25 de nov. de 2009

ENSINO SUPERIOR DE TURISMO ENQUADRADO PELO SESU/MEC, NA ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA

A Secretaria de Educação Superior (Sesu) consultou desde 2008 às instituições e entidades de educação superior do País para definição do Cadastro de Denominações Consolidadas para Cursos de Graduação nas modalidades de licenciatura e bacharelado. Segundo o Ministério da Educação (MEC), o cadastro servirá de instrumento de gestão estratégica da Sesu para orientar os atos de regulação, tais como as autorizações de novos cursos, os respectivos reconhecimentos e renovações de reconhecimento.
Entre os objetivos do cadastro estão: evitar ou diminuir a incidência de denominações diferenciadas para o mesmo tipo de curso de graduação; melhorar a eficácia de diretrizes curriculares norteadoras já existentes; e facilitar os procedimentos para formulação de novas propostas para criação de cursos de graduação.
Após a consolidação do presente cadastro, os cursos de licenciatura e bacharelado serão classificados pelas áreas tradicionalmente utilizadas na educação brasileira, a saber: ciências agrárias, ciências biológicas, ciências da saúde, ciências exatas e da terra, ciências humanas, ciências sociais aplicadas, engenharias e tecnologia, lingüística, letras e artes e multidisciplinar (experimental).
De acordo com o secretário de Educação Superior, Ronaldo Mota, esta versão preliminar recebeu contribuições, sugestões e complementos dos técnicos da Sesu e ministério em geral, bem como da comunidade acadêmica.
"Após estas providências e conseqüente consolidação da proposta, poderá ser expedido ato do MEC estabelecendo a listagem como referencial básico para a formulação de pedidos de autorização, bem como para a expedição de atos de reconhecimento/renovação de reconhecimento, como forma de dar maior homogeneidade e clareza aos mesmos".
QUAL A SUA OPINIÃO SOBRE ESSA MUDANÇA ?
O QUE MELHORA?
O QUE MUDA?
QUE DIFERENÇA FAZ PARA O MERCADO?
QUE ALTERAÇÕES SERÃO INTRODUZIDAS NO CURRICULUM ?
OUTROS ASPECTOS?
Espaço aberto ás considerações...
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TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA: diversidade de olhares e experiências brasileiras

Organização:Roberto Bartholo, Davis Gruber Sansolo e Ivan Bursztyn
Esta publicação é fruto de uma trajetória. Encontros e reflexões que ao longo da última década consolidaram uma abordagem ao turismo desde uma perspectiva mais ampla e complexa do que seguidamente vem sendo tratada como exclusivamente uma atividade econômica. O Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social (LTDS) está vinculado à área de Gestão e Inovação do Programa de Engenharia de Produção do Instituto Luiz Alberto Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (COPPE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro; e é liderado por Roberto Bartholo. O LTDS vem, desde 1996, realizando atividades que procuram unir a reflexão acadêmica ao enfrentamento de carências sociais, reunindo e formando profissionais interessados em aplicar critérios ético-valorativos à criação, gerenciamento e avaliação de modelos inovadores de intervenção e desenvolvimento.
A presente publicação está organizada em duas grandes partes. A primeira parte, intitulada “Diversidade de olhares” é dedicada a um enfoque teórico que possa dar contribuições para conceituação do Turismo de Base Comunitária. Na segunda parte, intitulada “Experiências brasileiras” buscamos expor algumas características das iniciativas apoiadas pelo Ministério do Turismo no âmbito do edital 01/2008. Nossa intenção é dar visibilidade para a diversidade de projetos e seus promotores, divulgando alguns dos lugares e iniciativas que compõem o cenário do Turismo de Base Comunitária no Brasil.
Apresentar um marco conceitual para o turismo de base comunitária não é das tarefas mais fáceis. Muitas são as abordagens possíveis e as referências que podem guiar um discurso que busque definir esta atividade que em sua essência é diversa. Não se pode falar em modelos ou quaisquer outras formas simplificadoras. A diversidade de contextos, histórias, lugares e personagens fazem de cada uma das iniciativas autoproclamadas “comunitárias” únicas. Tentar compreender essa diversidade e extrair ensinamentos que possam subsidiar a formulação de políticas públicas é sem dúvida um grande desafio.
Convidamos, assim, 27 pesquisadores, doutores e mestres, para compartilharem suas visões e experiências. Oriundos dos mais diferentes campos do saber (engenharia, antropologia, geografia, sociologia, ciências ambientais, turismo, jornalismo, economia, etc.) e dos quatro cantos do país e do exterior, os autores buscaram apresentar suas contribuições em forma de ensaios, artigos e estudos de caso. São textos que, no entender dos organizadores, podem contribuir para a compreensão das bases conceituais e, por conseguinte, fornecer ferramentas para o fortalecimento dessa forma de turismo, protagonizado por atores sociais cuja identidade foi forjada na história dos lugares. De forma alguma, desconectada com o mundo, mas distinguindo-se pela sabedoria construída no lugar, com suas crenças, valores, mitos, técnicas, enfim, por aqueles que detêm um patrimônio intangível, mas que existe, que resiste e que se dispõem a aqueles que compreendem o valor da diversidade, da alteridade.
A segunda parte, é dedicada a uma breve descrição dos 50 projetos apoiados pelo Ministério do Turismo por meio do edital 01/2008. A chamada para o edital atraiu cerca de quinhentas propostas de todo o Brasil das quais 50 foram selecionadas por uma banca formada por representantes do Ministério do Turismo, por professores e pesquisadores de algumas universidades brasileiras e por consultores especialistas no tema.
Nosso objetivo foi o de reunir e apresentar as reflexões que hoje já estão disponíveis sobre o turismo de base comunitária, como um passo para um aprofundamento que exige olhares multifacetados, mas também que estejam abertos ao diálogo transdisciplinar que o tema necessita. Acreditamos que esta publicação marque o início de uma parceria entre o Ministério do Turismo e o Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social da COPPE/UFRJ, visando o aprimoramento dos instrumentos públicos de fomento ao turismo de base comunitária no Brasil. A consolidação do turismo de base comunitária enquanto atividade geradora de benefícios diretos as comunidades locais necessita de um esforço conjunto dos setores público e privado, da sociedade civil organizada e de instituições de ensino em todo o país.

http://www.ivt-rj.net/

Vide abaixo matéria sobre o evento Turismo e Participação Comunitária, realizado em 1984 em Goiânia, coordenado por este consultor de turismo e jornalista. Espaço aberto ao debate.
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PUBLICAÇÕES DO MINISTÉRIO DO TURISMO


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Planos Nacionais Os Planos Nacionais de Turismo 2003-2007 e 2007-2010 baseiam-se na perspectiva de expansão e fortalecimento do mercado interno, com especial ênfase na função social do turismo, objetivando transformar a atividade em um mecanismo de melhoria do Brasil e um importante indutor da inclusão social.
Proposta Estratégica de Organização Turística - Copa 2014 O MTur em parceria com a FGV realizou estudos em todas as cidades candidatas à sede da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
Estudo de Competitividade dos Destinos Indutores O estudo apresenta informações atualizadas sobre a infraestrutura geral, transportes, acesso, equipamentos e serviços turísticos, marketing, sustentabilidade, entre outros elementos determinantes para a seleção dos 65 destinos indutores do desenvolvimento turístico no País, prevista no Plano Nacional de Turismo (PNT 2007-2010).
Revista Roteiros do Brasil A revista Roteiros do Brasil reúne 87 oportunidades de viagem pela diversidade da cultura, gastronomia e paisagens do nosso país. A identificação desses roteiros é resultado do processo de evolução e amadurecimento do mercado turístico nacional, dos órgãos oficiais de turismo e deste Ministério.
Planos de Marketing Os Planos de Marketing permitem avaliar as ações de divulgação do turismo e, na versão mais atualizada, propõem medidas reformuladas para alcançar melhores resultados.
Módulos Operacionais do Programa de Regionalização O que se apresenta nos “Módulos Operacionais do Programa de Regionalização” são direcionamentos para promover o desenvolvimento regionalizado, propiciando a integração de todos os setores econômicos e sociais em prol de um objetivo comum: melhorar a qualidade de vida das populações e dinamizar a economia do País.
Inventariação de Oferta Turística A inventariação da Oferta Turística compreende levantamento, identificação e registro dos atrativos turísticos, dos serviços e equipamentos turísticos e da infraestrutura de apoio ao turismo como instrumento base de informações para fins de planejamento e gestão da atividade turística.
Série Caminhos do Futuro Coleção de manuais lançada pelo Ministério do Turismo com o objetivo de educar a sociedade para o setor.
Desafios do Turismo Sustentável Esta publicação eletrônica faz parte do Projeto "Aperfeiçoamento do Processo de Concepção e Implementação de Programas Regionais de Desenvolvimento do Turismo, objetivando o Alívio da Pobreza", um convênio de cooperação do Banco Mundial com o Ministério do Turismo.
Qualificação Profissional Manuais para o empresariado e guias de aperfeiçoamento profissional foram elaborados para melhorar a qualidade e a segurança dos serviços turísticos, e a gestão sustentável dos estabelecimentos envolvidos.
Relatórios e Estudos de Mercado Para melhor avaliação do Turismo brasileiro, em alguns cenários, são realizados estudos de mercado e relatórios acerca do seu desempenho.
Estudos da Competitividade do Turismo Brasileiro - Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Os Estudos de Competitividade e Estratégia Comercial visam a construir um marco teórico que contribua para a reflexão dos agentes turísticos brasileiros futuro do turismo em nosso país.
Guia Brasileiro de Sinalização Turística O Manual de Sinalização apresenta meios para se garantir a eficiência e a segurança do sistema viário para os usuários das vias urbanas e rurais, direcionando-os e auxiliando-os a atingir os destinos pretendidos.
Cadernos e Manuais de Segmentação :Aqui estão disponibilizados cadernos, manuais e estudos que conduzem as segmentações do turismo brasileiro. São materiais elaborados pelo Ministério do Turismo, junto com profissionais e instituições especializados na área, que indicam a realidade do setor.



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ADETUR/NORTE PROMOVE SEMINÁRIO

A Agência de Desenvolvimento do Turismo da Macrorregião Norte (Adetur Amazônia) terá a primeira edição do Seminário de Conectividade durante a 5ª Feira Internacional da Amazônia - (Fiam), que inicia hoje, dia 25, e segue até sábado, dia 28, em Manaus. Na ocasião, empresários e autoridades ligados ao turismo do Brasil e de outros países discutirão práticas para o fomento do turismo da região.
Como receberá empresários de diversos segmentos, o evento priorizará setores com potencial para exportação. É o caso do turismo, que começará a ser abordado amanhã, dia 26, no seminário promovido pelo Banco da Amazônia, com o tema "Turismo na Amazônia: inovação e integração como alternativas para estruturação de um destino competitivo". O presidente da Adetur Amazônia, José Raimundo Morais abordará a Dinâmica de integração para promoção do destino Amazônia.
Além disso, no dia 26, será realizado no Auditório da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (AFEAM), o 1º Seminário da Adetur Amazônia, Conectividade da Amazônia: responsabilidade de todos os brasileiros, que contará com a participação de toda a diretoria e conselheiros da entidade. Na abertura o presidente da Amazon Sat, Phelippe Daou Júnior, receberá uma homenagem pelo apoio à candidatura da Amazônia no concurso Novas 7 Maravilhas da Natureza.
Em seguida, estão programados quatro painéis. No primeiro, o representante do Sebrae Abase Norte, Elton Pantoja, fala sobre projetos para o turismo regional e nacional. Já o segundo abordará uma pesquisa do Proecotur sobre a expectativa do turista estrangeiro em relação ao que a Amazônia oferece, que é uma parceria com o MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE e será conduzido pelo gerente de capacitação do Proecotur, Fernando Ferreira.
O terceiro será ministrado pela diretora executiva do Amazonas Convention & Visitors Bureau, Adriana Papa, com apoio da Braztoa e levantará a questão da integração de roteiros turísticos. Para finalizar, Banco da Amazônia coordenará o painel sobre financiamento ao turismo amazônico, na figura de Oduval Lobato Neto. O público estimado é de 100 pessoas, entre empresários e líderes governamentais e corporativos.
O Amazonas Convention & Visitors Bureau irá coordenar pela segunda vez a Rodada de Negócios de Turismo. "Este ano nosso enfoque é desenvolver roteiros integrados, um tema primordial para nossa Adetur. Operadores nacionais e internacionais realizarão negócios importantes com empresários de diversos segmentos turísticos dos estados que compõem a Amazônia Legal", informa Adriana.
Para o presidente da Adetur Amazônia, José Raimundo Morais, todas as atividades vão contribuir para o aprimoramento dos produtos turísticos da região. "As operadoras terão oportunidade de apresentar novos roteiros e programas já no próximo encontro da Braztoa, agendado para março de 2010", relata Morais.
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