9 de jul de 2017

Gasto com territórios quilombolas despenca para 25% do valor de 2014. -Editor- FOI COM A ESCRAVIDÃO QUE SE FEZ O PATRIMONIO DESSA ELITE ASQUEROSA, NOJENTA, ESTUPRADORA E AINDA DIZEM QUE A MONARQUIA," A ELITE PURA DO SISTEMA",SALVOU OS NEGROS DA ESCRAVIDÃO. SÓ UM IMENSO TRIBUNAL INTERNACIONAL PARA JULGAR TODAS AS "FAMÍLIAS ARISTOCRÁTICAS", QUE DEVERIAM SER ENCARCERADAS E INDENIZAREM AOS QUE ESCRAVIZARAM. AÍ TEREMOS DEMOCRACIA RACIAL NESSE PAÍS. DIRETAS JÁ, COM REFORMAS DE BASE PROFUNDAS, MORMENTE A AGRÁRIA.

Gasto com territórios quilombolas despenca para 25% do valor de 2014

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Folha mostra que verba para indenização de imóveis baixou de R$ 13 milhões, em 2014, para R$ 3,5 milhões; gasto com índios isolados é reduzido a 1/3
Não foi só a CPI do Funai e do Incra que optou por minar as duas instituições. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Fundação Nacional do Índio (Funai) estão entre as principais vítimas de cortes orçamentários do governo Temer, informou neste sábado a Folha: “Cortes no Orçamento atingem áreas sociais do governo“.
Como exemplo de redução no Incra, o jornal destaca o valor atual para indenização de imóveis em territórios quilombolas, R$ 3,5 milhões, em contraposição ao valor gasto em 2014, R$ 13,2 milhões. A cifra de 2017 é quase quatro vezes menor que a de três anos atrás.
“O Incra está paralisado e os conflitos nesses territórios podem se agravar”, diz ao jornal o presidente da Coordenação Nacional de Quilombolas (Conaq), Denildo Rodrigues de Moraes.
Yanomami isolados. (Foto: Funai)
No caso da Funai, a Folha mostra que o valor gasto na proteção de índios isolados em 2014, por meio de fiscalização, era de R$ 6,5 milhões. Três anos depois, esse valor despencou para R$ 1,9 milhão – três vezes menos. A reportagem conta que a fundação reduziu as expedições para checar a segurança dos indígenas.
Ex-presidente da Funai, Toninho Costa disse na sexta-feira que, sem aporte financeiro na proteção dos índios isolados, as consequências podem ser trágicas.
A Folha mostra também que a verba para fiscalização de uso e da segurança e de barragens, na Agência Nacional das Águas, caiu de R$ 2,6 milhões para R$ 375 mil. Um valor sete vezes menor, portanto – no país que viu, há um ano e meio, o Rio Doce ser tomado pela lama da Samarco, em Mariana (MG).
O jornal paulista destacou quatro repórteres para o levantamento desses dados, mas publicou a reportagem no pé da página A19, abaixo de notícia sobre volta da deflação.
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