27 de mar de 2017

Tusp: teatro estudantil e resistência. - Editor - a juventude estudantil como um todo dá a sua importantíssima contribuição para a demolição do GOLPE contra a Presidenta Dilma.

Tusp: teatro estudantil e resistência

Nos anos 1960, em meio à extraordinária efervescência política e cultural que caracterizou a década, verificou-se uma expansão ilimitada do teatro. Todo grêmio de escola que se prezasse tinha seu grupo de drama e produzia espetáculos relevantes. É nesse cenário que surge o Teatro dos Universitários de São Paulo, ou Tusp
Em cena, no Teatro dos Universitários, Os fuzis da Senhora Carrar, de
Em cena, no Teatro dos Universitários de São Paulo, "Os Fuzis da Senhora Carrar", de Bertold Brecht
Foto: Acervo Iconografia
Quem passasse por perto de Flávio Império quando assumiu a direção do Tusp em 1968, seria tragado pelo poder de imantação de seu fervor. De mim, queria apenas uma mão no texto da próxima encenação, numa espécie de assessoria literária durante os ensaios, para aparar as arestas e melhorar a fluência das falas. Ensaiava-se onde houvesse espaço e boa vontade, na Faap ou nas casas de Thomaz Farkas e Miriam Muniz.
A primeira tarefa que me destinou foi dar uma aquecida na introdução, uma análise da Guerra Civil Espanhola escrita por Boris Fausto a pedido do diretor. Um tanto longa e austera, segundo Flávio, precisava ser reduzida e dramatizada. Isso foi só o começo.
O teatro estudantil na década
Nos anos 1960, em meio à extraordinária efervescência política e cultural que caracterizou a década, verificou-se uma expansão ilimitada do teatro, em geral, e mais ainda daquele feito por alunos. Todo grêmio de escola que se prezasse tinha seu grupo de drama e produzia espetáculos relevantes. Entre as peças mais encenadas em todo o território estavam O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, e Morte e Vida Severina, de João Cabral de Mello Neto, ambas de inspiração sertaneja e popular, típica da década. Modelo e padrão, a encenação desta última pelo Tuca em 1966, com música de Chico Buarque tocando violão no palco, ganharia o prêmio do festival de teatro estudantil de Nancy, na França. Em São Paulo, a Comissão Estadual de Teatro fornecia verbas para essas realizações, e até consta que a grande montagem do Tuca teria sido financiada pela conjunção de recursos concedidos pela Comissão ao Tusp, ao Mackenzie e ao próprio Tuca1. A militância do Centro Popular de Cultura, ou CPC, muito tinha a ver com essa eclosão e com o prestígio do teatro como instrumento de resistência à ditadura.
Foi nesse quadro que entrou na liça o Tusp, ou Teatro dos Universitários de São Paulo, título que só utilizou nesse período, quando assumido por alunos da FAU e da Faculdade de Filosofia da USP. Ajudava muito que as duas escolas, uma na rua Maranhão e a outra na Maria Antônia, ficassem pertinho uma da outra, facilitando o leva e traz. E ambas passariam a maior parte do ano de 1968 ocupadas pelos estudantes.
Antes de mais nada, é bom lembrar que a sigla Tusp foi apropriada pela USP bem depois, passando a ser um órgão da Pró-Reitoria de Cultura. Em São Paulo, o Tusp já vinha de antes, e fora criado como Teatro Universitário de São Paulo. Este dos universitários (e não da universidade), em fase anterior, dirigido por Paulo José, e já na voga de Brecht, montara A Exceção e a Regra em 1967, levando-a a percorrer sindicatos e incitando a debates com os operários. Depois, chegamos à fase sob a direção de Flávio Império.
A peça escolhida foi Os Fuzis da Senhora Carrar, de Brecht.  Renomeada para a ocasião como Os Fuzis de Dona Teresa, abrasileirando o nome da protagonista e talvez despistando a censura, peça e autor figuravam entre os favoritos. Em 1962 fora encenada profissionalmente pelo prestigioso Teatro de Arena, com Dina Lisboa no papel-título e direção de José Renato, tendo Flávio por cenógrafo e figurinista.  
Dentre as muitas montagens amadoras espalhadas pelo país, menciona-se aqui só uma, a da Faculdade de Engenharia Mackenzie, dirigida por Antonio Ghigonetto em 1962, com a secretária da faculdade como protagonista. Seu nome era Dina Kutner futura mãe da atual atriz Bel Kutner, havida de seu casamento com Paulo José e sua carreira se desenvolveria sob o nome profissional de Dina Sfat. No momento, fazia no Arena o papel secundário de Manuela na mesma peça. O espetáculo mackenzista ocupou o palco do Teatro Leopoldo Fróes,  na Vila Buarque, e depois excursionou a Porto Alegre, para o festival criado por Paschoal Carlos Magno2. Como tantas outras iniciativas culturais, esta tinha tomado impulso no governo Kubitschek, quando Paschoal Carlos Magno, seu chefe de gabinete, recebera todo o apoio para as artes cênicas. Paschoal criara o Teatro do Estudante há tempos, com festival anual próprio, modelo que se disseminou pelo Brasil. Tanto o grande homem de teatro como suas iniciativas seriam ceifados pelo golpe de 1964.
Dentre os autores estrangeiros, sem dúvida era Brecht o dramaturgo da década. Um sem-número de suas peças foi encenado em toda parte, e dentre as preferidas pelos amadores vinha justamente esta. Peça curta, em um ato, não apresentava maiores dificuldades e, justamente, pregava a militância política – fator nada desprezível para sua extrema popularidade numa época como aquela.
Uma revista      
Paralelamente, o Tusp cria a revista aParte, dedicada às artes. Não sobreviveu a dois números e foi vítima da repressão, em inquérito aberto pela Polícia Federal, ali mesmo na delegacia da rua Maranhão, onde muitos de seus integrantes foram obrigados a depor. Por causa de seu título, a repressão inferiu que era órgão da Ação Popular, o que não era, mas tinha laços com outras organizações, como se viu pelos acontecimentos subsequentes.
Nos dois números, vem impresso: “Publicação do Tusp” e “Teatro dos Universitários de São Paulo”. Os nomes que aparecem no expediente são os de Elizabeth Milan, Sergio Ferro e Ricardo Ohtake pela programação visual. A capa do primeiro número traz uma foto da Guerra do Vietnã, com um tanque acossando um carro de boi; e a do segundo mostra a encenação de Os Fuzis pelo Tusp.
Em ambos os números é central a posição da Guerra do Vietnã, então chegando a seu ponto máximo: é o tema planetário da revista, juntamente com o tema local da ditadura e seu efeito sobre as artes. E em ambos é visível a preocupação de mesclar a reflexão nacional e a internacional.
Cinema e teatro concentram as matérias, assinadas por Ângela Mendes de Almeida, Augusto Boal, B. Wanderley, Betty Milan, Flávio Império, Gabriel Cohn, Jean-Claude Bernardet, José Celso Martinez Correa, Luiz Carlos Pires Fernandes, O.C. Louzada Filho, Sérgio Ferro, Sérgio Muniz, Zulmira Ribeiro Tavares, Walnice Nogueira Galvão. Nas pequenas notas, repetem-se alguns desses e mais os de Albertina de Oliveira Costa, Cláudio Vouga, Octavio Ianni.
Há poucas ilustrações: fotos da Guerra do Vietnã, da montagem do Tusp – belíssimas, todas clicadas por Victor Knoll, de filmes brasileiros e não brasileiros.  
A grande discussão que atravessa tanto os textos locais quanto os estrangeiros é a da militância política.
Em turnê
A montagem do Tusp tinha sete personagens e contava com 27 atores em revezamento, cada ator estando apto a interpretar mais de um personagem3
Quando volta a São Paulo para o Teatro Maria Della Costa em abril de 1968, a turnê já circulou por Santo André, Tuca, Assis, Marília, Presidente Prudente, Curitiba4. A mais longa seria a temporada de trinta dias em abril-maio no Ruth Escobar5 – escolha arriscada, pois a casa era um dos focos da insurgência, sobretudo dos profissionais do teatro, enquanto também acolhia o movimento estudantil. Antes que decorressem poucas semanas, em 18 de julho, Roda Viva, obra do mesmo cenógrafo e figurinista nas mesmas instalações, seria invadida e depredada pelo CCC – Comando de Caça aos Comunistas –, que aproveitou o ensejo para espancar os artistas.
Logo estaria no litoral, na Radio-Clube de Santos, ocasião em que um incêndio atingiu parte do cenário e figurinos6.
Foi carreira de muito êxito. Afora as casas supracitadas, deslocou-se para o Rio, indo primeiro ao  Teatro Nacional de Comédia7, passando depois para o Teatro Miguel Lemos, com direito a prorrogação e ao galardão de melhor espetáculo do ano conferido pelo Jornal do Brasil. De volta a São Paulo, em novembro vamos encontrá-la instalada por quinze dias no Teatro São Pedro8. Coroaria o percurso a  participação no VII Festival Mondial du Théâtre, de Nancy, no ano seguinte. Dina Sfat, que tão bem conhecia a peça e o papel, estando por lá em lua de mel com Paulo José, desempenharia a sra. Carrar9.  
O festival de Nancy, estendendo-se de 19 a 27 de abril de 1969, teve seu programa publicado no número 17 da revista Théâtre et Université, no qual figura um artigo do crítico Yan Michalski, do Rio de Janeiro10. A repercussão foi boa e uma posição de prestígio lhe foi reservada como fecho do festival, que, em gesto típico dos idos de 1968, tinha cancelado a premiação.
Sobre a montagem
O fator preponderante no êxito do espetáculo era, é claro, a mão do diretor, palpável e onipresente.
Destacava-se a opulência do audiovisual, que era grandioso, heterogêneo, múltiplo. A título de esclarecimento, encaminhamos o leitor às ideias que o cenógrafo expôs em vários textos, programas, plataformas, entrevistas, das quais a mais desenvolvida data de 198311.
O espectador era bombardeado não por qualquer coisa mas pelos signos da iniquidade. A iniquidade local aparecia na forma de uma camisa ensanguentada presa a um fuzil e inscrita com o nome de Edson Luis Souto, mais a data e local de seu assassinato: “Guanabara, 28 de março de 1968”. Acrescentavam-se fotos históricas que se tornaram emblemas da resistência à opressão: Guerra Civil Espanhola, Guerra do Vietnã, menino no gueto de Varsóvia. Sobrepunham-se imagens projetadas em movimento e alusivas às situações da peça, como a tourada em que o touro martirizado vertendo sangue das bandarilhas era afinal executado, seguindo-se a fabricação de salsichas, quando entravam os acordes de Dave Brubeck em comentário escarninho. Música clássica, pop e jazz assaltavam os ouvidos.
Havia várias interpolações. Flávio aproveitou a presença de um padre na peça para desenrolar uma missa negra, sacrílega e blasfema, lembrando tanto o odioso papel da igreja católica, baluarte do franquismo na Espanha, quanto a Tradição, Família e Propriedade (TFP), praga da época que ocupava diariamente as ruas. O assédio bélico era acentuado pelo erguimento de uma trincheira com sacos de areia empilhados, formando proeminente parte do cenário.
Com tanto ensaio, tanta turnê, tanta tarefa de segurança, alguns pormenores tornaram-se indeléveis. Em seguida a um violento confronto entre o filho e a mãe, em que esta, na marcação de Flávio, escanchava-se sobre o filho, como se o estivesse parindo, o diretor mandou-o escarafunchar o nariz – para quebrar o pathos... Uma fala da sra. Carrar, amaldiçoando o filho se pegasse em armas, ainda ressoa: “Eu o arrancarei de meu coração como se arranca um pé gangrenado!” Ou então a tirada final quando os poderosos – curas e generais – tripudiam sobre os vencidos: “Pelas brechas abertas por nossos canhões penetrarão o Evangelho e o lucro!”
Flávio foi figura de proa de sua geração no teatro, e renovou a concepção do que devia ser um espetáculo. Nunca um cenógrafo e figurinista recebera tantos prêmios importantes, e ele ganharia o Saci, o Molière, o Governador do Estado, o Mambembe, o Apetesp, o APCA – alguns deles mais de uma vez; e isso sem falar nos prêmios menores. No mesmo ano fez também Jorge Dandin, de Molière, com direção de Heleny Guariba, que voltava de um estágio com Roger Planchon na França, para o Teatro da Cidade de Santo André. Outro trabalho seu, mais uma vez para o Oficina, Roda Viva, ganhou o Governador do Estado desse ano. Não havia como não premiá-lo como o melhor de seu ofício em 1968: três trabalhos extraordinários – Os FuzisJorge Dandin, Roda Viva – e tudo isso num ano só.
Mas tanta premiação o incomodava. Flávio gostava de experimentação, e não de vias demasiado trilhadas: basta comparar os dois Os Fuzis que cenografou, o do Arena e o do Tusp. Quando o cumprimentei pelo prêmio em Édipo Rei, de Sófocles, uma superprodução de teatro conspícuo tendo por diretor Flávio Rangel e Paulo Autran como protagonista (1967), menosprezou o fato, ponderando que não passava de uma tarefa mercenária, destinada a render dinheiro que investiria na compra de materiais para Os Fuzis e para o Arena, de que era cofundador. Ele não tinha problema em botar a mão no bolso para comprar panos e tintas, indo pessoalmente mostrar às costureiras e carpinteiros como é que deviam operar. Mas ninguém esqueceria a riqueza da textura das peles de carneiro que Flávio mobilizou, nem dos três rastros escarlates que escorriam simetricamente de cada lado do rosto de Édipo após dilacerar os olhos com a fivela do manto, ao descobrir-se incestuoso e parricida.
A comparsaria
Figura catalisadora e cúmplice de Flávio tanto na concepção de Os Fuzis quanto na condução do Tusp12, responsável pelos textos teóricos que traduzia e trazia ao debate, André Gouveia, o filho da sra. Carrar, começava a destacar-se em outros feitos. Seria assistente de direção de Glauber Rocha em O Leão de Sete Cabeças (1970), filmado no Congo. Encontrei-me com ele por essa ocasião, não sei se aqui se em Paris, onde morreria em 1971, e brinquei com a notícia de que sua leading lady seria a famosa beldade de formas voluptuosas Raquel Welch (por fim, embora anunciada, a atriz foi outra). Nem se abalou, retorquindo que sua leading lady seria antes Jean-Pierre Léaud, protagonista do filme em pauta. O ator francês se notabilizaria como alterego de François Truffaut, que lhe deu seu próprio papel em filmes autobiográficos. André, no esplendor da vibração de seus 20 anos, contracenaria com ele em Os Herdeiros (1970), de Cacá Diegues, como coadjuvante logo abaixo de Sérgio Cardoso.
No elenco, Bety Chachamovitz e Sérgio Mindlin eram alunos da Politécnica. Os demais eram Rose Lacreta, que alternava com Bety Chachá (como todos carinhosamente a chamavam) como dona Teresa, Moacyr Villela, Renata Sousa Dantas, Cida Previatti, Maria Alice Machado, entre os mais destacados.
Por marcação de Flávio, muitas Mães Carrar jaziam cobertas e invisíveis nos corredores, levantando-se conjuntamente no clímax da cena final com fuzis nas mãos, interpelando os espectadores, multiplicando a decisão de dona Teresa no palco de engrossar a revolução. Era de arrepiar os cabelos. Entre nomes que foram registrados, como os de Maria Alice Machado, Marina Heck, Inês Sampaio e Iara Iavelberg, várias ficaram anônimas. Muitas apenas eventualmente, algumas numa única ocasião: mas era ponto de honra ser nem que só uma vez uma Mãe Carrar.
                    ***
Em março as manifestações de rua entram em ebulição, devido ao assassinato de Edson Luis Souto pela polícia, no Rio. O secundarista paraense participava de um protesto pacífico contra o aumento de preços na cantina da classe chamada “Calabouço”. Foi realmente o estopim dos motins civis e das passeatas que não mais cessarão o ano todo, até o AI-5 de 13 de dezembro de 1968. O Tusp vai em peso a todas as passeatas. Estará presente no grande ato de protesto de 1º de Maio na Praça da Sé, em que os manifestantes depredaram o palanque da cerimônia oficial e atingiram com uma pedrada o governador de São Paulo. Quem procurar nas fotos dos jornais, e provavelmente do Dops, verá André Gouveia, identificado pela camiseta favorita com o “Cânone das Proporções do Corpo” de Vitrúvio/ Da Vinci, encarapitado nos andaimes de uma obra, na esquina da praça.
A ditadura afinal decidiu dar um basta em tanta efervescência, dispersando a ferro e fogo o movimento estudantil, desocupando à força a Maria Antônia, banindo punitivamente a FAU e outras escolas para os confins, condenando-as à invisibilidade extramuros, alijando-as da vida da polis por temor do contágio. Acuaria os jovens no desfiladeiro sem saída da luta armada, dizimando a linha de frente de uma geração. As atividades culturais militantes, e entre elas o teatro, teriam de esperar pelo desgaste do regime para renascer em ampla escala e num clima de democracia, mostrando que tinham entrado em hibernação mas preservado o fôlego.
Ao longo do tempo, a constatação de que o público não viria mesmo para o Centro onde se aglomeram as principais casas da arte levaria à criação de teatros na periferia, para estimular in loco a frequentação de espetáculos. Foi assim que Flávio Império ganhou um teatro com seu nome, em Cangaíba (zona leste), fundado por Luiza Erundina quando prefeita.
Bibliografia
Adélia Bezerra de Menezes. Militância Cultural – A Maria Antonia nos Anos 60. São Paulo: COM-Arte, 2014.
Alberto d'Aversa. “Uma direção chamada Flávio Império – I”, Diário de São Paulo, 1º/6/1968 (AFI) e “Um texto, uma direção e um espetáculo – II”, A Gazeta, 31/5/1968 (AFI).
Eduardo Campos Lima. “Na USP, teatro foi palco de resistência à ditadura militar”, Revista Adusp, outubro 2013.
Iná Camargo Costa. Sinta o Drama. Petrópolis: Vozes, 1998.
Jefferson del Rios. Bananas ao Vento – Meia Década de Cultura e Política em São Paulo. São Paulo: Senac, 2007.
Marcelina Gorni. Flávio Império – Arquiteto e Professor. (Mestrado) Escola de Engenharia de São Carlos/USP, 2004.
Maria Cecília Loschiavo dos Santos (Org.). Maria Antonia: uma Rua na Contramão. São Paulo: Nobel, 1988.
Mariângela Alves de Lima e Maria Thereza Vargas. Versão integral da entrevista de Flávio Império no catálogo da exposição Rever Espaços. São Paulo: Centro Cultural São Paulo, 1983 (AFI).
Renina Katz e Amélia Hamburger. Catálogo da exposição Flávio Império em Cena. São Paulo: Sesc Pompéia, 1997.
Renina Katz e Amélia Hamburger (Orgs.). Flávio Império. São Paulo: Edusp, 1999.
Sábato Magaldi. "É o teatro de Brecht feito por estudantes, na boa montagem de Os Fuzis". O Estado de S. Paulo, 27/11/68.
Sábado Magaldi e Maria Thereza Vargas. Cem Anos de Teatro em São Paulo. São Paulo: Senac, 2000.
Tatiana Belinky. Entrevista à equipe da exposição Rever Espaços, Centro Cultural São Paulo, 1983 (AFI).
Yan Michalski. “Critique sur la représentation des Fusils”, Théâtre & Université, nº 17, numéro spéciale – Programme. Nancy: 1969 (AFI).
Walnice Nogueira Galvão é professora emérita da FFLCH da USP e integra o Conselho de Redação de Teoria e Debate
http://teoriaedebate.org.br/index.php?q=materias/cultura/tusp-teatro-estudantil-e-resistencia&page=0,2

notas
  • 3. O Estado de S. Paulo, 3/5/68.
  • 4. O Estado de S. Paulo, 21/4/68.
  • 5. Temporada de um mês, de 26/4/68 a 26/5/68, conforme o programa (Acervo Flávio Império, doravante referido como AFI). O patrocínio da UEE (União Estadual dos Estudantes) aparece por extenso na capa.
  • 6. O Estado de S. Paulo, 11/6/68.
  • 7. No convite: de 5/6/68 a 15/6/68 (AFI)
  • 8. Crítica de Sábato Magaldi, O Estado de S. Paulo, 27/11/68.
  • 9. Dina Sfat já dominava o papel de Teresa Carrar, assim não seria de estranhar quando, sem maiores rodeios, interpretou-a em Nancy. Informação de Bety Chachamovitz
  • 10. Revista e recortes da repercussão francesa (AFI

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