21 de fev de 2017

Mapitobá, a fronteira agrícola brasileira. Obs- inclui parte do Maranháo, Piauí, Tocantins e Bahia. -- Editor - A região é a nova fronteira agricola do país e o GOLPISTA-VENDILHÃO, quer entregar essas terras aos estrangeiros, ou vendendo ou arrendando. Na devolução, teremos só sucata agrícola. A soberania do Brasil está sendo atacada em todas as frentes, esses IMPOSTORES, vão nos transformar em colonia e fundo de quintal. Temos que sair as ruas e denunciar esse crime lesa-pátria. DEMOCRACIA JÁ.

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Mapitobá, a fronteira agrícola brasileira.

Região agrícola Mapitoba (Maranhão, Piauí, Tocantis e Bahia). Fonte: cerradoeditora.com.br 

“A travessia das veredas sertanejas é mais exaustiva que a de uma estepe nua. Nesta, ao menos, o viajante tem o desafogo de um horizonte largo e a perspectiva das planuras francas”, escreveu Euclides da Cunha no clássico livro Os Sertões, publicado em 1902. Mais de um século depois, a árida paisagem descrita pelo escritor no oeste da Bahia está cada vez mais parecida com a imagem de vastos campos de grãos.

Isso porque uma região geográfica que há duas décadas era considerada esquecida no interior do Norte e Nordeste está sendo apontada como o próximo grande celeiro do agronegócio no Brasil. Batizada de “Mapitoba” ou “Matopiba” pelo Ministério da Agricultura, hoje a região é a que mais cresce em área plantada no país. 

O nome curioso é um acrônimo referente às duas primeiras letras dos estados em que faz divisa: Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia. A dimensão do território é calculada em 414 mil quilômetros quadrados, quase o tamanho da Alemanha, e com uma população de 1.800.000 habitantes espalhada por 337 municípios.

Até a primeira metade do século 20, essa grande área era coberta por pastagens em terras planas e vegetação de cerrado e caatinga. A agricultura era considerada improdutiva. Desde 2005, houve um fenômeno de expansão da atividade agrícola com o surgimento de fazendas de monocultura que utilizam tecnologias mecanizadas para a produção em larga escala, destinada à exportação de grãos como soja, milho e algodão. 

Apesar da sua deficiência em infraestrutura, a predominância do relevo propício à mecanização, as características do solo, o regime favorável de chuvas e o uso de técnicas mais modernas de produtividade constituem os principais fatores para o crescimento da produção de grãos. 
Malha logística da região Nordeste para escoamento da produção agrícola e mineral. 
Fonte: 
Segundo o Ministério da Agricultura, em 2012, os produtores rurais do Mapitoba produziram 15 milhões de toneladas de grãos. Projeções indicam que em 2022 a produção vai pular para mais de 18 milhões de toneladas. Enquanto a média de crescimento da produção de grãos do país é de 5%, no Mapitoba esse número atinge 20% ao ano.
Produção agrícola MAPITOBA. Fonte: geografiaeanarquia.blogspot.com 

O cultivo de soja é a atividade de maior rentabilidade e de maior expansão. Dados da Associação dos Produtores de Soja (Aprasoja) apontam que a região já é responsável por 10,6% da soja no país e que o preço das terras naquela região é bem mais vantajoso do que no Mato Grosso, outro grande produtor do grão. 

A ocupação desse território remonta à época da colonização portuguesa no Brasil, com o surgimento de arraiais movidos pela mineração, a criação de gado e a agricultura de subsistência. As populações tradicionais incluem indígenas e quilombolas, raizeiros e quebradeiras de coco.  

O Mapitoba começou a ser explorado para o agronegócio a partir da década de 1980. Agricultores da região Sul chegaram primeiro, atraídos pelas terras baratas. Logo, as pastagens extensivas em cerrados foram substituídas por uma agricultura mecanizada e áreas de irrigação.

Atualmente, o agronegócio é responsável pelo maior volume de exportações do Brasil e o setor é fundamental para o Produto Interno Bruto (PIB) do país. Em 2015, o governo formalizou a região como um novo território de desenvolvimento e quer criar políticas para estimular o crescimento da nova fronteira econômica, vista como a última fronteira em expansão do país. 

Crescimento das “cidades do agronegócio” 
A riqueza nesse polo de desenvolvimento transformou as áreas urbanas vizinhas com a chegada de indústrias e serviços integrados à cadeia da produção agropecuária. Houve um aumento do fluxo migratório e o crescimento de uma nova estrutura urbana e econômica.

Um exemplo é a cidade de Luís Eduardo Magalhães (BA), que tem o maior polo de produção agrícola do Estado e que converge boa parte da produção de soja destinada à exportação. Hoje, o município é o que mais cresce em população no Brasil. Desde sua emancipação, em 2000, sua população saltou de 18 mil habitantes para 80 mil. 

As cidades de Balsas (MA), Araguaína (TO) e Uruçuí (PI) também estão crescendo e se tornando novos vetores do agronegócio. Entre 2000 e 2015, Balsas viu sua população crescer de 50 mil habitantes para cerca de 90 mil. 

A produção de grãos do Mapitoba é escoada principalmente por meio da ferrovia Carajás e do porto de Itaqui, no Maranhão. No Oeste, os destaques são os portos baianos de Salvador e Cotegipe.

A pressão sobre o meio-ambiente
A questão da expansão da produção agrícola e a preservação da vegetação nativa é um conflito comum no espaço rural brasileiro. 

Estudos da USP indicam que a região do Mapitoba é a maior em conversão de vegetação natural em uso agrícola na atualidade. Ambientalistas avaliam que a expansão agrícola poderá acabar com áreas remanescentes do bioma cerrado. Uma realidade já vista nos últimos 40 anos, quando aproximadamente metade do cerrado brasileiro foi convertida em terras agrícolas e pastagens. 

O Mapitoba abriga as últimas áreas de cerrado nativas e o bioma está presente em 90% do território. Nos últimos anos, grandes extensões de terras foram desmatadas. Segundo a organização WWF Brasil, pequenos e médios produtores têm promovido desmatamentos ilegais no território e plantio sem manejo adequado. 

Para o Ministério da Agricultura, a tendência é de que a expansão no território ocorra principalmente sobre terras de pastagens naturais, convertendo áreas antes destinadas à pecuária em lavouras. 

Para que o equilíbrio de processos ecológicos na zona rural seja mantido é necessária a destinação de áreas de proteção com cobertura natural, de forma a cumprirem sua função de conservação e proteção da fauna e da flora originais. 

As fronteiras agrícolas na história do Brasil 
Uma fronteira agrícola corresponde ao avanço e expansão das atividades agropecuárias sobre um determinado meio natural. A expansão geralmente é movida pela necessidade crescente de produção ou, em alguns casos, de garantir a soberania nacional nos chamados “vazios territoriais”. 

As primeiras fronteiras agrícolas brasileiras surgiram após o descobrimento, em 1500, quando os colonizadores portugueses exploraram a zona litorânea composta pela Mata Atlântica em busca da madeira do Pau-Brasil e posteriormente o plantio de cana-de-açúcar em grandes engenhos da Zona da Mata que replicavam o modelo plantation colonial. 

No século 17, houve a expansão para o interior do Brasil estimulada por mineradores em busca de ouro. Já no século 19 aconteceu o crescimento da economia do Sudeste oriunda da riqueza do café. Mais recentemente, na década de 1970, o estímulo à produção agrícola da região do Mato Grosso (que atraiu migrantes do Sul) e a exploração da Amazônia Legal. 

Até os anos de 1960, acreditava-se que as últimas fronteiras agrícolas a serem exploradas no Brasil eram a região Norte e Centro-Oeste. Isso até nos anos 2000, quando o Mapitoba surgiu com o status de “a última fronteira agrícola”.

PROFESSOR,  saiba mais sobre o Parque Nacional Grande Sertão Veredas.



Fonte: http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/mapitoba-conheca-a-ultima-fronteira-agricola-do-brasil.htm Acesso em 09/05/2016.

Matopiba: caracterização das áreas com grande produção de culturas anuais. Vários autores.  Nota técnica Embrapa (2014) Disponível online
O crescimento da soja: Impactos e Soluções. WWF (2014). Disponível online
Desigualdades socioespaciais nas cidades do agronegócio, Denise Elias e Renato Pequeno (Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, 2007). Disponível online
http://sergioadas.blogspot.com/2016/05/mapitoba-fronteira-agricola-brasileira.html

A PRESERVAÇÃO DOS CERRADOS NO MAPITOBA


bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/agroanalysis/article/.../61593 - Translate this page
by EE de Miranda
Isso é particularmente verdadeiro no MAPITOBA, região geoeconômica de 73 milhões de hectares englobando parte do Maranhão, do Tocantins, do. Piauí e da ...
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20 de fev de 2017

Advogados entram com ações populares contra Moraes em vários estados. - Editor - Tenham certeza absoluta, que no mínimo 54 MILHÕES DE ELEITORES QUE APOIARAM DILMA E A DEMOCRACIA ESTÃO CONTRA. E UMA IMENSA QUANTIDADE, QUE VIRAM NO GOLPE A SAÍDA, ESTÃO CALADOS, MAS CONTRA. Senadores e Senadoras, em fim de mandato, O GOLPE MANIPULADO E MENTIROSO PASSOU, MAS ESSE SENHOR INDICADO PELO GOLPISTA-MOR, FICARÁ GRAVADO E LEMBRADO NAS URNAS DE 18. Pensando bem, como essa mixórdia está fedendo além da conta e ninguém quer perder a boca, o jeito é o impeachment no indicado.. Como diz a lei do Gerson, antes ele do que eu

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Advogados entram com ações populares contra Moraes em vários estados
Segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Advogados entram com ações populares contra Moraes em vários estados

Diversos advogados de diferentes regiões do país entraram com ações populares em série na Justiça para tentar barrar o processo de indicação de Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal (STF). Até o momento, uma liminar foi negada e as outras estão pendentes de análise. A iniciativa é de um grupo de Advogados pela Democracia, que promete entrar com, no mínimo, mais uma ação até a hora da sabatina.
Em uma das ações que foi mais divulgada na mídia, o advogado Antônio Macedo sustenta a argumentação de que Alexandre de Moraes não reúne as condições de “notório saber jurídico” e “reputação ilibada”, critérios para a a nomeação de um ministro no Supremo. Estão anexados na ação trechos de obras de terceiros (sem a devida citação) em um livro de Moraes. Macedo defende que os argumentam comprovam “fartamente” que o indicado não se adéqua ao cargo.
Neste sentido, questiona: “Quem é acusado de plágio, corrupção e lavagem de dinheiro preenche os requisitos constitucionais do notório saber jurídico e da reputação ilibada?”.
Além disso, os advogados defendem que a Presidência da República não pode ser utilizada para barrar investigações, embaraçar o andamento de Ações e blindar investigados por graves crimes.
“Não bastasse esse fato, o ato ora impugnado fora exercido com desvio de finalidade e conflito insuperável de interesses, tratando-se da tentativa de proteger o Réu, Michel Temer, e seus companheiros de partido, PMDB, e partidos da base aliada ao seu Governo das investigações da Operação Lava Jato”, diz o documento.
Outro aspecto, que já vem sendo amplamente abordado pelo mídia, é o fato de que atualmente Alexandre de Moraes ocupa um cargo no governo federal, de ministro da Justiça. Assim, a indicação reflete interesses do presidente em futura atuação no STF e, o próprio Moraes, defende essa tese em seu doutorado.
Como não vivenciamos uma situação de normalidade institucional, defende a ação, não há discussão quanto ao conflito de interesses nesse caso. São denunciados também diversos membros do Senado Federal que irão participar da sabatina do Indicado.
“Ora, Excelência, como permitir que o indicado pelo Presidente da República seja membro do próprio Governo e vá ser o revisor dos processos contra os seus pares?”, questiona.
Outras mobilizações sociais também estão ocorrendo contra a nomeação de Moraes. Estão previstos para hoje (20) atos no Rio de Janeiro e em São Paulo em repúdio ao futuro ministro do Supremo.
Além disso, na semana passada coletivo O Coletivo Transforma MP elaborou um documento, encaminhando a cada um dos senadores, pedindo a rejeição de Alexandre de Moraes. Deputados também entraram com requerimento na Procuradoria Geral da República (PGR) contra Moraes por plágio.
http://justificando.cartacapital.com.br/2017/02/20/advogados-entram-com-acoes-populares-contra-moraes-em-varios-estados/
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Temer é o chefe do esquema da Caixa, afirma jornalista.- Editor - Com esses GOLPISTAS E LADRÕES NO PODER, DÁ PARA CONFIAR E CONTINUAR APOSTANDO NAS LOTERIAS DA CAIXA ?

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Temer é o chefe do esquema da Caixa, afirma jornalista

Joaquim de Carvalho – Pelo menos três nomes que aparecem na investigação da Polícia Federal sobre as traficâncias de Geddel Vieira Lima e Eduardo Cunha na Caixa Econômica Federal continuam em postos chave do banco.
Deusdina dos Reis Pereira era diretora executiva de Fundos de Governo e Loterias, subordinada ao vice-presidente Fábio Cleto, que confessou participar de um esquema de corrupção na Caixa.
Na perícia realizada em um celular de Fábio Cleto, a Polícia Federal encontrou mensagens que comprometem Deusdina, chamada por ele de Dina.
Em maio de 2012, a então diretora participa das negociações para liberar um empréstimo a BR Vias, do Grupo Constantino (da Gol Linhas Aéreas). Liberado o empréstimo, a PF identifica o pagamento de propina através de uma empresa de Lúcio Bolonha Funaro.




Deusdina também aparece em troca de mensagens de Fábio Cleto como responsável pelo levantamento de informações sigilosas sobre contratos da Seara com a Caixa, utilizando senha que era de seu antigo departamento, para repassar a Funaro, apontado como o cobrador de propinas, juntamente com Eduardo Cunha.
Em dezembro do ano passado, quando Eduardo Cunha autorizou a abertura do processo de impeachment, a presidente Dilma Rousseff demitiu Fábio Cleto e Deusdina ficou no seu lugar, interinamente. Com Michel Temer na Presidência, Deusdina foi efetivada na Vice-Presidência de Fundos de Governo e Loterias.
Em agosto de 2012, Roberto Derziê de Sant’Anna era diretor de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, diretamente subordinado a Geddel Vieira Lima numa das vice-presidências do banco.
Na época, Eduardo Cunha estava empenhado na liberação de R$ 50 milhões de reais para outra empresa do Grupo Constantino, a Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários, e reclama, através de mensagem de celular, que Derziê, que ele chama de “Desirre”, não atende o dono da empresa, Henrique Constantino.
“(Derziê) vai ligar para Henrique agora”, responde Geddel, conforme registro encontrado no celular de Eduardo Cunha apreendido pela PF na casa do ex-presidente da Câmara dos Deputados, em dezembro de 2015, cujo conteúdo só agora foi tornado público.
São 17h50 do dia 3 de agosto de 2012 quando Eduardo cobra Geddel. Vinte e sete minutos depois, Geddel tranquiliza Eduardo Cunha:
“Derziê já falou com HC (Henrique Constantino). Estamos falando em 50 m (milhões) da Comport, né? Avançou”. Eduardo Cunha responde: “Ok”.
Roberto Derziê de Sant’Anna já era apontado como homem de confiança de Michel Temer. Tanto que, algum tempo depois, quando Michel Temer assumiu a articulação política de Dilma Rousseff, Derziê deixou a Caixa e foi para o Palácio do Planalto.




“Não precisa ir de carro, ok?”, avisa Cunha.
“Entendido. Maravilha”, responde Geddel.
Por que chegar de avião a São Paulo e voltar de ônibus? Por que não ir de carro até o hotel, para ser levado à rodoviária no carro de Cunha?
Segundo a PF, a encomenda de Geddel seria dinheiro. E depois de flagrantes de numerário em cueca e calcinha ou em malas despachadas de avião, ônibus se tornou mais seguro para esse tipo de transporte.
E Cunha, insistindo que o emissário de Geddel não fosse de carro, estava provavelmente querendo dizer que a encomenda já estava no seu porta-malas. Geddel entendeu: “Maravilha.”
O padrão é o mesmo do tráfico, que, em algumas circunstâncias, evita o transporte em avião de carreira.
“Vc mandar um cara la c volta da forma de sexta passada”, instrui Cunha, numa evidência de que não era a primeira operação desse tipo.
A rigor, Cunha não se reporta como chefe nem a Funaro, o operador do esquema. Tanto que Cunha pergunta ao operador quando sairá a taxa dele, Funaro, e do Chico (este é o único pseudônimo para o qual a investigação da Polícia Federal não apresenta resposta).
Quem será o Chico?
Na conversa com Funaro, Cunha se apresenta como uma espécie de intermediário. “Tenho que atender as demandas de todos e ne$ (ele usa cifrão no lugar do m) Coliseu aguenta”, afirma.
Em outro momento, com Geddel, Cunha discute como atender o pastor Everaldo, presidente do PSC. É época de campanha para a prefeitura de 2012 e, em linguagem cifrada, segundo a PF, falam em transferências oficiais e via caixa 2 para o partido do pastor, aliado de Cunha.
Cunha pergunta:
“É para resolver algo para o PSC? Tão me perturbando”.
Geddel responde:
“Converso amanhã qdo vc chegar, eles estão me perturbando também, mas preciso fazer um balanço com vc.  Qdo chegar, me avise”.
Cunha argumenta:
“Mas é melhor soltar algo, eu solto sexta para aliviar, tão apertados.”
Geddel observa:
“Preciso saber como anda o fluxo. Se eles estão apertados, imagina seu amigo tocando aquela zorra toda”.
Antes dessa mensagem, há outra, em que Geddel informa ter resolvido uma pendência na Caixa para uma empresa de um sócio de Everaldo.
Também há uma troca de mensagens entre Everaldo e Cunha, em que o pastor cobra a transferência de dinheiro para a Bahia e para São Paulo. Naquela época, o PSC tinha se coligado com o PMDB de Cunha e Geddel nas eleições para a prefeitura em Salvador e São Paulo. Pelo menos em São Paulo, a chapa foi pessoalmente costurada por Michel Temer.
Sem receber o dinheiro que esperava, Everaldo reclama para Cunha:
“Quero te dizer q to muito mal com meu pessoal. Mas, enfim”.
Cunha, surpreendentemente humilde, responde:
“Desculpas, é só o Geddel dar ordem que resolvo sexta”.
Geddel dar ordem? A Cunha?
De onde vem o poder de Geddel? E de Cunha?
Uma pista pode ser encontrada em outro Blackberry apreendido pela Polícia Federal, o de Fábio Cleto, o primeiro a delatar o esquema na Caixa Econômica Federal.
Na conversa, Funaro usa vários pseudônimos: Lucky (1, 2, 3 e assim por diante) e Spin. Cleto se apresenta como Gordon Gekko, aquele personagem interpretado por Michel Douglas no cinema, o inescrupuloso corretor de Wall Street.




Funaro, o Lucky, se comporta como chefe de Cleto, o Gordon Gekko, e reclama de Geddel, com quem havia se desentendido e com quem, aparentemente, tinha cortado relações. Manda Cleto (Gordon Gekko) ligar para ele e agilizar a liberação de um empréstimo ponte para o Grupo Constantino.
Refere-se a Geddel como “porco e um folgado”, como “boka de jacaré p receber e carneirinho para trabalhar”, “reclamação”, E avisa: “agora tenho condição total, se ele me encher o saco, de ir p porrada com ele”.
Spin (Funaro), nas conversas de Geddel, Cunha e Cleto, é chamado de Maluco. Cunha também tem apelidos. Spin e Cleto o chamam de Carlos.
Mas Cunha deu para si outro pseudônimo, para as conversas via Blackberry: Lopes.
Diante do impasse no grupo, para fazer Geddel se movimentar, Maluco (Funaro), numa mensagem a Cleto, entrega quem é o chefe:
“Me faz um favor, liga p Geddel e vê em qual email ele quer que vc passe isso ou pra quem vc entrega que, se ele não resolver, vou fuder ele no Michel”.
Michel Temer era, então, vice-presidente da República.
Presidente, Michel Temer manteve as pessoas do grupo em postos chave da Caixa Econômica Federal, exceto o delator Fábio Cleto. E levou Geddel, o “porco folgado”, para ser seu braço direito no Palácio do Planalto.
transcrito  http://www.debateprogressista.com.br/temer-e-o-chefe-do-esquema-da-caixa-afirma-jornalista/
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VÍDEO: o advogado Carlos Miguel Aidar conta como foi o golpe aplicado por Filgueiras, o amigo de Teori

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VÍDEO: o advogado Carlos Miguel Aidar conta como foi o golpe aplicado por Filgueiras, o amigo de Teori



Filgueiras no Emiliano
Filgueiras no Emiliano
Esta reportagem é parte do nosso novo crowdfunding, com o qual você pode colaborar aqui. A série de matérias está sendo produzida por Joaquim de Carvalho. 

O Hotel Emiliano havia sido penhorado pela Justiça por causa de uma fraude perpetrada pelas empresas de Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, amigo de Teori que morreu com ele no acidente em Paraty, contra uma família que, em má hora, aceitou um projeto de incorporação.
As empresas Tuama, Winner, CTD e IN Imóveis, do Grupo Tuama, de Filgueiras, construíram um condomínio em uma grande área que pertencia ao casal Antônio Victor e Beatriz Batista de Carvalho em Moema, uma das regiões mais caras de São Paulo.
Pelo contrato, as empresas de Filgueiras fariam um prédio com apartamentos de alto padrão e entregariam seis unidades aos proprietários da área.
As empresas de Filgueiras mudaram o projeto original, sem consultar os proprietários do terreno, fizeram unidades menores, venderam todas e não entregaram nenhum apartamento aos donos da área.
O casal procurou o escritório do advogado Carlos Miguel Aidar, ex-presidente da OAB em São Paulo, e há mais de 20 anos teve início uma disputa judicial.
A fraude foi comprovada e, depois de julgados todos os recursos, alguns anos mais tarde, a Justiça autorizou a execução da dívida.
“A dívida não era mais só de seis apartamentos e a renda que esses apartamentos iriam proporcionar, ao longo de vinte anos. A indenização hoje, para apurar na ponta do lápis, passa de 100 milhões de reais”, diz Aidar. Mas o escritório de Carlos Miguel Aidar não encontrou nenhum bem que pudesse ser executado em nome das empresas.
Ainda conta, nessa entrevista, detalhes sobre o caso. “O que causou muita estranheza nesta história toda, e talvez seja este o motivo da nossa conversa, foi ver o ministro Teori Zavascki, que eu reputo ter sido um grande jurista, um grande magistrado, embarcar num avião do Filgueiras”, diz.


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