23 de jan de 2017

Caixa, a grande porta giratória Editor - essa Caixa é de Portugal, mas seus fatos relatados é igual em qualquer parte do mundo. A iniciativa privada tomando cnta, das coisas públicas em seu favor., que devem ser de todos.



Tudo indica que o plano de reestruturação da CGD passa pela redução de trabalhadores e balcões

Caixa, a grande porta giratória



As cadeiras do conselho de administração da CGD têm sido ocupadas por ex-governantes, dirigentes, militantes e gente ligada ao PSD, ao PS e ao CDS-PP, numa rotação em que o interesse nacional é submetido a interesses partidários e ao poder económico.
A polémica que envolve a actual composição do conselho de administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) esconde uma realidade: os cargos na gestão do banco público serviram para distribuir lugares de acordo com prioridades que nada têm a ver com os interesses da CGD. Recuámos a 1989, à época da privatização da banca, da criação da União Económica e Monetária e das maiorias absolutas do PSD, com Cavaco Silva como primeiro ministro. Analisámos os dez mandatos que cobrem o período entre 1989 e 2015 e os números são claros: a passagem de ex-governantes, militantes, dirigentes e gente próxima do PSD, do PS e, a partir de 2004, do CDS tem sido regra na gestão da Caixa.
Mas uma análise caso a caso mostra outra realidade: a promiscuidade alastra-se ao regulador – o Banco de Portugal – e à banca privada. O que têm em comum Vieira Monteiro, Mira Amaral, Carlos Santos Ferreira, Tomás Correia e Jorge Tomé? Todos eles foram presidir a bancos privados depois de saíram da Caixa. Na verdade, os três primeiros ainda estão à frente do Santander Totta, do BIC, e do BCP, respectivamente.
Os conselhos de administração da Caixa Geral de Depósitos foram, ao longo dos últimos anos, território ocupado por gente próxima do poder político e económico, que muitas vezes se confundem. Na verdade, a actual composição dos órgãos sociais da Caixa não mostram qualquer ruptura com este passado, pelo contrário. Paulo Mota Pinto, ex-deputado e dirigente do PSD, preside à Assembleia Geral. Rui Vilar, o primeiro presidente do período que abordamos, é vice-presidente do conselho de administração. O presidente, António Domingues, e metade da comissão executiva vieram directamente do BPI para o banco público.

1989-1993

O primeiro mandato de Rui Vilar é também o primeiro em que se impõe o acordo entre o PS e o PSD de divisão das presidências da Caixa e do Banco de Portugal. É o próprio que assume. São os anos em que o governo de Cavaco Silva promove privatizações, nomeadamente no sector financeiro. É neste período que o BPI adquire o Fonsecas & Burnay, metade do Totta & Açores vai para os espanhóis da Banesto e o grupo Mello recupera o seu banco.

Rui Vilar

Rui Vilar

Presidente
PS
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Rui Jorge Martins dos Santos

Vice-Presidente

 

Álvaro Pinto Correia

Vogal

 

Amilcar Junqueira Martins

Vogal

António Vieira Monteiro

António Vieira Monteiro

Vogal
PSD
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Alexandre Sobral Torres

Vogal

 

Rodrigo Marques Guimarães

Vogal

José Falcão e Cunha

José Falcão e Cunha

Vogal
PSD
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José Varatojo Júnior

Vogal

Carlos Tavares

Carlos Tavares

Vogal
PSD
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Maria Emília Freire

Vogal
1989
  • 1990: Início da livre circulação de capitais na União Económica Bancária
  • #
    7 de fevereiro de 1992 é assinado o Tratado de Maastricht.
  • #
    1 de Junho de 1989 aprovada II Revisão Constitucional, que retira a irreversibilidade das nacionalizações ocorridas após o 25 de Abril de 1974.
  • #
    São privatizados os bancos Espírito Santo, Fonsecas & Burnay, Totta & Açores, Borges & Irmão, Crédito Predial Portuguê.
1993

1993-1995

É no início deste mandato que a Caixa passa a ser uma sociedade anónima de capitais integralmente públicos. A divisão partidária da administração da CGD alarga-se aos vice-presidentes, com o PSD de Cavaco Silva a colocar os seus na cúpula do banco. O ano de 1995 é marcado pela recuperação do Pinto & Sotto Mayor por Champalimaud, a que juntaria o Totta e o Crédito Predial Português.

Rui Vilar

Rui Vilar

Presidente
PS
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António Vieira Monteiro e Carlos Tavares

António Vieira Monteiro e Carlos Tavares

Vice-Presidente
PSD
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Rui Jorge Martins dos Santos

Vogal

 

Álvaro Pinto Correia

Vogal

 

Rodrigo Marques Guimarães

Vogal

 

José Varatojo Júnior

Vogal

 

Maria Emília Freire

Vogal

 

António Paes Sousa Alvim

Vogal
1993
  • #
    25 de junho de 1994 Bloqueio da Ponte 25 de Abril.
  • #
    1 de Outubro de 1995: PS obbtém maioria relativa nas eleições legislativas, pondo fim a 10 anos de maioria absoluta do PSD. Guterres torna-se primeiro-ministro.
  • #
    É privatizado o Banco Português do Atlântico, maior banco comercial português à data.
1995

1996-1999

Com a mudança de governo, Rui Vilar impõe o respeito pelo acordo de alternância e dá o lugar a João Salgueiro. As alterações no sector financeiro prosseguem, com a adesão de Portugal ao euro. A Caixa vê-se envolvida na compra do grupo Champalimaud pelos espanhóis do Santander, comprando todo o grupo mas mantendo apenas a seguradora Fidelidade, passando o Totta e o Crédito Predial para o Santander, e o Pinto & Sotto Mayor para o BCP.

João Salgueiro

João Salgueiro

Presidente
PSD
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Alexandre Vaz Pinto e António Vieira Monteiro

Alexandre Vaz Pinto e António Vieira Monteiro

Vice-Presidente
PSD
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Rui Jorge Martins dos Santos

Vogal

 

Álvaro Pinto Correia

Vogal

 

José Varatojo Júnior

Vogal

 

Herlânder Santos Estrela

Vogal

 

José Manuel Pereira

Vogal

António Tomás Correia

António Tomás Correia

Vogal
PS
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Alexandre Sobral Torres

Vogal

Almerindo Marques

Almerindo Marques

Vogal
PS
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1996
  • Em 1997 é revogada a lei de delimitação de sectores.
  • #
    É fundado o Banco Central Europeu, a 1 de Julho de 1998
  • #
    10 de Outubro de 1999: o PS é o partido mais votado, mas falha o objectivo da maioria absoluta. Faz um acordo com um deputado do CDS-PP que permite aprovar os Orçamentos do Estado.
1999


Sede da «Caixa» foi inaugurada em 1994


2000-2004

O novo milénio traz consigo o alastrar da influência do PS e do PSD a todo o Conselho de Administração: passa a ser difícil encontrar um vogal que não tenha perfil partidário. Acabado o longo processo de privatizações na banca, a Caixa passa a ser o único banco público em Portugal. São os anos da chegada ao governo de duas figuras que marcariam, pelas piores razões, mais de uma década em Portugal e na União Europeia: Durão Barroso e Paulo Portas.

António de Sousa

António de Sousa

Presidente
PSD
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Oliveira Cruz e Mira Amaral

Oliveira Cruz e Mira Amaral

Vice-Presidente
PS PSD
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Alexandre Sobral Torres

Vogal

António Tomás Correia

António Tomás Correia

Vogal
PS
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Miguel Athayde Marques

Miguel Athayde Marques

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PSD
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Fernando Miguel Sequeira

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Vitor Fernandes

Vogal
PS

José Ramalho

José Ramalho

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PSD
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2000
  • #
    O euro entra em circulação no primeiro dia de 2002
  • #
    17 de Março de 2002: o PSD e o CDS-PP elegem a maioria dos deputados à Assembleia da República e formam governo. Durão Barroso é o primeiro-ministro, Paulo Portas é ministro da Defesa.
  • #
    10 de Dezembro de 2002: greve geral convocada pela CGTP-IN contra o Código do Trabalho de Bagão Félix
2004

2004-2004

António de Sousa, que transitara directamente de governador do Banco de Portugal em 2000, mantém a presidência do banco. O mandato foi de curta duração por incompatibilidades entre o presidente e Mira Amaral, que passou a ser o único vice-presidente do conselho de administração da Caixa.

António de Sousa

António de Sousa

Presidente
PSD
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Mira Amaral

Mira Amaral

Vice-Presidente
PSD
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Miguel Athayde Marques

Miguel Athayde Marques

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PSD
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José Ramalho

José Ramalho

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PSD
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Vitor Fernandes

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PS

Maldonado Gonelha

Maldonado Gonelha

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PS
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António Vila Cova

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Carlos Costa

Carlos Costa

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PSD
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José João Abrantes Coutinho

Vogal

Luís Alves Monteiro

Luís Alves Monteiro

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PSD
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2004
  • #
    Durão Barroso deixa o governo português para dar início a dez anos como presidente da Comissão Europeia
2004

2004-2005

Com a saída da anterior administração, regressa a divisão entre o PSD e o PS no topo da CGD, mas o destaque vai para a entrada do CDS-PP na divisão dos cargos sociais no banco. Celeste Cardona sai do Ministério das Finanças directamente para a administração da Caixa.

Vitor Martins

Vitor Martins

Presidente
PSD
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Maldonado Gonelha e João Freixa

Maldonado Gonelha e João Freixa

Vice-Presidente
PS
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José Ramalho

José Ramalho

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PSD
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Vitor Fernandes

Vogal
PS

 

António Vila Cova

Vogal

Luís Alves Monteiro

Luís Alves Monteiro

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PSD
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Carlos Costa

Carlos Costa

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PSD
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Gracinda Raposo

Gracinda Raposo

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Celeste Cardona

Celeste Cardona

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CDS
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Norberto Rosa

Norberto Rosa

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PSD
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2004
  • #
    20 de Fevereiro de 2005: o PS vence as eleições com maioria absoluta. José Sócrates é nomeado primeiro-ministro.
2005

2005-2007

Muda o governo e a administração da Caixa, e o PS passa a ocupar a presidência e a vice-presidência. Mas a divisão pelos três partidos que se vão sucedendo no governo não cessa. Esta é a administração que, em 2008, se mudou de armas e bagagens para o BCP.

Carlos Santos Ferreira

Carlos Santos Ferreira

Presidente
PS
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Maldonado Gonelha

Maldonado Gonelha

Vice-Presidente
PS
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Francisco Bandeira

Francisco Bandeira

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PS

José Ramalho

José Ramalho

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PSD
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Celeste Cardona

Celeste Cardona

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CDS
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Norberto Rosa

Norberto Rosa

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Armando Vara

Armando Vara

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Vitor Fernandes

Vogal
PS

Carlos Costa

Carlos Costa

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PSD
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2005
  • #
    13 de Dezembro de 2007: é assinado o Tratado de Lisboa, que torna o Banco Central Europeu numa instituição oficial e consagra como competências exclusivas da União Europeia a política monetária dos estados da zona euro.
  • #
    Entre 2006 e 2007 avançam as privatizações da Galp, da EDP, da REN, da Portucel e da Inapa.
2007

2008-2011

A polémica saída do presidente e de dois administradores para o BCP ditaram a alteração no conselho de administração. Faria de Oliveira, ainda hoje presidente da Associação Portuguesa de Bancos, entra e faz regressar a presidência do banco a uma figura do PSD. Os três anos são marcados pelo início da crise financeira e económica mundial.

Faria de Oliveira

Faria de Oliveira

Presidente
PSD
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Francisco Bandeira

Francisco Bandeira

Vice-Presidente
PS

Norberto Rosa

Norberto Rosa

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Rodolfo Lavrador

Rodolfo Lavrador

Vogal
PS

 

Araújo e Silva

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PS

Jorge Tomé

Jorge Tomé

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PS
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Pedro Cardoso

Vogal
2008
  • #
    O Banco Português de Negócios (BPN) é nacionalizado e incorporado na CGD, em Fevereiro de 2008
  • #
    24 de Novembro de 2010: pela primeira vez desde 1983, a CGTP-IN e a UGT convocam uma greve geral.
  • #
    É assinado o acordo com a troika pelo PS, pelo PSD e pelo CDS-PP, em Maio de 2011, que reserva 12 mil milhões de euros para a banca privada.
  • #
    5 de Junho de 2011: o PSD e o CDS-PP regressam ao governo. Passos Coelho é primeiro-ministro, Paulo Portas é ministro dos Negócios Estrangeiros.
2011

2011-2013

O modelo de gestão da CGD é alterado pelo governo do PSD e do CDS-PP, este último que volta a ter um representante na administração da Caixa. O banco passa a ter uma comissão executiva, onde reside o poder, e que é presidida por José de Matos, com Nogueira Leite e Norberto Rosa como vice-presidentes. Em 2012, o governo aprova um plano de recapitalização, com a entrada de 900 milhões de euros em «instrumentos financeiros híbridos».

Faria de Oliveira

Faria de Oliveira

Presidente
PSD
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José de Matos

José de Matos

Vice-Presidente
PSD
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António Nogueira Leite

António Nogueira Leite

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PSD
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Norberto Rosa

Norberto Rosa

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PSD
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Cabral dos Santos

Vogal
PSD

Rodolfo Lavrador

Rodolfo Lavrador

Vogal
PS

João Nuno Palma

João Nuno Palma

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Nuno Fernandes Thomaz

Nuno Fernandes Thomaz

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CDS
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Eduardo Paz Ferreira

Eduardo Paz Ferreira

Vogal

Pedro Rebelo de Sousa

Pedro Rebelo de Sousa

Vogal

Álvaro Nascimento

Álvaro Nascimento

Vogal
PSD
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2011
  • #
    O BPN é vendido ao BIC por 40 milhões de euros, em Julho de 2011.
  • #
    Os anos de 2012 e 2013 são marcados pelo «enorme aumento de impostos» de Vítor Gaspar.
  • #
    Entre Novembro de 2011 e e Junho de 2013, a CGTP-IN convoca quatro greves gerais.
  • #
    5 de Junho de 2011: o PSD e o CDS-PP regressam ao governo. Passos Coelho é primeiro-ministro, Paulo Portas é ministro dos Negócios Estrangeiros.
2013

2013-2015

Faria de Oliveira dá o lugar a Álvaro Nascimento, mas a comissão executiva continua a ser presidida por José de Matos. O CDS-PP sobe na hierarquia, com Nuno Fernandes Thomaz a ser nomeado vice-presidente da comissão executiva. Prossegue o plano de reestruturação, que leva à saída de milhares de trabalhadores e à redução da presença em Espanha.

Álvaro Nascimento

Álvaro Nascimento

Presidente
PSD
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José de Matos

José de Matos

Vice-Presidente
PSD

http://www.abrilabril.pt/nacional/caixa-grande-porta-giratoria
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Nuno Fernandes Thomaz

Nuno Fernandes Thomaz

Vogal
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João Nuno Palma

João Nuno Palma

Vogal

Cabral dos Santos

Cabral dos Santos

Vogal
PSD

 

Ana Cristina de Sousa Leal

Vogal

Maria João Carioca

Maria João Carioca

Vogal

Jorge Cardoso

Jorge Cardoso

Vogal

 

Pedro Pimentel

Vogal

 

Crespo de Carvalho

Vogal

 

Vieira Branco

Vogal

Eduardo Paz Ferreira<

Eduardo Paz Ferreira

Vogal

Daniel Traça

Daniel Traça

Vogal

 

Pedro Falcão

Vogal

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