24 de jul de 2017

Doria acha que as pessoas são obrigadas a doarem seus nomes em favor de sua gestão. Por Donato. - Editor - como diz o texto de uma música: é mentira, mentira, mentira.........




Doria acha que as pessoas são obrigadas a doarem seus nomes em favor de sua gestão. Por Donato

 
O prefeito João Doria afirmou que iria espalhar doze quadras de basquete pela cidade. Para causar impacto no anúncio, ele que é um homem de propaganda e sabe o peso que tem a chancela de nomes famosos que avalizem o ‘produto’, lançou Magic Paula como madrinha do programa.
Paula, ex-jogadora e campeã mundial de basquete, que faz parte do Conselho Gestor da Secretaria Municipal de Esportes, declarou em redes sociais que não havia sido informada de nada.
“Gostaria de esclarecer que não fui consultada previamente sobre o assunto e que em nenhum momento fiz parte da elaboração deste projeto. Minha colaboração em relação à cidade de São Paulo tem sido a minha participação no Conselho Gestor da Secretaria Municipal de Esportes. Entendo que minha participação no Conselho seja contribuir para os programas que desenvolvam a atividade física como promoção de saúde e qualidade de vida. A estas políticas públicas desejo sucesso mas reforço que sempre procurei participar previamente do planejamento das ações onde participei da execução ou da divulgação. Não seria diferente agora.”
Doria acredita ser o dono do mundo, pensa que tudo é dele e agora deu para achar que as pessoas também são obrigadas a doarem seus nomes em favor de sua gestão.
Tem feito isso reiteradas vezes.
Para dar credibilidade à higienizadora ação na Cracolândia, divulgou uma lista de médicos que estariam dando apoio e fariam a avaliação dos dependentes.
Nome de maior destaque, Drauzio Varella fez como Magic Paula e postou no Facebook: “Ao contrário do que estão afirmando, Dr. Drauzio nunca foi consultado nem nunca defendeu a internação compulsória indiscriminada como política de saúde pública”.
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Depois, em vídeo, ainda reforçou: “Meu nome foi usado indevidamente nessa confusão da Prefeitura na Cracolândia. A minha posição é e sempre foi a seguinte: Eu sou a favor da internação compulsória daqueles usuários que estão em um estado de saúde tão precária, ou apresentam transtornos psiquiátricos tão graves, que ficam expostos a um risco grande de morte. Esses, e só esses, devem ser internados compulsoriamente. Quem tem que definir quais são os critérios são os médicos”, disse ele antes mesmo de a prefeitura enviar tratores para cima das pessoas na região.
Drauzio e os outros médicos procuraram o Conselho Regional para que seus nomes fossem retirados.
Quando iniciou sua guerra contra o grafite, Doria declarou que o muralista Kobra seria o coordenador de um programa específico para o tema dentro do seu projeto Cidade Linda. O grafiteiro desmentiu o prefeito, negou qualquer apoio, sendo ele mesmo um artista que começou com o ‘pixo’ e que, portanto, não concordava com as medidas de Doria.
João Doria acredita que por ser prefeito lhe autoriza a se comportar como proprietário da cidade. Ele agora está na China, ‘vendendo a cidade’ como já fez outras cinco vezes desde que assumiu a prefeitura. É sua sexta viagem internacional e ao final dela totalizará 32 dias fora do Brasil desde sua posse.
Quando confrontado, irritou-se e disse que ‘desestatizar é não abrir mais boquinha para petralhas que não gostam de trabalhar e adoram assaltar o dinheiro público’.
Sempre em busca de doações envoltas em muita névoa (vide a troca sugerida para viabilizar o Parque Augusta), Doria agora usa e abusa de nomes alheios para vender sua modernizadora gestão. Cercado de lambe-botas gananciosos, não contava com a rejeição de quem possui um nome a zelar.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/doria-acha-que-as-pessoas-sao-obrigadas-doarem-seus-nomes-em-favor-de-sua-gestao/

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