15 de jan de 2017

Lide Campinas, o mais novo desafio de Juan Quirós. Prefeito paulistano do PSDB, que junto com o PMDB, derrubaram Dilma pelas Pedaladas Fiscais, nomeia para a SP Negócios sr. Juan Quirós, que deixou o Investe SP Estadual

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EMPRESAS

Lide Campinas, o mais novo desafio de Juan Quirós

Empresário assume neste sábado (10) o comando da recém-criada unidade regional da entidade

09/08/2013 - 11h18 | Fabiana Marchezi
fabiana.marchezi@rac.com.br

Foto: Rodrigo Zanotto/Especial para AAN
Para Quirós, tema como saúde, educação e segurança precisam ser discutidos
Para Quirós, tema como saúde, educação e segurança precisam ser discutidos
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Debater, transformar, executar e participar dos processos de integração da Região Metropolitana de Campinas. Esses são, em suas próprias palavras, os objetivos do empresário e presidente do Grupo Advento, Juan Quirós, sobre seu novo desafio: comandar a recém-criada unidade do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em Campinas - que surgiu para estimular a relação entre empresas privadas e organizações públicas do Interior de São Paulo e para valorizar econômica e socialmente a região, que está entre os quatro maiores centros financeiros do Brasil.

O lançamento oficial da nova unidade será neste sábado (10), durante o 2 Fórum Regional de Campinas, e contará com a presença do governador Geraldo Alckmin e do prefeito Jonas Donizette.

Em âmbito nacional, o Lide vem atuando para fomentar negócios em diversos segmentos, como agronegócios, educação, empreendedorismo, esporte e sustentabilidade. Daí a importância da criação da unidade em Campinas.


Homem-forte de Doria tem bens bloqueados e dívida de R$ 60 - Uol

www1.folha.uol.com.br/.../1821098-homem-forte-de-doria-tem-be... - Translate this page
Oct 8, 2016 - Juan Quirós, presidente da Investe SP e homem forte de Doria, tem ... e privatizações na gestão do tucano, o empresário Juan Quirós teve ...


Doria nomeia aliado que tem bens bloqueados e dívida de R$ 60 - Uol

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Nov 18, 2016 - Juan Quirós, presidente da Investe SP e homem forte de Doria, tem ... com o setor privado) Juan Quirós, que teve bens bloqueados e é réu por ...


Com dívida e bens bloqueados, Juan Quirós vai presidir SP Negócios ...

www.valor.com.br/.../com-divida-e-bens-bloqueados-juan-quiros-v...

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Nov 17, 2016 - (Atualizada às 16h35) Com bens bloqueados e uma dívida de R$ 60 milhões, o empresário Juan Quirós foi anunciado nesta quinta-feira pelo .

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Altamiro Borges: Homem-forte de Doria deve R$ 61,7 milhões - Portal ...

www.vermelho.org.br/noticia/288143-1
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Oct 12, 2016 - Ainda de acordo com a reportagem, este sujeito - um tal de Juan Quirós - deverá ocupar um cargo estratégico na prefeitura a partir de janeiro ...

Juan Quirós é o novo presidente da Investe São Paulo | InvesteSP

www.investe.sp.gov.br/.../juan-quiros-e-o-novo-presidente-da-inve...
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Jan 28, 2015 - O empresário Juan Quirós assumiu nessa segunda-feira, 26 de janeiro, a presidência da Investe São Paulo, agência do governo paulista 
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DECLARAÇÃO Brasil: Novo projeto de lei ameaça proteção ambiental existente e direitos das comunidades

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DECLARAÇÃO

Brasil: Novo projeto de lei ameaça proteção ambiental existente e direitos das comunidades

Imagem pessoal

ARTIGO 19

15 Dez 2016

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Um novo projeto de lei atualmente no Congresso brasileiro criará uma flexibilidade muito maior em relação às regras existentes para licenças ambientais. O novo projeto de lei, se for aprovado, reduzirá a participação social e enfraquecerá o acesso à informação pública em um momento em que as proteções ambientais são mais necessárias do que nunca.
O projeto propõe a finalização de audiências públicas obrigatórias durante a preparação de estudos de impacto ambiental. Atualmente, estão previstos pela legislação brasileira em situações em que os interesses comerciais têm o potencial de degradar o meio ambiente.
Para Paula Martins, Diretora do Artigo 19 do Brasil, o Projeto de Lei 3729/2004 tem o potencial de tornar a transparência nas questões ambientais muito mais difícil de realizar.
"As audiências públicas são importantes para a promoção da participação social e do acesso à informação, no caso das empresas com impacto socioambiental significativo, as audiências são ainda mais relevantes devido aos possíveis danos que podem ocorrer não apenas ao meio ambiente, Vidas das comunidades afetadas ", diz Martins.
O projeto de lei foi apresentado pelo deputado Mauro Pereira e coloca sérios riscos ao meio ambiente se for aprovado. Um dos aspectos do projeto de lei que diz respeito ao Artigo 19 é que ele pretende, entre outras coisas, fazer isenções para atividades poluentes específicas e também permitir que as licenças ambientais sejam validadas sem a supervisão dos órgãos públicos responsáveis.
"Indivíduos e comunidades têm o direito de saber sobre as conseqüências de atividades empresariais de qualquer tipo quando essas atividades afetam suas vidas", afirma Martins. "Só então as comunidades poderão exercer seus direitos e exigir reparação e indenização por violações", acrescenta.
Em resposta à iniciativa do Congresso, mais de 100 organizações da sociedade civil brasileira assinaram uma declaração pública rejeitando o projeto.
O Artigo 19 convida os congressistas e congressistas brasileiros a rejeitarem as tentativas de criar maior flexibilidade na legislação existente que proteja o meio ambiente. Fazer isso não é apenas um passo regressivo na proteção ambiental e social, mas também cria um obstáculo adicional ao cumprimento das obrigações internacionais do país em matéria de direitos humanos.

https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=29301349#editor/target=post;postID=3914986550053395755
Deputado Federal PMDB-RS Mauro Pereira
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Nota de Repúdio ao substitutivo do Deputado Mauro Pereira ao Projeto de Lei n.º 3.729/2004 – Lei Geral do Licenciamento Ambiental

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Nota de Repúdio ao substitutivo do Deputado Mauro Pereira ao Projeto de Lei n.º 3.729/2004 O Projeto de Lei n.º 3.729/2004 pretende estabelecer a nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, tema altamente complexo e com destacada relevância para a sociedade brasileira. Apresentado em 15.09.2016, o substitutivo do Deputado Federal Mauro Pereira (PMDB/RS) não foi objeto de nenhum debate, audiência pública, sessão deliberativa ou qualquer outra forma de apreciação e aprofundamento, seja por parte dos Deputados Federais, seja por parte da sociedade nacional. Considerando-se a recente divulgação de escândalos de corrupção para privilegiar interesses privados em detrimento de interesses públicos; a notória importância do licenciamento ambiental para todos os setores da sociedade, incluindo o papel do Poder Público no âmbito do desenvolvimento nacional; e a complexidade e profundidade dos temas envolvidos, além das diversas lições aprendidas a partir da experiência acumulada em casos práticos, é preciso que a Câmara dos Deputados esteja adequadamente apropriada das diversas facetas que a matéria apresenta, para que possa, ao final, tomar decisões acertadas, ao encontro do interesse público e do atendimento à Constituição Federal. É fundamental que haja um amplo debate nacional sobre o tema. O substitutivo apresentado pelo Deputado Federal Mauro Pereira figura, entre os textos em tramitação, como aquele que pretende impor os mais graves retrocessos à legislação atualmente em vigor, além do notável baixo nível de técnica legislativa, o que prejudica a interpretação dos dispositivos, podendo gerar insegurança jurídica e ampliação de ações judiciais. Exemplos de retrocessos incluídos no texto: dispensa de licenciamento para atividades poluidoras específicas, criação de licenciamento autodeclaratório, permissão aos Estados e Municípios para flexibilizar exigências ambientais sem qualquer critério, possibilidade de autorizações tácitas por vencimento de prazos e de suspensão de condicionantes ambientais por decisão unilateral do empreendedor, bem como eliminação da responsabilidade socioambiental de instituições financeiras por atividades por elas apoiadas, entre outros. Eventual aprovação da referida proposta, ainda mais sem os imprescindíveis debates públicos, geraria inúmeras consequências negativas, como o significativo aumento de risco de ocorrência de desastres socioambientais, a exemplo do rompimento da barragem de rejeitos em Mariana (MG), a ausência de prevenção, mitigação e compensação de impactos decorrentes de empreendimentos, a reiterada violação de direitos das populações atingidas, a ampliação dos conflitos sociais e socioambientais e a absoluta insegurança jurídica aos empreendedores e ao Poder Público. Diante disso, as organizações abaixo assinadas repudiam qualquer tentativa de aprovação do substitutivo ao Projeto de Lei n.º 3.729/2004 apresentado pelo Deputado Mauro Pereira, principalmente sem que sejam realizados debates amplos, mediante audiências públicas, com a participação dos mais diversos especialistas de diferentes setores da sociedade em relação aos complexos temas envolvidos na matéria. ABAI – Associação Brasileira de Avaliação de Impacto ABA – Associação Brasileira de Antropologia ABECO – Associação Brasileira de Ciência Ecológica e Conservação ABRAMPA – Associação dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente ABONG – Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais ACAPRENA – Associação Catarinense de Preservação da Natureza AFES – Ação Franciscana de Ecologia e Solidariedade AIDA - Asociación Interamericana para la Defensa del Ambiente AMAR – Associação de Defesa do Meio Ambiente de Araucária AMB – Articulação de Mulheres Brasileiras AMDA – Associação Mineira de Defesa do Ambiente Ame a Verdade AMECA – Associação Movimento Ecológico Carijós Amigos da Terra Amazônia Brasileira ANGA – Associação para a Gestão Socioambiental do Triângulo Mineiro APIB – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil APOENA – Associação em Defesa do rio Paraná, Afluentes e Mata Ciliar APREMAVI – Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida APRODAB – Associação dos Professores de Direito Ambiental do Brasil Apua Várzea das Flores ARPINSUL – Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul Articulação Internacional dos Atingidos e Atingidas pela Vale Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos ASIBAMA/DF – Associação dos Servidores Federais da Área Ambiental no Distrito Federal Asociación Ambiente y Sociedad ASSEMA – Associação Sindical dos Servidores Estaduais do Meio Ambiente (MG) Associação Alternativa Terrazul Associação Bem-Te-Vi Diversidade Associação Mar Brasil Associação Mico Leão Dourado Associações Amigos de Iracambi Brigadas Populares CDHS – Centro de Direitos Humanos de Sapopemba CEAPAC – Centro de Apoio a Projetos de Ação Comunitária CEAS – Centro do Estudos e Ação Social Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos CEPASP – Centro de Educação, Pesquisa, Assessoria Sindical e Popular CIMI – Conselho Indigenista Missionário Coletivo Margarida Alves de Assessoria Popular Comissão Paroquial de Meio Ambiente de Caetité (BA) Comissão Pró-Índio de São Paulo Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração ComVida – Associação Cultural Caminho de Vida CONAQ – Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas Conectas Direitos Humanos Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Conservação Internacional – CI Brasil Crescente Fértil CSF Brasil – Conservation Strategy Fund CTI – Centro de Trabalho Indigenista CUT – Central Única dos Trabalhadores DAR – Derecho, Ambiente y Recursos Naturales ECOA – Ecologia e Ação Ecomarapendi Engajamundo FAOR – Fórum da Amazônia Oriental FASE – Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional FBDS – Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável FBOMS – Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais FONASC-CBH – Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social Frente Por Uma Nova Política Energética Fundação Biodiversitas Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza Fundação Grupo Esquel Brasil Fundação SOS Mata Atlântica Fundación Avina GAMBA – Grupo Ambientalista da Bahia GERC – Grupo Ecológico Rio das Contas GESTA-UFMG – Grupo de Estudo em Temáticas Ambientais Gestos – Soropositividade, Comunicação e Gênero Greenpeace Grupo Ambiental Natureza Bela Grupo de Defesa da Amazônia Grupo de Pesquisa Energia Renovável Sustentável GT – Grupo de Trabalho de Infraestrutura GTA – Grupo de Trabalho Amazônico IBASE – Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas ICV – Instituto Centro de Vida IDESAM – Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas IDPV – Instituto O Direito por um Planeta Verde IDS – Instituto Democracia e Sustentabilidade IEB – Instituto Internacional de Educação Brasil IEMA – Instituto de Energia e Meio Ambiente IEPÉ - Instituto de Pesquisa e Formação Indígena IMAFLORA – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola IMAZOM – Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia INESC – Instituto de Estudos Socioeconômicos Iniciativa Verde Instituto Augusto Carneiro Instituto Ecoar para Cidadania Instituto Goiamum Instituto Hóu Instituto Mira-Serra Instituto Silvio Romero de Ciência e Pesquisa Instituto SOS Pantanal International Rivers IPAM – Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia IPEMA – Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica ISA – Instituto Socioambiental Justiça Global Laboratório de Ecologia, Manejo e Conservação de Fauna Silvestre (LEMaC), do Departamento de Ciências Florestais da ESALQ/USP Laboratório de Educação e Política Ambiental (OCA), da ESALQ/USP Laura Alves Martirani, Professora do Departamento de Economia, Administração e Sociologia – ESALQ/USP Luis Enrique Sanchez, Professor Titular da Escola Politécnica da USP MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens MAM – Movimento pela Soberania Popular na Mineração Manuela Carneiro da Cunha, Antropóloga, Professora emérita da Universidade de Chicago Márcia C. M. Marques, Professora do Departamento de Botânica, Universidade Federal do Paraná – UFPA Marcos de Almeida Matos, Antropólogo, Professor da Universidade Federal do Acre e membro do Laboratório de Antropologias e Florestas – UFAC MARH – Movimento Ambientalista da Região das Hortênsias Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais MDPS – Movimento de Defesa de Porto Seguro Movimento Ecossocialista de Pernambuco Nature and Culture International NESA – Núcleo de Estudos e Pesquisas Socioambientais (UFF) Núcleo Sócio Ambiental Araçá-Piranga OC – Observatório do Clima OCF – Observatório do Código Florestal PAD – Articulação e Diálogo Internacional Plataforma de Direitos Humanos Dhesca Brasil Poemas – Grupo Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade Projeto Saúde e Alegria Promac – Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte RCA – Rede de Cooperação Amazônica REAPI – Rede Ambiental do Piauí Rede Nossa Belém do Movimento Cidades Sustentáveis REPROTAI – Rede de Protagonistas em Ação de Itapagipe SAB – Sociedade de Arqueologia Brasileira SAPE – Sociedade Angrense de Proteção Ecológica SBE – Sociedade Brasileira de Espeleologia SBPC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência Serviço SVD de JUPIC Simone Athayde, Professora visitante da Universidade Federal de Tocantins Sindsema (MG) – Sindicato dos Servidores Públicos do Meio Ambiente de Minas Gerais SINFRAJUPE – Serviço Inter-Franciscano de Justiça, Paz e Ecologia SNE – Sociedade Nordestina de Ecologia SOS Amazônia SPVS – Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental Thomas Lewinsohn, Professor de Ecologia – Unicamp TOXISPHERA – Associação de Saúde Ambiental WWF-Brasil – World Wide Fund for Nature
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O SENHOR DOS FRIES ou O SENHOR DAS BATATAS

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GREEN LABEL 15
07 DE SETEMBRO DE 2015  http://etiquetanegra.com.pe/articulos/el-senor-de-las-papas

O SENHOR DOS FRIES


Durante séculos os agricultores nos Andes cresceram mais de três mil variedades de batatas, mas sempre comer a mesma. Se batatas cultivadas no Peru são mais ricos, mais saudável e pode salvar-nos de fome em climas extremos.
Por que apenas falamos de batatas fritas?
Um texto de Eliezer Budasoff
imagens de Alonso Molina
Julio Hancco é uma camponesa dos Andes cultivada trezentas variedades de batatas, e reconhece cada um pelo nome: que faz lamentar a filha, o caquita vermelha do porco, o chifre de vaca, o velho boné remendada, o sapato duro, puma mottled mão, nariz chama negra, o porco ovo, guiné feto de porco, comida de bebê desmamar. nomes latinos não são nomes, mas os agricultores que optam por classificar as batatas pela aparência, sabor, seu caráter, sua relação com outras coisas. Quase todas as variedades de batatas que Hancco produz mais de quatro mil metros acima do nível do mar, na terra de Cusco, e têm o seu nome. Mas às vezes o plantio de um novo papa ou um que perdeu a sua identidade ao longo do tempo, e O Senhor dos Papas pode nomear. O Ambrosio puka -puka em quíchua significa vermelhos, uma variedade que só é cultivado em suas terras, Hancco assim chamado em homenagem a seu sobrinho que morreu depois de cair de uma ponte. Ambrosio Huahuasonqo foi uma espécie de camponês gentil como purê de batatas, que seguiu seu tio onde quer que fosse e povos conquistados fazendo piadas. Eles dizem que seu nome Quechua definido seu personagem: ". O coração de criança" Huahuasonqo significa Após sua morte, seu nome grego Hancco escolheu para dar um destino: Ambrose significa "imortal". A batata que leva seu nome é longo, macio e ligeiramente doce, com uma polpa amarela e um anel vermelho no centro. É um favorito de Hancco, um agricultor que só fala quíchua e tem um nome latino: Julio significa "raiz forte". Uma tarde de primavera em 2014, em casa, dias após o plantio, Julio Hancco-se como um grande e áspera como a casca de uma árvore de mão e aponta para um prato na mesa.
Como ele diz filho. Quando criança, ele é papa.
Dentro da casa Hancco-a sala de pedra sem janelas, com uma mesa velha e uma fogón- é tão escuro que você não pode ver se ele diz com um sorriso ou um gesto de solenidade. Sua esposa, sentada em um banquinho em um andar, agitar uma sopa no fogão. Na mesa de jantar um punhado de batatas puka Ambrosio esfria. Eles são deliciosos, mas a grande maioria dos peruanos nunca chegar a experimentá-los. Sabemos que o Papa nasceu no Peru, e que os agricultores nos Andes cultivar mais de três mil variedades, mas não sabemos quase nada sobre eles. Sabemos onde é feito um iPhone, que é o homem mais rico do mundo, de que cor é a superfície de Marte, como é chamado o filho de Messi, mas sabemos quase nada sobre os alimentos que comemos diariamente. Se é verdade que nós somos aquilo que comemos, a maioria não sabe quem somos. Aqueles que vão para qualquer mercado no Peru o seu maior dilema é escolher entre branco batatas ou batatas amarelas. Eles podem reconhecer Huayro arroxeadas-marrom batatas, sauces- especial para comer com, se reunir com amigos em torno de 'papas cocktail' tamanho -de de cerca de champiñones- ou sentir mais patriótico, se comprar um saco de batatas nativas -produced mais de três mil e quinhentos metros de altura. Mas, como todos nós somos cidadãos do mundo de batatas fritas: no Peru, em 2014, o país onde a maioria das variedades de batatas são produzidas no mundo, vinte e quatro mil toneladas de batatas pré-cozidas foram importados: aqueles que usam os alimentos rápidos para fazer batata frita.
***
Ao enfrentar o monte nevado fora de sua casa, Julio Hancco pára o olhar como alguns na cidade à medida que passam na frente de uma igreja: como se persignaran para dentro, com um arco imperceptível. Hancco é um agricultor de sessenta e dois anos tem sido chamado de guardião do conhecimento, guardião da biodiversidade, produtor da estrela. Ele foi premiado com o Aji de Plata no festival de comida Mistura, e tem recebido pesquisadores de Itália, Japão, França, Bélgica, Rússia, Estados Unidos, e os produtores da Bolívia e do Equador que viajaram à sua terra na comunidade agrícola Pampacorral, para saber como conseguir produzir muitas variedades de batata. Hancco vive quatro em 1200 metros acima do nível do mar no sopé do monte nevado Sawasiray, numa paisagem de solo amarelo, colinas áridas e rochas gigantes, onde eles podem obter alguns engenheiros europeus, mas não chegam até mesmo carros ou eletricidade. Para ir para a sua saia casa na rota e subir quase um quilômetro de caminhada por uma encosta íngreme, algo que qualquer pessoa de fora descreveria como escalar uma montanha. Os viajantes para vê-lo de uma cidade estão atrasadas, ofegante e com tonturas por falta de oxigênio. Lá em cima sangue corre mais lento e o vento é violento. No verão, água derretida é refrigerado, embora seja doloroso para lavar o rosto. No inverno o frio atinge dez graus abaixo de zero, uma temperatura que pode congelar a pele em uma hora. Para lenha, Hancco tem que andar cinco quilómetros para um lugar onde eles podem plantar árvores, cortar troncos e levá-los a cavalo. Para obter gás tem que ir até a estrada de asfalto e tomar uma van combi para levá-lo para Lares, a cidade mais próxima, mais de vinte quilômetros, onde, por vezes, comprar pão, arroz, legumes e frutas, tudo não pode produzem nas suas terras. A única coisa que floresce nesse ponto, em terras que herdou de seus pais, é o papa.
A batata é a primeira planta cultivada espacial da NASA para a sua capacidade de se adaptar a diferentes ambientes. É a mais importante e mais generalizada na safra mundial de cereais não é. A planta que produz mais alimentos por hectare do que qualquer outra cultura. O enterrada-tesouro-de-los-Andes que salvou a Europa de fome. O principal alimento das tropas de Napoleão. A base do omelete espanhol, gnocchi italiano, judeus knishes, purê Francês, primitivo vodca russa. A delicadeza no século XIX Thommas Jeferson servido frito, cortadas em palitos, seus convidados na Casa Branca. A raiz da flor roxa que Marie Antoinette usava o cabelo para passear pelos jardins de Versalhes. A planta tem três museus dedicados na Alemanha dois na Bélgica, duas no Canadá, dois nos Estados Unidos e um na Dinamarca. O tubérculo que inspirou uma das Odes de Pablo Neruda - "Universal não me agrado esperar a minha música / porque você é surdo cego e enterrado" - uma música de James Brown - ♫ "Aqui estou eu de volta / fazer puré de batata" ♪ - duas pinturas de Van Gogh -em um deles, chamado comedores PAPA, cinco camponeses comer batatas em torno de um cuadrada- mesa. A origem de milhares de sementes que são armazenadas juntamente com outros milhares de espécies sob a terra, em uma montanha do Ártico norueguês para proteger a riqueza da batata futuros desastres naturais. cultivo Julio Hancco tratado como uma criança, mas as crianças mais jovens não querem manter a produção a fim de evitar uma vida de sacrifício em troca de subsistência. Hancco diz que prefere ficar sozinho e seus sete filhos vivem na cidade, onde eles podem obter empregos mais leves e melhor remunerados.
Se eu fosse a idade de Hernán, seu segundo filho, 29, que agora faz um tradutor ao seu lado, Sr. piadas de batata que iria procurar uma noiva estrangeira e ir embora para outro país.
***
Certa manhã, quinze anos atrás, Julio Hancco acordou seu filho Hernan e disse-lhe para carregar uma pedra do tamanho de uma bola de futebol de sua casa para o porto de Celeiro, uma hora e meia ao sul caminhada dirigindo. Hernán Hancco, seu segundo filho, tinha treze anos e depois o acompanhou pela primeira vez para vender batatas naquela cidade, o mais importante centro comercial da região. Para chegar Calca às sete horas tinha que ir três e caminhar quatro horas, eo batismo de Hernán Hancco era para carregar essa enorme pedra no meio do caminho. Foi um teste de produtores de resistência e aceitação repetiu que a área com seus filhos. Uma tradição que já não segue, então me diga Hernán Hancco, enquanto a venda do último pacote de batatas fritas Sumaj-alguns chips feitos com batatas nativas- em uma feira de produtos orgânicos domingos atrás, em Lima. O segundo filho de Julius Hancco se mudou para a capital do Peru quase uma década atrás, quando ele tinha vinte anos, ele mal terminou o ensino médio. Ele chegou em Lima com quatro sóis no bolso alguns dólares e trinta por cento decidiu estudar contabilidade e Inglês. Ele nunca poderia completar seus estudos porque o trabalho foi consumido quase todo o seu tempo, mas tornou-se ajuda crucial para vender as batatas produzidas a família na capital do Peru. Hernán Hancco em Lima, seu pai, sua mãe e seu irmão mais velho Alberto, a Comissão ordenou-lhes intermediários são evitados e só paga o transporte de batatas. Ainda assim, o ganho é mínima. Mas é pior para os agricultores que não têm ninguém para ajudá-los.
"É por isso que alguns produtores não estão fazendo papa diz ele, e ir passear.
Sightseeing, explica Hernán Hancco, é oferecido como burros de carga de estrangeiros que vêm para Cusco para percorrer a Trilha Inca. Durante a caminhada viagem de três ou quatro dias média de caminhar até Machu Picchu, os camponeses realizada mochilas e pacotes de turistas e estrangeiros podem levantar mais confortável. Durante quatro dias a pé carregando bagagem você pode ser pago duzentos soles, mais outra dica duzentos dólares. Cerca de oitenta dólares no total. Para um saco com doze quilos de batatas nativas geralmente ganham vinte soles. seis dólares e meio.
E aqui é o trabalho o dia todo, diz que cada dia-.
***
As covinhas com batatas são chamados olhos, mas nunca olhou nos olhos das batatas. Batatas tem sobrancelhas acima dos olhos. Têm umbigos, manchas na pele, corpo redondo, comprimido, oblonga, elíptica, alongado. A batata mais popular no norte de Tenerife, Espanha, é 'lindos olhos cor de rosa'. O Cacho Preto, Chile, Papa tem olhos fundos abundantes e um sobrancelhas achatadas. O Asterix, Holandês, batata tem pele vermelha, carne amarela e olhos rasos. Catálogos descrever as batatas do mundo por suas características como pessoa, mas foram, espécies amargo, intragável uma vez selvagens. Hoje é o Solanum tuberosum civilizado. Como o tomate, berinjela ou pimentões, ele pertence à família das solanáceas, assim chamado porque suas folhas, caules, frutos e brotos têm solanina, uma substância tóxica para se proteger de doenças, insetos e outros predadores. Enquanto doses elevadas solanina pode matar uma pessoa, sem notícias sobre batatas assassino. Os seres humanos domesticaram o batata mais de oito mil anos atrás nos Andes, quando a Terra veio da Idade do Gelo eo homo sapiens foi lá fora praticando a agricultura, a sua nova invenção para o alimento. Os habitantes das terras altas do Peru foram os primeiros que aprenderam a manipular as batatas para que eles não eram tóxicos para o maior e mais saboroso. O Papa voltou sua bondade conquistar o mundo.
Um recente escritor Michael Pollan estava em seu jardim plantando um papa que tinha comprado a partir de um catálogo, e se perguntou se ele tinha realmente escolhido o papa, ou o papa tinha seduzido a porca. Pollan, o autor mudou a forma como vemos a nossa relação com a comida, ele acredita que "a invenção da agricultura 'pode ser pensado como uma forma de tornar as plantas encontradas nos mover e pensar por eles. Do ponto de vista de plantas, escreve Pollan em botânica do desejo, o ser humano pode ser pensado como um instrumento de sua estratégia de sobrevivência, não ao contrário do zangão é atraído por uma flor e tem a função de disseminar genes pólen que flor.
***
Esta manhã de inverno em 2014 terras Hancco na frente de uma pilha de chama guano é mais apenas pensando agricultores andinos como parceiros de batata, e não como os domadores. Agora, no 7,30 em um sábado, Hancco, seus dois filhos mais velhos, e seu vizinho Julian Juarez, eles mastigam folhas de coca e beber aguardente antes de iniciar a tarefa do dia: tome chama guano a um terreno plantado com batatas, quase um quilômetro lá para fertilizar o solo. As chamas estão à espera para o nosso lado e conhece a rotina. Os homens tomam suas pás e carregar os sacos de fertilizantes que chegam até a cintura. Preencha trinta e nove sacos, costurá-los juntos para que eles não abrem, amarre cada bolsa na parte de trás de uma chama, levar os animais para a trama, desatar os sacos, guano espalhar, dobre as malas, pegar as cordas, enviando chamas de volta para a pilha de guano, e voltar ao ponto de partida para repetir a rotina. Leva duas viagens para quatro homens, duas mulheres, três cães e lamas venha a pagar quarenta e dois hectares em seis horas. Quando a procissão de lamas carregado com avanços de fertilizantes por agricultores de montanha escoltados por um pensar de uma cena bíblica, uma daquelas imagens de filmes antigos de Páscoa. É um duplamente falsa memória: não há chamas ou batatas na Bíblia (por esta razão, quando Catarina, a Grande, da Rússia ordenou a seus súditos a cultivar a batata, os católicos mais ortodoxos recusaram-se a fazê-lo). Mas o conhecimento incentiva heresia depois de ver como quatro agricultores pago um pedaço de terra plantada com batata por seis horas, você sente que deve ajoelhar-se sempre que mastiga um.
***
Julho Hancco descendentes de várias gerações de Hanccos que viveram nesta área de Cusco "quase desde o princípio do mundo." Seus pais herdou a terra, os animais e mais de sessenta variedades de batatas. Nos últimos quinze anos, Hancco multiplicado herança e passou a produzir três centenas de variedades. Sua decisão de resgatar e cultivar variedades mais foi um exercício de habilidade. Como quase todos os agricultores nos Andes, terra produtiva é uma soma de pedaços irregulares espalhados em diferentes alturas. O domínio de alto agricultores andinos é atribuída a essa dificuldade em um território governado pelas pistas de cada cultiváveis ​​canto recebe a sua quota de sol e umidade e vento. A terra exposta à luz em uma encosta, o outro lado permanece na sombra. Um gigante blocos pedregulho a passagem da chuva para uma faixa cultivável, mas protege do vento para outro. Para sobreviver neste território, os agricultores tinham de multiplicar suas chances de comer. Eles plantaram batatas diferentes para cada pedaço de terra, treinado na observação cuidadosa de cada planta, testado e criou milhares de variedades, e os reis da riqueza genética se tornou terras hostis. Era uma maneira de evitar o futuro: mais batatas significava mais chances de garantir a alimentação de pragas e doenças, geada, granizo e seca. Em vez de tentar controlar a natureza, que é o que a nossa agricultura industrial, os agricultores nos Andes adaptado a ele.
-a natureza não tem cura, diz Hancco, ao olhar para o Sawasiray neve e se agacha para pegar um punhado de terra do solo. Apenas esvaziou o último saco de guano no terreno semeado, uma faixa coberta por um musgo verde afundando lado premente. É uma faixa de terra em uma ladeira, no meio de uma encosta, sem nenhuma proteção natural. Hancco podem usar suas técnicas de cultivo e pesticidas naturais a doenças e pragas, mas não tem nenhuma maneira de proteger seus pais geada ou. Nos últimos tempos piores, ele diz que o clima tornou-se mais caprichoso e imprevisível.
***
Na década de sessenta, quando Julio Hancco era uma criança e começou a cultivar batatas com seu pai, seu vice era o pão: a criança Hancco trabalhou seus próprios sulcos de terra para levantar o dinheiro para comprar seus sacos de pão quando fornecedores passou oferecer os seus bens. A peruana naquele tempo consumido em média cerca de quatrocentos quilos de batatas por ano. Nas décadas seguintes, o consumo caiu, eo declínio acelerado na década de oitenta, quando os agricultores começaram a migrar para a cidade para escapar terrorismo. Para a década de noventa, durante a presidência de Alberto Fujimori, o consumo de batata tinha atingido um mínimo histórico: cerca de cinquenta quilos por ano por pessoa. Estas batatas foram embora, me explicar após caxumba engenheiro Celfia Obregon Ramirez, foram-lhe substituir por alimentos como arroz e macarrão.
Como o macarrão tem mais status e uma coxa de frango é mais status do que comer cuy, as pessoas começaram a esconder as suas batatas diz Obregon, presidente da Associação para o Desenvolvimento Sustentável (aders) do Peru e promotor do Dia Nacional a batata.
Versus arroz branco, macarrão amarelo e frango pálida, batatas com a pele escura que renova o estigma do atraso e da pobreza que tem por séculos, desde que foram descobertos pelos conquistadores e chegou à Europa no século XVI, é assumido no porão de um navio espanhol. Levaria cem anos para ser consumido a batata como um alimento básico em todo o Velho Continente. Em cada país europeu teve sua história de rejeição e sedução: o papa foi considerada indecente e afrodisíaco, que causa a lepra, bruxas alimento, sacrílega e comida selvagem. Mas a Irlanda não hesitou em adotá-lo desde o início: os camponeses daquele país, desapossados ​​pelos britânicos de poucos terras cultiváveis ​​que tinham, morrendo de fome tentando extrair alimentos de uma terra miserável. Quando o papa chegou ao país na century're XVI tarde suposto entregar o Inglês corsário Walter Raleigh-, os irlandeses descobriram que com um pouco de terra quase inutilizáveis ​​poderiam produzir alimentos para uma família inteira e os seus animais. No início, a fome da batata da Irlanda salvo. Então, ele a acusou de pobreza no país: em um século, a população cresceu de 3-8000000, porque os pais podem alimentar seus filhos com o pouco que tinham.
O escritor norte-americano Charles Mann que o economista Adam Smith, que era um admirador do papa, ficou impressionado ao ver que os irlandeses tinham de saúde excepcional, apesar de quase não comer mais do que batatas. "Hoje sabemos por Mann diz em seu livro 1493. Uma nova história do mundo após Colon-: a batata é capaz de sustentar a vida melhor do que qualquer outro alimento, se é o único na dieta. Contém todos os nutrientes essenciais, excepto as vitaminas A e D, que pode ser obtido a partir de leite ". E a dieta dos pobres irlandês no tempo de Adam Smith, diz Mann, consistiu principalmente de batatas e leite. A batata é hoje cultivado em mais de cento e cinquenta países produzem mais alimentos por unidade de área do que o arroz ou milho. Uma batata contém metade da vitamina C você precisa de um adulto por dia. Em alguns países, como os Estados Unidos, oferece ainda mais vitamina C do que frutas cítricas, que são industrial e desprezível. O que importa de alimentos, ela me diz agrônomo Obregon Ramirez é a matéria seca e valor nutricional: a batata branca comum, por exemplo, tem sobre a matéria média de 20 por cento seco eo resto é água. Isso significa, de uma batata pesando 100 gramas, cerca de 20 gramas são alimentos. batatas nativas, que são cultivadas em altitudes mais elevadas e em condições mais extremas do clima variedades comerciais, estão entre trinta e quarenta por cento da matéria seca. Eles comem mais do dobro da batata comum, e ter quantidades de ferro e zinco e vitamina B. relevantes Mas, claro, batatas nativas têm desempenho inferior, são mais difíceis de transportar, e o preço final é mais caro. Nós ainda acreditam no mito de que as batatas são engorda, e não entendo por que devemos pagar mais por uma batata, até mesmo cores ou tenha uma forma exótica, se uma batata é uma batata é uma batata.
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Estudos sobre a batata peruana insistir, como se repetiu uma fórmula, a necessidade de proteger os seus milhares de variedades e técnicas de cultivo por uma razão óbvia: eles foram criados pelos agricultores durante séculos para garantir a alimentação nas condições mais extremas clima, para resistir a geada, o granizo ea seca. Isso é o que se espera da mudança climática mundial: fome e condições extremas. Mas há uma razão mais egoísta por querer cuidar deles, porque eles são ricos. Ao contrário da produção de batata comercial em grande escala, os agricultores nos Andes cultivar batatas pensamento de comê-los, em primeiro alimentar suas famílias e vender o resto. O chef nova-iorquino Dan Barber, que se tornou uma voz internacional do movimento "fazenda à mesa", eles dizem que, sem bons ingredientes não pode fazer uma boa comida. Não importa qual técnica um cozinheiro: quem fica melhor gosto, procurando os melhores ingredientes. "E se esse for o caso, diz Barber, o que você está procurando boa agricultura." No Peru, um país que se transformou sua gastronomia em questão de auto-estima e bandeira, mais de setenta por cento do que você come nos tubérculos mesas-suas frutas e legumes, os seus cereais, e leguminosas- são produzido por pequenos agricultores. O boom da culinária peruana que invadiu discursos políticos orgulho na última década, é o boom dos ingredientes da cozinha peruana. Mas o governo transforma o boom de fogos de artifício: no orçamento nacional aprovado para 2015, a agricultura de pequena alocou apenas 2,3 por cento dos fundos, o menor percentual de investimento para o setor desde 2010. O estudo o sector da batata na região andina, o Centro Internacional da batata, colheita este paradoxo: os produtores de altitudes mais elevadas, que são aqueles que possuem mais riqueza de variedades, são também os mais pobres.
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A verdadeira casa de um homem não é a infância: é o alimento da infância. Um domingo, às sete horas, antes de iniciar o dia de trabalho, a esposa de Julio Hancco serve estes alimentos de pequeno almoço: arroz doce, pão com ovo frito, colheita da batata, alpaca costelas e sopa chuño-algumas batatas amargas desidratados para intemperie- com alguma carne de carneiro. Julho Hancco e crianças Hernán e Wilfredo, que deve trabalhar a terra ao longo do dia, repetiu sopa duas vezes. Hancco aponta pratos, ela olha para mim, e novamente falando em espanhol:
Natural -carnes é. Papa natural. Água natural. Todos natural é.
Hancco brinca que se fosse mais jovem, iria mudar para outra cidade ou país. Mas se você perguntar realmente ele diz que não: ele não iria deixar seus animais. Mas também ele diz em sua terra, pelo menos, comer o que quiser. Não comer batatas e comer porco, lama, alpaca, cobaia, coelho. Na cidade, no entanto, tudo é massas, arroz, bolachas.
Isso não é comida. Muito químico diz em Quechua, enquanto seu filho Hernán traduz.
O Senhor dos Papas foi duas vezes na Itália. Ele foi convidado pelo Slow Food, um movimento internacional oposição ao industrial de alimentos e sabores artificiais, e procura recuperar o gosto ea produção tradicional de alimentos. Com o apoio da Associação Nacional de Agroecologia Produtores (ANPE) do Peru e do Slow Food, que organiza a cada dois anos, o Salone del Gusto, Hancco e seus filhos poderia fritar e embalar centenas de sacos com lanches de batatas nativas para vender na Itália . técnicas agrícolas, o mesmo que os agricultores andinos mantiveram durante séculos e aperfeiçoado Hancco para produzir suas variedades de batata, foram agora reconhecidos como sistemas de produção agroecológicos. Julho Hancco não chamam de "fortaleza de agro-biodiversidade" suas sementes, mas cada vez que participou de um evento no Peru podia ouvir que o seu trabalho era importante para todos. Nos últimos quinze anos, Hancco e produtores da região têm recebido apoio de organizações não-governamentais para produzir e vender as suas batatas, para obter água, para se adaptar aos efeitos das alterações climáticas e elaborar regras que favoreçam a agricultura familiar. Julho Hancco acumulou prêmios, algumas notas de imprensa penduradas na sala de seus filhos, muitos visitantes estrangeiros, uma foto com Acurio, mas a ação real não colheu o governo peruano. Nada mudou muito em suas condições de trabalho, ou os milhares de produtores que, como ele, são admiradas em todo o mundo por seu trabalho. Sua viagem para a Itália, O Senhor dos Papas lembrar que ele gostou do salmão, e o avião.
Crónica realizado com o apoio da Oxfam
tradução literal do google
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Luta entre irmãos Editor - produto acabado da sórdida e famigerada escravidão negra no Brasil

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Luta entre irmãos

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14 de jan de 2017

SÃO PAULO SE TORNA A CIDADE COM MAIS CICLOVIAS NA AMÉRICA LATINA Editor A midia GOLPISTA, boicotou durante quatro anos a gestão HADDAD. VAMOS BOICOTAR ESSES GOLPISTAS, POIS SÃO MANIPULADORES, ISSO NÃO É, E NUNCA FOI JORNALISMO. BOICOTE TOTAL AO PIG. VÁ EM BUSCA DE NOVAS FONTES DE COMUNICAÇÃO, SAIA DA ZONA DE CONFORTO. VAMOS QUEBRÁ-LOS COM NOSSO BOICOTE. DEMOCRACIA JÁ

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