10 de dez de 2016

A carta aberta de Thereza Collor a Renan

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A carta aberta de Thereza Collor a Renan


‘Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz’. As vacas de Renan dão cria 24 h por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas! Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas.

Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser deputado estadual em 1978 – que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição dentro da ditadura militar – você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem nunca a ousar como os bandidos.

Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse qual fosse o preço, Renan Calheiros nunca mais seria o filho do Olavo, a digladiar-se com os poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de dinheiros.

Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto, descobriria um atalho, um mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe, um dia derrotaria todos eles, os emplumados almofadinhas que tinham empregados cujo serviço exclusivo era abanar, durante horas, um leque imenso sobre a mesa dos usineiros, para que os mosquitos de Murici (em Murici, até os mosquitos são vorazes) não mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da política, não seria Renan Calheiros o dono único, coronel de porteira fechada, das terras e do engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu para os Omena, poderosos e perigosos.

Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.

Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de Fernando Collor, aproximaram-se dele e se aliaram, começou a ser Parido o novo Renan.

Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito. Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um demérito, essa sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais, o seu talento de vencedor. Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E Renan Calheiros decidiu que, se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria em tudo. Haveria de ser recebido em Palacios, em mansões de milionários, em Congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto, todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seriam rebatizados em Fausto e opulência; “Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo do Rei.”

Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: “A alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível.” Mais adiante, porém, diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: “Suje-se, gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!”

Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez. Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu caso, nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço! Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha com US1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av. Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho.

E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a segui-lo nas estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha – e é tudo seu, montanha e glória – ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.

Você, Renan, não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na política brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes picaretagens nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva corruptos? José Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho, passando-lhe a alquimia de 50 anos de malandragem?

Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de Brizola, e hospedou no seu Ministério um office boy do próprio Brizola? Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e dobrou o Supremo Tribunal Federal? No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem, roubam, traem. Assim, senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos gritantes de improbidade, de desvio de conduta pública e privada, tem a quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para blinda-lo.

E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra – Siba – é o camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará de tudo para que a sua bandeira – absolver Renan no Conselho de Ética – consagre a sua carreira. Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito sestroso com que ele defende o chefe… É mais realista que o Rei. E do outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: quero absolver Renan.

Que Corregedor!… Que Senado!…Vou reproduzir aqui o que você declarou possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura:

1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil; 

2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil;

3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil;

4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil.

E SÓ.

Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de gado! Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na realidade, mais de R$1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel, comprada de um comerciante farmacêutico, vale mais de R$ 2.000.000. Só aí, Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMONIO DE CERCA DE R$ 5.000.000.

Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhoes, como comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome de laranjas? Que herança moral você deixa para seus descendentes?

Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena? Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário de Murici. E você respondeu: “Não tenho uma só tarefa de terra. A vocação de agricultor da família é o Olavinho.” É verdade, especialmente no verde das mesas de pôquer!

O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices. Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento desonesto e mentiroso. Hoje perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por causa de gente como você!

Por favor, divulgue esta minha carta para o Brasil inteiro, para ver se o Congresso cria vergonha na cara.

Os alagoanos agradecem.
http://www.contextolivre.com.br/2016/12/a-carta-aberta-de-thereza-collor-renan.html
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Sudeco assina contrato de R$ 31 milhões para ampliação de resort. Editor A empresa em questão, pode pleitear tal emprestimo, mas a mesma tem suporte e aporte para bancar tal procedimento de ampliação. Dentro do conceito do Turismo e Participação Comunitária, implementado em 1984, na prefeitura de Goiania-GO, quando Consultor de Turismo, esse montante poderia ser repartido entre 100 a 500 empreendedores, o que daria uma tremenda alavancagem a qualquer núcleo receptor e até mesmo a uma ação regional de desenvolvimento turístico, em qualquer parte do Brasil. Se empresta dinheiro, a quem não precisa. Tem mais, a de geração de empregos, por esses pequenos e médios empresários, empreendedores, micro empresários, gera muito mais mão de obra do que o empreendimento aquinhoado gerará. É questão de politica pública voltada para quem necessita e não para quem tem o poder e emprega o seu dinheiro nas instituições financeiras e pega dinheiro do governo a juro barato. Dar a quem não precisa e tirar de quem necessita. Covardia de um governo GOLPISTA

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Sudeco assina contrato de R$ 31 milhões para ampliação de resort

Recurso do FDCO será investido na construção de um restaurante e no aumento de um hotel do complexo
Brasília (DF), 1º/12/2016 - A Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) assinou, na tarde desta quinta-feira (1º), um contrato com a Caixa Econômica Federal (CEF) que destina R$ 31 milhões, do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO), para a Companhia Thermas do Rio Quente. 
O valor será aplicado na construção de um restaurante e na ampliação das instalações de um dos hotéis do complexo, localizado no município de Rio Quente (GO). O recurso será liberado em quatro parcelas. A primeira será de R$ 10,3 milhões. 
A cerimônia de assinatura ocorreu na sede da autarquia, em Brasília (DF), e reuniu representantes da Caixa Econômica (agente operador à frente desta operação), da Sudeco e da empresa beneficiária. 
"Desejamos sucesso a este empreendimento, que vai ao encontro das necessidades da Região Centro-Oeste. Estamos satisfeitos em dar início ao processo que vai gerar mais emprego e efetividade ao desenvolvimento da região e ao Estado de Goiás ", declarou o superintendente Antônio Carlos Nantes de Oliveira.
O superintendente ressaltou ainda que sua preocupação básica é democratizar a participação dos agentes financeiros. "A concorrência em qualquer setor é sempre muito saudável".
"É muito importante para a Caixa ser o repassador deste recurso do FDCO porque nós conhecemos a tradição da Companhia e é um dos empreendimentos turísticos mais importantes do país. Nós sabemos também que este recurso vai ser muito bem aplicado", observou o superintendente de Negócios Corporativos da Caixa Econômica Federal, Alexandre Gonçalves Borges.
"Nós já tínhamos linhas no FCO e é a primeira via FDCO. É um projeto muito grande e vai vai contribuir para o crescimento do grupo. Serão gerados seiscentos empregos direto e mil e oitocentos empregos indiretos, ressaltou o gerente Financeiro da Companhia Thermas do Rio Quente, Thiago Queiroz.
O complexo hoteleiro Rio Quente Resorts é um dos carros-chefes do turismo goiano. É detentor também da praia de águas quentes, correntes e naturais, com capacidade para receber até 15 mil pessoas simultaneamente.
Cerimônia de assinatura do contrato

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AÉCIO, O MINEIRINHO, ESTÁ LÁ TAMBÉM: R$ 15 MILHÕES. Editor o estrago desse cidadão, que deveria ter cassado o seu RG,roubou muito mais,, mas roubou muito mais mesmo. Roubou 3,5 milhões de empregos, de pais, mães, jovens, idosos. Roubou a credibilidade do BRASIL no mundo. Roubou a imagem de um país inteiro, transformando-o em país dos ladrões, picaretas, safados, canalhas e bandidos. Lamento pelo seu filho e esposa, que nada tem a ver com o desvio comportamental de um boizinho que só sujou, emporgalhou, jogou na sarjeta a imagem de seu avo Tancredo Neves. E agora Aécio........

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EX -MINISTRO DA JUSTIÇA DIZ QUE MORO É CRIMINOSO

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MRV e empregadores ligados à política entram para a "lista suja" Lista suja do trabalho escravo, que ainda hoje contiuna. É preciso dar um basta nessa exploração. Denuncie.

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MRV e empregadores ligados à política entram para a "lista suja"

Construtora MRV entrou no cadastro de empregadores que exploraram mão de obra escrava por conta de flagrantes ocorridos em Bauru (SP) e Americana (SP)
A construtora MRV, empresa do setor de construção de edifícios residenciais que obteve o maior lucro das Américas em 2011 segundo estudo recente da Economatica, foi incluída na "lista suja" do trabalho escravo. O cadastro mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) vem sendo divulgado desde o final de 2003 e reúne empregadores flagrados pelo poder público na exploração de mão de obra em condições análogas à escravidão.
Com as 116*** inclusões efetivadas na atualização semestral desta terça-feira (31), a "lista suja" atingiu o número recorde de 398 nomes. Nove empregadores foram excluídos (oito deles em decorrência do vencimento do prazo de dois anos e do pagamento das multas, e um por conta de liminar obtida recentemente na Justiça) e dois reingressaram em decorrência da invalidação de instrumentos judiciais que os mantinham fora da relação.
A entrada da MRV se deve a duas fiscalizações que encontraram grupos de trabalhadores migrantes em condições de trabalho escravo contemporâneo em obras de condomínios no ano de 2011 – Parque Borghesi, na cidade de Bauru (SP), e Residencial Beach Park***, em Americana (SP). O Ministério Público do Trabalho (MPT) chegou a protocolar uma representação inédita há alguns meses para que a construtora, que lidera contratos do programa federal de habitação popular, Minha Casa Minha Vida, seja investigada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por prática dedumping social.
Também entrou na "lista suja" a Prime Incorporações e Construções S/A, que faz parte do grupo econômico encabeçado pela MRV. Fiscalizações no setor de construção civil resultaram ainda em outras inclusões. A MSKE Construções e Serviços Ltda. entrou para a relação por conta de um flagrante em obras do Minha Casa Minha Vida, em São José do Rio Pardo (SP). E a Eplan Engenharia Planejamento e Eletricidade Ltda. passou a constar no cadastro em função da libertação de nove pessoas em frentes de trabalho de expansão do Programa Luz para Todos, em Guajará-Mirim (RO).
Entre os ingressantes, destacam-se nomes de empregadores ligados à esfera política, como o engenheiro René Pompêo de Pina, que foi secretário de infra-estrutura do Estado de Goiás e presidente do conselho da Celg Distribuição S/A, filiado ao PSDB, e o de Janete Gomes Riva, esposa do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso, José Riva (PSD). O sobrinho do deputado federal Carlos Bezerra (PMDB/MT), Emanoel Gomes Bezerra Júnior, também aparece na "lista suja".
Nos próximos dias, a Repórter Brasil publicará mais matérias com mais informações e dados sobre a nova "lista suja" do trabalho escravo.
Inclusões e exclusões da "lista suja" do trabalho escravo
Entraram em 31/07/2012
A. B. (Antonio Barbosa) de Carvalho – 07.048.374/0001-26Abimael Jesus Moreira – 617.714.301-68Abner Jesus Moreira – 01.383.301/0001-04Adalton Perez Varéa – 221.446.682-72Adriano Carlos Piasseski – 811.083.549-04Adriano Dale Laste – 944.302.099-87Agenor Batista dos Santos – 050.037.683-20Agropastoril Gaboardi Ltda – 79.249.082/0001-62Agropecuária Ribeirópolis Ltda – 32.989.204/0002-74Alcione Swinka Ferreira – 288.646.542-91Alfredo Caiado Paranhos Filho – 708.565.321-34Aloir Scariot  – 518.425.729-20Amauri Salvador – 560.224.337-20Antônio Alves da Silva – 438.062.522-20Antonio Fernandes Camilo Filho – 263.193.146-72 Antônio Gonçalves de Oliveira – 076.322.663-72Antônio Javorski – 283.780.169-00
Antônio Vieira Fortaleza- 013.810.163-91
Arnoldo Fischer – 053.536.290-00Berc Etanol e Agricultura Ltda – 09.064.447/0001-07Brasdoor Agroflorestal Imp. e Exp. Ltda – 05.379.165/0001-30
Brasil Timber Ltda. – 05.423.988/0001-15
Bruce Barbosa Guerra – 865.125.284-68Chaules Volban Pozzebon – 408.932.192-15Darcy Piovesan – 127.086.589-72Devanir Rodrigues Porto – 106.440.321-20
Ecomax Agroflorestal e Pecuária Ltda. (atual: Becchi Ind. e Com. de Imóveis Ltda.) – 
01.028.941/0001-04Edson da Silva Rossi – 019.997.838-75Edson Jorge Nogueira Paixão – 048.054.068-36Edson Malaquias da Silva – 053.950.191-38Edson Ragagnin- 868.743.491-04
Eliana Camara Biagioni – 325.549.666-72
Emanoel Gomes Bezerra Junior – 482.378.251-87Eplan Engenharia Planejamento e Eletricidade Ltda. – 02.838.407/0005-41
Esperança Agropecuária e Indústria Ltda. – 06.385.934/0007-60
F. A. Dias de Freitas ME – 08.388.606/0001-58F. V. de Araújo S/A-Madeiras Agricultura Ind. e Com. – 78.144.300/0001-31
Fazenda 5S – 00.500.085/3298-84 (CEI)
Fernando Henrique de Moura – 450.272.857-87
Fidelcino Andrade – 007.727.635-34
Francisco César Cavalcante – 043.684.646-21Francisco Elder Marinho Araújo – 040.571.202-20Garcias dos Santos – 012.353.371-62Geraldo Aires de Souza Nunes – 380.409.131-87Gerson Botelho de Frias – 359.295.102-53Idércio Lemes do Prado – 088.484.321-15Ilmar Santos da Silva – 357.594.535-72Inácio Pereira Neves – 013.185.861-00Ind. e Com. de Erva Mate Herança Nativa Ltda. – 01.737.480/0001-30Ind. e Com. de Erva Mate Tiecher Ltda. – 07.972.739/0001-04Ivam Rodrigues – 124.785.711-53Janete Gomes Riva – 364.096.001-78João Altair Caetano dos Santos – 368.413.239-04João Arruda Construção e Mineração Ltda – 09.299.512/0001-75João Batista Marques – 144.615.956-68João Gouveia da Silva (espólio) – 030.976.504-82Joaquim Gonçalves Rodrigues – 025.150.321-68Jorge Gonçalves de Almeida – 041.161.366-97José Correia Filho – 077.831.988-13
José Edinaldo Costa – 116.290.615-49
José Pedro de Lima (Pavimentadora São José) – 74.040.411/0001-47José Ricardo Selmi Guiss – 125.666.648-38Juciel Dias Correa – 429.889.186-00Laci Dagmar Zoller Ribeiro -080.146.559-15Laurélio Rogemar Kochenborger – 636.370.300-04Lauro Tramontini – 006.061.011-52Leandro Pilocelli – 781.704.191-15Leão José Albuquerque Ferreira – 890.332.055-72Lir Rufatto – 244.575.079-20Locação de Máquinas e Construtora Primavera Ltda. ME – 09.298.249/0001-08
Luciano Aparecido Correia – 836.942.859-20
Luciene Cani – 005.396.287-78Maicon Lima Rampelotti – 007.256.971-99Manoel Diniz – 167.384.381-68Marcelo Alves Costa – 074.707.488-73Marcelo Krohling – 009.889.597-47Marcelo Sampaio Corrêa – 796.283.621-00Márcio Adriano Pereira da Silva – 822.613.851-53Márcio Henrique Marcondes Lários – 079.014.478-69Marcos César Jordão – 138.786.688-56Marcos de Moura Henrique – 564.044.096-15Marcos Kuhn Adames – 383.805.360-53Marcos Roberto Pereira da Silva – 849.174.826-15
Maria Aparecida Barbosa Zamproni – 173.561.569-20
Marilene Camargo e Cia. Ltda. EPP – 05.529.245/0001-24Mauro Nascimento dos Santos Barros (espólio) – 440.100.795-68MKSE Construções e Serviços Ltda. – 01.916.908/0001-02MRV Engenharia e Participações S.A. – 08.343.492.0005-5308.343.492/0004-72***Nantes Lenhadora Ltda. ME – 07.194.268/0001-50
Nestor Hermes – 208.484.390-15
Nilton Batista Ribeiro – 603.067.185-53
Oliveira Ferreira Barbosa – 022.501.609-53
Onério Castanha – 221.926.388-68
Parra & Cia Ltda. – 79.890.737/0001-87Paulo Davit Baldo – 199.997.390-91Prime Incorporações e Construções S/A – 00.409.834/0003-17 Procopiak Florestal Ltda. – 83.244.053/0001-85René Pompêo de Pina – 004.546.211-91
Rudimar Piccini – 600.849.950-68
Santo Antônio Agrícola S.A. – 24.453.136/0002-04
Sebastião Gardingo – 153.207.906-00
Sebastião Otaviano Marques – 042.088.541-20
Sebastião Ribeiro do Prado – 488.622.826-72Silvino Santana Araujo – 104.029.528-20Sílvio da Silva – 868.043.911-87Takao Hamano – 237.535.449-49Usina Cruangi S/A – 11.809.134/0001-74
Valdir Sperotto – 213.401.619-15
Valorem Ind. Com. de Madeiras e Assess. Florestal Ltda.- 96.192.141/0001-22
Volnei Modesto Diniz – 136.905.741-53
W. S. A. Madeireira Ltda. ME – 08.817.485/0001-12Waldemar Vilhena – 059.267.506-87Walmir de Souza – 436.527.789-87
Yong Gul Kim – 063.404.058-86

Zenir B. Savi -10.209.990/0001-26
Saíram em 31/07/2012
Alberto de Deus Guerra – 036.936.356-68
Antônio Carlos Françolin*** – 627.916.998-72
Gilberto Andrade – 032.316.072-72
Joaquim Faria Daflon – 004.501.706-91
José Carlos de Souza Barbeiro – 041.188.988-53
José Maurício dos Santos ME – 07.041.102/0001-02
Móveis Rueckl Ltda – 85.907.012/0001-57
Waldir Batista Rios – 061.456.631-20 
Saiu em 31/07/2012
Gilmar Toniolli* – 475.888.700-44
Retornaram em 31/07/2012
Antônio Luiz Fuchter** – 138.445.129-34Olavo Demari Webber** – 213.734.340-15
http://reporterbrasil.org.br/2012/07/mrv-e-empregadores-ligados-a-politica-entram-para-a-quot-lista-suja-quot/

*Excluído por liminar judicial
**Reinserido por queda de liminar judicial
***Matéria atualizada às 10h20 de quarta-feira (1°), após correção de dados
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Imbassahy e PSDB receberam doações de empresas investigadas Editor esse senhor que o PSDB quer colocar no lugar de Geddel, o da torre platinada de Salvador. TUDO FARINHA DO MESMO SACO . ACORDA BRASIL. VOLTA DILMA. QUEREMOS DEMOCRACIA. QUEREMOS PAZ. QUEREMOS QUALIDADE DE VIDA. QUEREMOS FIM A BRUTAL CORRUPÇÃO.QUEREMOS DEMOCRACIA, MAS MUITA DEMOCRACIA.

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10 de fevereiro de 2015 - 19h55 

Imbassahy e PSDB receberam doações de empresas investigadas 


  
O último bombardeio foi feito por ele na página de opinião do jornal A Tarde desta terça-feira (10/2), onde publicou um artigo insinuando que “o petrolão sobe a rampa”. No texto, condena o uso de dinheiro da Petrobras para financiamento de campanhas eleitorais do PT.

Mas nenhum espaço é mais utilizado para as críticas do que a página que o deputado possui no Facebook. Lá, Imbassahy fala na instalação de uma organização criminosa no poder e se queixa bastante da existência de uma “crise moral e ética” no Brasil. O que o parlamentar não pode contar é que, nas novelas sobre corrupção, ele também já foi personagem, principalmente durante os dois mandatos que esteve à frente da Prefeitura de Salvador (1997-2004). Outros personagens da trama que ele participou outrora se repetem, agora.

Nos idos de 1999, o então prefeito, que não era ainda do PSDB, mas do antigo PFL de Antônio Carlos Magalhães (ACM-Avô), abriu licitação para a construção do Metrô da capital, uma das obras públicas mais polêmicas do estado – ganhou o noticiário nacional pelos desvios de dinheiro público e por ter demorado 14 anos para ser concluída. Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), o processo de licitação da prefeitura foi fraudado para que duas empreiteiras participantes pudessem “vencer”. Quais são elas? Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez.

Executivos das duas construtoras, as mesmas que aparecem hoje nas denúncias da Petrobras, foram denunciados por formação de cartel e quadrilha, além da fraude na licitação. As empresas se uniram à Siemens – a mesma do cartel no metrô de São Paulo – para criar a Metrosal, que participou da licitação em Salvador, vencida pelo consórcio Cigla. Ainda segundo a denúncia, a Metrosal só conseguiu “vencer” porque pagou cerca de R$ 11 milhões para a Cigla desistir da obra.

Em 2010, o MPF propôs ação por improbidade administrativa contra a Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez e mais outras quatro: Norberto Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão e Constran – as três primeiras também aparecem na lista da Laja Jato -, além de 11 pessoas ligadas à administração pública municipal. De acordo com o órgão, os cofres públicos tiveram um prejuízo de R$ 100 milhões, por conta das irregularidades no processo licitatório e na execução das obras do Metrô de Salvador.

Desde a Ação Penal 470 – que ficou conhecida como Mensalão -, a oposição vocifera a tese de que os gestores públicos em cargos de superioridade hierárquica precisam responder pelos crimes cometidos pelos subordinados. Foi assim que tentaram incluir o ex-presidente Lula no processo. Com a presidenta Dilma, a história se repete. Na contramão da defesa desse argumento está a própria oposição, que tem na participação de subordinados de Imbassahy na fraude do metrô uma contradição.

Campanhas

No mesmo ano de 2010, Imbassahy disputava uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PSDB – já não era mais PFL. Conseguiu se eleger e, ao final da campanha, apresentou à Justiça Eleitoral a prestação de contas: R$ 583.982,88 foram gastos. Dois dos maiores doares foram as empresas Coesa Engenharia e Construtora Barbosa Mello – cada uma ofertou R$ 100 mil ao candidato. Os nomes das duas empresas aparecem na lista de investigadas na Operação Lava Jato.

Subsidiária da OAS – a mesma da fraude do metrô da capital -, a Coesa Engenharia foi umas das empresas que fizeram negócios com uma construtora de fachada controlada pelo esquema do doleiro Alberto Youssef. A Barbosa Mello foi identificada como uma das empresas que repassaram dinheiro a outra empresa de fachada, ligada, supostamente, a um laranja e amigo de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobrás.

Se 2010 parecer distante, a prestação de contas de Imbassahy referente à última eleição, de 2014, não deixa dúvidas quanto à possibilidade de recebimento de dinheiro advindo de fraudes.

Na tentativa de se manter na Câmara dos Deputados, o parlamentar tucano multiplicou por sete a arrecadação, passando de R$ 583 mil, em 2010, para R$ 4,2 milhões, em 2014. À Justiça Eleitoral declarou que muitos dos valores foram repassados pelos diretórios estadual e nacional do PSDB. Entre os colaboradores estão, novamente, empresas investigadas na operação da PF.

Por meio do partido, Imbassahy recebeu contribuições das empresas Companhia Brasileira de Projetos e Obras (CBPO) – ligada ao grupo Odebrecht, que também aparece no processo da fraude das licitações do metrô -, a UTC Engenharia e a OAS Empreendimentos, que doaram, respectivamente, R$ 269.700,00, R$ 76.875,00 e R$ 250.000,00. Somados, os valores chegam a quase R$ 600 mil, valor maior do que os gastos com a primeira campanha.

A nossa equipe tentou localizar, também, a prestação de contas das campanhas de Imbassahy nas duas vezes que concorreu à Prefeitura de Salvador (1996 e 2000), mas o Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-BA) não respondeu às solicitações.

Ataques

Em novo desdobramento da Operação Lava Jato, a Polícia Federal divulgou documentos obtidos na sede da empreiteira Camargo Correa, em São Paulo. Uma das planilhas localizadas menciona o ex-deputado federal e atual prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) e o associa a dois valores em dólares de US$ 100 mil e US$ 300 mil, o que levanta uma suspeita sobre a participação dele no esquema. O prefeito é aliado de Imbassahy e também compõe a oposição aos governos do PT em nível nacional e estadual.

A comprovação de que Imbassahy e o PSDB receberam dinheiro de empresas investigadas em processos de corrupção e a suspeita de que um aliado pode estar associado ao esquema colocam em xeque a legitimidade das críticas do parlamentar baiano, evidentemente. Para além das questões éticas e morais, há de se questionar, no mínimo, a seletividade do tucano, que mira os ataques apenas aos suspeitos que possuem alguma ligação com o PT.

Fonte: PCdoB-BA  
http://www.vermelho.org.br/noticia/258701-1
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