deliraram”. Publicada na edição 64 (novembro de 2012)
6. O ASSASSINATO SEM UM MORTO (p.56)
RB descobriu documento da Visanet, empresa que repassou os 73,8 milhões de reais ao BB para campanhas de publicidade dos cartões Visa, no qual ela declara à Receita Federal que o dinheiro foi total e devidamente aplicado. O “morto” não existe. Mas o STF achou o “assassino”. Como é que pode? Publicada na edição 65 (dezembro de 2012)
7. A VERDADE O ABSOLVERÁ? (p.62)
RB ouviu Pizzolato, uma das principais vítimas da tragédia, que foi praticamente destruído ao ter sido acusado de receber 326.660,67 reais para desviar dinheiro do BB. A grana seria uma propina que ele teria usado para comprar o apartamento no qual morava em Copacabana. Era invenção; hoje não se fala mais nisso. Publicada na edição 65 (dezembro de 2012).
8. ESCÂNDALO?! (p.68)
Nos autos da AP 470, RB localizou vários recibos de transferências de dinheiro – feitas a partir da conta da DNA, agência de publicidade acusada de ter desviado recursos do BB — para a TV Globo e outras empresas do grupo. A Globo ficou com o dinheiro do mensalão? A outra hipótese, que o STF não quis ver, é: não houve o desvio. Publicada na edição 66 (janeiro de 2013)
9. A GRANDE ARTE DE JOAQUIM BARBOSA (p.76)
O presidente do STF armou as condenações do petista João Paulo Cunha e dos dirigentes da agência SMP&B por um suposto desvio de dinheiro da Câmara dos Deputados dizendo que o crime teria sido provado por três órgãos colegiados de auditoria. São três mentiras. Publicada na edição 68 (março de 2013)
10. A TRAMA DOS TRÊS ACUSADORES (p.84)
Os responsáveis pela acusação na AP 470, procuradores Souza e Gurgel, e o ministro Barbosa agiram ardilosamente para ocultar fatos básicos da história. Os principais truques da trinca (mais um e seria uma quadrilha!): simular um inquérito no BB e interpretar facciosamente laudos policiais. Publicada na edição 71 (junho de 2013)
11. A HISTÓRIA DO DELEGADO LUÍS FLÁVIO ZAMPRONHA (p.90)
Ele foi o grande investigador do mensalão. Em meados de 2005, comandou a força da Polícia Federal que apreendeu os documentos das transferências de 56 milhões de reais do PT para políticos que detonaram a história. Ficou no caso até o começo de 2011. Por que não foi ouvido? Por que o puniram? Publicada na edição 73 (agosto de 2013)
12. O GRANDE ERRO DO SUPREMO (p.96)
O ministro Barbosa comandou o esforço do STF para negar os embargos contra a sentença dos réus da AP 470. Aproveitou para chamar de “penas de aluguel” os que dizem não ter havido desvio de dinheiro público. RB apresentou uma nova perícia, com provas contundentes de que o desvio não existiu. Publicada na edição 74 (setembro de 2013)
13. DEPOIS DOS EMBARGOS INFRINGENTES (p. 107)
O STF julgará novamente, no ano que vem, o ex-ministro José Dirceu e outros pelo crime de formação de quadrilha. Ele, diz a acusação, conduziu as atividades “de todos os réus”. Por que o STF quer prender imediatamente alguns deles? Se não há quadrilha, como pode existir o grande crime cometido por ela? Publicada na edição 75 (outubro de 2013)

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