12 de mar de 2017

O regime militar e as Organizações Globo. - Editor - Mesmo tendo a denominação de GOLPE, ESTAMOS VIVENDO NUM REGIME DE EXCESSÃO, POIS FORAM GOLPEADOS, INSTITUCIONAL E SUBVERSIVAMENTE MAIS DE 100 MILHÕES DE VOTOS, QUE DEFINIRAM O RESULTADO DA ELEIÇÃO DE 2014 PARA PRESIDENCIA DA REPÚBLICA. As saudade passa de pai para filhos,

O regime militar e as Organizações Globo

15 de agosto de 2010 às 14h59

  
por sugestão do leitor Marat
O dono das Organizações Globo, Roberto Marinho (direita), de braços dados com o general-presidente João Baptista de Oliveira Figueiredo (nos anos 80).
“Sinto-me feliz todas as noites quando ligo a televisão para assistir ao jornal. Enquanto as notícias dão conta de greves, agitações, atentados e conflitos em várias partes do mundo, o Brasil marcha em paz, rumo ao desenvolvimento. É como se eu tomasse um tranqüilizante após um dia de trabalho”. Frase do general-presidente Emilio Garrastazu Médici, nos anos 70, sobre o Jornal Nacional, da TV Globo.
Por sugestão do leitor Marat e para benefício dos leitores mais jovens, que não viveram essa época, abro espaço para que vocês deixem nos comentários dicas de leitura, de fotos e de documentários que contextualizem a relação das Organizações Globo — da qual faz parte a revista Época — com o regime militar (1964-1985).
Prometo incorporar ao post as melhores dicas.
Do ex-ministro da Justiça Armando Falcão, encarregado de exercer a Censura durante o regime militar, em entrevista no documentário Beyond Citizen Kane, da TV britânica: “Devo dizer que o doutor Roberto Marinho nunca me criou qualquer tipo de dificuldade. Eu, ministro-censor, ele diretor do Globo, da televisão Globo, da Rede Globo, da rádio Globo, da rádio Mundial, da rádio Eldorado, ele nunca me criou dificuldade”.
Capa do jornal O Globo no dia seguinte ao golpe militar de 31 de março de 1964. Do blog Tudo em Cima.
Do leitor Rogério Marcus, dizendo que  será a próxima capa da Época:
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