22 de dez. de 2008

MENOS TURISTAS PORTUGUESES NO PAÍS

Opção Turismo
2008-12-22 09:03:58 Agências de viagens criaram plano alternativo de contingência para 2009
As agências de viagens criaram um plano alternativo de contingência para 2009, com quebras entre 10 e 20 por cento, para responder à incerteza, devido à situação de crise internacional, afirmou recentemente João Barbosa, director da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT). De acordo com as declarações deste director da APAVT à Lusa, as agências estão a planear o orçamento para 2009 com base em 2008, sem crescimento do negócio. João Barbosa disse então que existem dois planos, um normal, dentro dos resultados obtidos em 2008, e outro de contingência, com orçamentos apontando para uma quebra de 10 a 20 por cento .Para este ano, os números finais da actividade dos operadores associados da APAVT devem ficar próximos de 2007.As agências deverão ter dificuldade em cumprir os objectivos de crescimento semelhante à subida registada no ano passado inicialmente previstos, acrescentou ainda. Em termos gerais, os destinos escolhidos para férias pelos portugueses deverão ser semelhantes aos de 2007, embora o Brasil apresente uma quebra, que é compensada por locais mais próximos e baratos como Espanha ou Cabo Verde.
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21 de dez. de 2008

TROFÉU SÃO BENEDITO

O Club do Gourmet da Paraíba realiza no próximo dia 07/01, no Tropical Hotel Tambaú, o jantar de entrega do Oscar da Gastronomia aos melhores profissionais e empresas da hotelaria paraibana do ano de 2008. A premiação que chega à sua 14ª. Edição, de repercussão nacional, premiará, cozinheiro, maître, garçon, casal gourmet, gerente de hotel e algumas empresas do ramo, com o cobiçado TROFÉU SAO BENEDITO, o Santo Protetor da Gastronomia. Entre os homenageados, o gerente geral do Tropical Hotel Tambau, Fernando Souza; o casal Gourmet Luís e Márcia Amaral; o mestre costeleiro- churrasqueiro do ano Bartolomeu Silva, do Senhor Costela; o garçon Eudes de Freitas; o empresário Fernando Almeida ( do restaurante Mandacarú Grill). Na coordenação do evento o Maître Heleno Araújo.
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13 de dez. de 2008

7 de dez. de 2008

VOTE PANTANAL


O Pantanal, representado pelo Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense (PARNA), concorre, com mais outros 200 sítios naturais, para ser eleito uma das 7 maravilhas naturais do mundo. O concurso é promovido pela entidade Fundação New7Wonders - http://www.new7wonders.com/, a mesma que realizou a eleição das novas maravilhas monumentais do planeta. Os candidatos ao título de Maravilha da Natureza concorrem, em votação, internacional, pela internet até 31 de dezembro de 2008. Para dar maior visibilidade ao Pantanal e torná-lo uma das sete maravilhas naturais do mundo foi criada a campanha "Vote Pantanal" que contará com postos fixos de votação em cidades de Mato Grosso e MatoGrosso do Sul e banners em sites de instituições e veículos parceiros que remeterão o leitor ao site de votação. O Pantanal deve permanecer entre os 77 mais votados até 31 de dezembro para passar à segunda fase quando especialistas da organização do concurso revisarão os 77 nomeados e escolherão os 21 finalistas a serem anunciados em 21 de julho de 2009. Após essa 'peneirada' os finalistas serão novamente submetidos ao voto popular. Vote no Pantanal acessando os links abaixo: http://www.new7wonders.com/nature/en/nominees/southamerica/c/PantanalNationalPark/ http://www.votepantanal.com.br/ www.ecoa.org.br/votepantanal Replique esta mensagem entre seus parentes e amigos. O Pantanal merece o nosso reconhecimento
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ECONOMIA SUBTERRÂNEA

ESPELEOLOGIA E TURISMO
De suma importância é o debate e ações práticas, principalmente de políticas públicas macro, visando o desenvolvimento sustentável dessa riqueza que são nossas grutas e cavernas. Em 1974, qundo publiquei o 'MANUAL DE CONSCIENTIZAÇÃO TURÍSTICA" pela Editora Aduaneiras, contemplei com um tópico denominado "Grutas e Cavernas", por saber da alta relevância do tema. Este blog está à disposição com seu espaço para toda divulgação sobre o assunto. Entre inúmeros artigos publicados se encontram "Economia SubterrÂnea" que trata do tema e "Preservar para Faturar", visando o melhor aproveitamento de todas as riquezas naturais do país.
Cavernas do Brasil

REGIÃO SUDESTE



Destacam-se basicamente os estados de Minas Gerais e São Paulo, ambos reunindo a maior e mais importante concentração de cavernas da região. Na região central de Minas, próxima a Belo Horizonte, o referencial é a Gruta do Maquiné (MG-243), não só por ser a primeira gruta iluminada do Brasil, mas também pelas importantíssimas pesquisas paleontológicas desenvolvidas pelo cientista Peter Wilhelm Lund em meados do século passado.
No município de Mariana, a 120 km de Belo Horizonte, novas explorações na Gruta do Centenário, conhecida desde o início do século, fizeram desta a mais profunda caverna do Brasil, com 481 metros de desnível e também a mais profunda do mundo na formação quartzítica.



Mas é no noroeste de Minas, à margem esquerda do Rio São Francisco, no canyon rasgado pelo rio Peruaçu, que se encontra o mais fantástico conjunto de cavernas e sítios arqueológicos do Brasil.
É uma espetacular sucessão de arcos, torres, pontes naturais, paredões e centenas de cavernas que tem na Gruta do Janelão (MG-199) o seu ponto máximo: seus descomunais espaços vazios, suas impressionantes dolinas que a tornam iluminada naturalmente por alguns quilômetros e seus espeleotemas uns delicados, outros gigantescos como a maior estalactite do mundo (28 metros!), fazem dela uma caverna única e inesquecível.



Ao sul do estado de São Paulo está o PETAR (Parque Estadual e Turístico do Alto Ribeira), com mais de 200 cavernas entre as quais destacam-se a de Sant'Anna (SP-041, com o salão Taqueupa, classificado entre os mais belos e ornamentados do mundo), Morro Preto (SP-021), Casa de Pedra (SP-009), com o maior pórtico do mundo (230 metros), Ouro Grosso (SP-054), Água Suja (SP-025) e outras
REGIÃO NORDESTE



Nesta região, sem dúvida o estado da Bahia vem ganhando destaque por seu imenso e ainda inexplorado potencial espeleológico e também por suas gigantescas cavernas recentemente descobertas. Entre elas, a mais importante é a Toca da Boa Vista (BA-082), atualmente com 92.100 m topografados que a colocam como a maior caverna do Hemisfério Sul e a 13ª do mundo. Outras: Bom Jesus da Lapa (BA-046), às margens do rio São Francisco e famosa por suas grutas-santuário; Brejões (BA- 001), imenso portal de 110 metros e grandiosas galerias; Gruta do Padre (BA-052), a terceira maior do Brasil onde, em 1987, foi realizado um experimento de permanência subterrânea.
Também merece referência a Chapada Diamantina, uma área de 87 mil km2 no coração da Bahia, agora transformada em Parque Nacional, reunindo uma magnífica paisagem de montanhas, cachoeiras, canyons, grutas, penhascos, torres e vales. No Piauí, o Parque Nacional da Serra da Capivara é um dos mais importantes sítios arqueológicos da América, local onde foi encontrado vestígios de presença humana com mais de 50 mil anos de idade.



No estado vizinho, o Ceará, a Gruta de Ubajara (CE-001) é a maior atração numa região montanhosa recoberta de densas matas tropicais, rios e cascatas.
REGIÃO CENTRO-OESTE
No Mato Grosso do Sul, a principal referência é o município de Bonito encravado na Serra da Bodoquena no limite sul do Pantanal, com a impressionante Gruta do



Lago Azul (MS-002), cujo nome provém de um profundo lago de águas azuis-turquesa que proporcionam um espetáculo incomparável.
No Mato Grosso, encontramos as cavernas da Chapada dos Guimarães, em rocha arenítica /quartzítica, de beleza singular graças aos lagos existentes em seus interiores e também por serem palco da manifestação da arte pré-histórica do Brasil.



No nordeste de Goiás, a 457 km de Brasília, palco de dezenas de expedições nacionais e outras em conjunto com a França, encontra-se o principal conjunto cárstico de toda a região Centro-Oeste, com grutas enormes rasgadas por rios caudalosos, onde ainda há muita caverna a ser descoberta e explorada.
REGIÃO SUL
Entre os três estados sulinos, apenas o Paraná se destaca pela presença de duas centenas de cavernas, entre as quais a principal é a Gruta da Lancinhas (PR-006). Também merecem referência as Grutas de Bacaitava, do Varzeão e o conjunto Jesuítas/Fadas, no Parque Estadual de Campinhos.
Fonte SBE- Foto Google

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O DESPERTAR DOS GIGANTES

Paleontologia e turismo


é ainda entre nós assunto pouco divulgado, pesquisado e raramente tratado como produto comercial, dentro de um aproveitamento sustentável. Abre-se aqui espaço para divulgar pólos turísticos que possuam tal potencialidade, visando atrair correntes turísticas segmentada para conhecer essa riqueza da humanidade.

PESQUISA (fonte: Minas faz ciência)



Dinossauros


Senhores absolutos do planeta Terra, os dinossauros, extintos há 65 milhões de anos, ainda fazem muito sucesso e têm espaço garantido na mídia. "Dinossauro é palavra Mágica", diz o geólogo Luiz Carlos Borges Ribeiro, diretor do Centro de Pesquisas Paleontológicas Llewelyn Ivor Price, em Peirópolis-Uberaba, no Triângulo Mineiro, e coordenador da pesquisa que resultou na construção de uma réplica do maior dinossauro brasileiro, o Titanossauro. Inaugurada no dia 23 de março, é a maior do Brasil feita a partir de fósseis e está exposta no "Museu dos Dinossauros", anexo ao Centro. A réplica - em formato de painel tridimensional, com 12 metros de comprimento por três de altura - foi confeccionada com base em 90 fósseis encontrados em Peirópolis e mostra, com clareza, a massa muscular do animal, um diferencial importante e interessante em relação às convencionais, que normalmente se resumem aos elementos ósseos. Iniciativas como esta estão consolidando Peirópolis-Uberaba, um dos maiores e mais importantes sítios paleontológicos do Brasil, como centro de excelência na área da paleontologia de vertebrados, notadamente dinossauros. Um fato interessante e peculiar em Uberaba: milhões de anos após o sumiço, os dinossauros contribuem para o desenvolvimento econômico e social da comunidade de Peirópolis. Segundo o Prof. Luiz Carlos, os achados do Centro Price ultrapassaram os limites da importância científica. Os dinossauros se transformaram em atração turística, e deram origem a um núcleo regional de turismo, hoje a base econômica da comunidade de Peirópolis. Para ele, a pesquisa paleontológica é um elo entre a ciência e a comunidade, porque estimula o aspecto lúdico das pessoas, facilitando a disseminação dos conhecimentos científicos gerados a partir das pesquisas.



A pesquisa paleontológica repercute em várias áreas do conhecimento humano e permite ao homem de hoje entender um pouco mais o processo de evolução da vida. Os fósseis são importantes também na pesquisa de recursos minerais, como petróleo, datar as rochas, além de permitir uma melhor compreensão das questões paleoambientais, ou seja, ecossistemas do passado geológico, determinando também se a região foi um dia mar, rio, lago, deserto, entre outros ambientes. Surpreendente mesmo é a função social que os fósseis vêm desempenhando na região de Peirópolis. "Os fósseis nunca foram citados como elementos sociais", comenta o Prof. Luiz Carlos. Segundo o pesquisador, as cerca de 200 pessoas que vivem nos arredores do Centro de Pesquisas tinham como principal atividade econômica a exploração de calcário para a produção da cal, extinta há mais de duas décadas. Com a evidência do Centro, o local foi ganhando a simpatia de turistas curiosos para ver os achados, principalmente os que se referiam aos dinossauros. A comunidade percebeu o filão e hoje vive do "turismo paleontológico". Em Peirópolis, os turistas podem se hospedar na pousada e restaurante Vale dos Dinossauros e fazer um lanche na lanchonete Peirossauros, por exemplo, além, é claro, de visitar o Museu do Dinossauro. São diversas atividades econômicas, especialmente nos setores de serviços e no comércio de produtos artesanais, que giram em torno da magia dos dinossauros. Para o professor, os fósseis em Uberaba conquistaram uma nova aplicação e valor, que transcendem a importância científica." Os dinossauros são elementos imprescindíveis na revitalização sócio-econômico-cultural de comunidades locais portadoras de importantes depósitos fossilíferos", ele diz. O pesquisador acredita que o exemplo pode servir de inspiração para outras comunidades e até mesmo para evitar o tráfico de fósseis, segundo ele, bastante comum no Nordeste do Brasil. "Imagine se essa experiência fosse levada para a Chapada do Araripe, no Ceará, onde, é de conhecimento público, há o maior tráfico de fósseis do País", exemplifica. Segundo ele, esse tráfico é facilitado devido às precárias condições de vida da comunidade. Como os fósseis são cobiçados, acabam sendo facilmente vendidos para estrangeiros e rapidamente estão fora do Brasil, significando uma grande perda, no mínimo, para a pesquisa paleontológica brasileira.




A réplica






Após dez anos de escavações, a equipe de pesquisadores, coordenada pelo Prof. Luiz Carlos, conseguiu reunir centenas de ossos de Titanossauro, dos quais 90 foram utilizados na confecção da réplica, totalizando 40% do animal. A equipe optou por montar a réplica/painel, uma das mais completas do mundo, mostrando a metade esquerda de um dinossauro adulto, da ordem dos Saurópodos, da família dos Titanossauros, que habitaram há dezenas de milhões de anos a região do Triângulo Mineiro. Essa opção possibilitou uma cópia fidelíssima do exemplar, já que a maioria dos fósseis era exatamente a dos que compunham o lado esquerdo do animal. Os fósseis originais estão expostos junto com a réplica, construída em resina de poliéster e montada com colas especiais. A exibição em corte longitudinal possibilita também a visão sistêmica da anatomia óssea e muscular do dinossauro. O custo total do projeto foi de R$24mil, mas, destaca o pesquisador, foi a partir do apoio da FAPEMIG, de R$15 mil, que o projeto nasceu e ganhou força, e possibilitando o início de outra importante pesquisa, graças à descoberta fantástica de um crocodilo, com 80% de um mesmo indivíduo preservado, que talvez seja uma espécie inédita no mundo.




O crocodilo "Mesossúquio"




Durante o projeto "Escavações Paleontológicas em Peirópolis-Uberaba - MG", foi encontrado, em setembro do ano passado, um fóssil de crocodilo em excelente estado de preservação, com crânio completo, praticamente todos os elementos ósseos da coluna vertebral e apêndices locomotores. Os "Mesossúquios" são encontrados em rochas do período Cretáceo - intervalo de tempo geológico compreendido entre 141 e 65 milhões de anos - e têm grande importância científica porque revelam características únicas, não apresentadas nas espécies atuais, que possibilitam diversas inferências sobre os aspectos paleoambientais e paleoclimáticos, segundo o paleontólogo Ismar de Souza Carvalho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos assessores-técnicos do projeto.




O Centro de Pesquisas Paleontológicas Llewellyn Ivor Price




O paleontólogo Llewellyn Ivor Price foi atraído para Uberaba em meados dos anos 40, quando, por acaso, operários encontraram fragmentos ósseos de um dinossauro próximo à estação ferroviária Mangabeira, na região Norte da cidade de Uberaba. O gaúcho Ivor Price, que se especializara nos EUA, logo percebeu que ali se encontrava um grande sítio paleontológico e intensificou o trabalho, realizando escavações e estudando a fundo os achados. Os registros dos fósseis datam de 80 a 70 milhões de anos de idade. Os resultados eram descritos para a comunidade científica por meio dos diversos artigos publicados e contribuíram, de forma significativa, para o avanço do conhecimento da paleontologia no Brasil. Price permaneceu na região até 1974 e todo o material coletado nestes quase 30 anos de pesquisa encontra-se depositado na coleção do Departamento Nacional da Produção Mineral - DNPM -, no Rio de Janeiro. Para dar continuidade ao trabalho de Price, a prefeitura de Uberaba iniciou, em 1991, a implantação do Centro de Pesquisa L.I. Price, no bairro de Peirópolis, a 25km do centro de Uberaba, nas instalações da antiga estação ferroviária do vilarejo. O prédio foi totalmente reformado para abrigar os laboratórios, o alojamento dos pesquisadores, a administração e o Museu Paleontológico. O Centro Price é uma referência para pesquisadores do mundo inteiro. É o único do Brasil que mantém coletas sistemáticas anuais por cinco meses, de junho a novembro, no período da seca, quando a rocha pode ser escavada sem riscos de danificar os fósseis, o que pode acontecer na época das chuvas. Por meio dessa dinâmica, o Centro vem ampliando a sua coleção. No seu acervo fóssil estão depositadas mais de 1.500 peças. Depois de coletados, os fósseis são identificados, preparados e disponibilizados para estudos de pesquisadores brasileiros e estrangeiros. O Centro de Pesquisas e o Museu dos Dinossauros integram hoje a Fundação Municipal de Ensino Superior de Uberaba - FUMESU - e a Faculdade de Educação de Uberaba - FEU -, ambas subvencionadas pela municipalidade. As pesquisas são realizadas por meio de convênios de cooperação técnico-científica com algumas das maiores instituições de pesquisas nessa área. Uma das pesquisas realizadas atualmente está sendo feita em parceria com o Museu Argentino de Ciências Naturais e é sobre a distribuição geográfica dos dinossauros na América do Sul, com foco em Peirópolis e na região da Patagônia, na Argentina.





Ovos são atração no Museu dos Dinossauros





O que diferencia o Museu Paleontológico de Peirópolis dos demais é a característica dinâmica de sua exposição. Além dos tradicionais painéis, fotos, gravuras e textos explicativos, o Museu exibe os mais representativos fósseis dos diversos animais da fauna regional e acrescenta, a cada ano, informações atualizadas e exemplares fósseis inéditos produzidos pela equipe científica. Com quase nove anos de existência, o Museu recebeu cerca de 175 mil turistas brasileiros e estrangeiros, de 25 países. Entre os dinossauros - carnívoros e herbívoros -, os quelônios, os crocodilomorfos, os peixes, os moluscos, os ostrácodos e os fósseis de plantas, os ovos de dinossauros são os que mais despertam a atenção dos visitantes do Museu. O primeiro ovo de dinossauro da América Latina foi descoberto em1947, na região da estação Mangabeira, ao Norte de Uberaba. Em 1951, Price descreveu o achado inédito para a comunidade científica. De lá para cá, foram registradas mais duas descobertas, sendo a última em 1999, projetando Uberaba como a região do país em que foram encontrados os únicos ovos completos. Quem nunca viu um ovo de dinossauro, na maioria das vezes, imagina um ovo proporcional ao animal. Em uma rápida enquete com leigos, as respostas foram surpreendentes e engraçadas. A mais exagerada foi a de um rapaz que imaginava o ovo "do tamanho de um fusquinha". Os mais modestos o comparavam a um ovo de páscoa gigante. Na realidade, o ovo de dinossauro é menor do que o de avestruz, como mostra a foto.
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2 de dez. de 2008

1 de dez. de 2008

TIETÊ – PARANÁ : A HIDROVIA DO TURISMO

Desde a década de 90, a Diretoria de Hidrovias e Desenvolvimento Regional da CESP – Companhia Energética de São Paulo, concluiu um Macroplano turístico da Hidrovia Tietê-Paraná. O estudo teve por finalidade contribuir com as Prefeituras, órgãos oficiais de turismo, instituições, empresas, enfim, com um público interessado em introduzir um novo perfil à área de influência da mesma de forma planejada e que garanta melhores condições de vida às comunidades.
Em função da estrutura urbana, de transportes e serviços, da potencialidade econômica e atrações naturais, algumas regiões da área de influência da hidrovia Tietê-Paraná apresentam condições privilegiadas para o aproveitamento turístico. São os denominados pólos potenciais de turismo identificados no estudo em número de dezoito à saber: Piracicaba/São Pedro, Conchas/Anhembi,Rio Bonito, Barra Bonita/Igaraçu do Tietê, Jaú – Rodovia SP-225 – Jaú-Baurú, Ibitinfa, Ribeirão Fartura/Ribeir]ao Dourado/Ribeirão Barra Mansa, Salto do Avanhandava, Ribeirão/Ponte Nova e Coroados, Araçatuba. Região de Urubupungá, Região de Santa Fé do Sul/Rubinéia/Três Fronteiras, Região de São Simão, Presidente Epitácio/Panorama/Bataguassu, Rosana, Guairá, Foz do Iguaçu e Água Vermelha.
Os produtos turísticos disponíveis nos rios Tietê e Paraná estão voltados ao lazer integrado com a natureza, a fatos históricos ligados aos bandeirantes e também ao progresso paulista, do sudeste e centro-oeste brasileiro, sustentando o desenvolvimento e implantando o parque hidrelétrico que compreenderá uma sucessão de dez reservatórios, navegação, irrigação e demais usos da água. Esses rios levam em seu caudal a história de uma Nação, ingrediente necessário ao turismo moderno. São 2.400 km de estirões navegáveis. 6.000 km de margens, inclusive lacustres, mais de 200 municípios e de 25 milhões de pessoas com renda per capita das mais altas do Brasil.
O turismo na Hidrovia Tietê-Paraná está baseado em três premissas: para o investidor é garantia de retorno líquido e certo; para o turista representa momentos de lazer, emoção e descontração e, para o Governo, é a garantia de geração de empregos, desenvolvimento regional e melhor qualidade de vida para o homem do interior. Ao longo da hidrovia encontram-se inúmeras opções como turismo ecológico, hidroturismo, turismo cultural,, de eventos, além de festas regionais, pesca, agroturismo, esportes, podendo contar com uma estrutura hoteleira da mais simples à mais sofisticada, enfim, turismo para todos os bolsos e gostos.
Esta matéria de minha autoria, foi publicada no ABRAJET News edição de abril/maio/junho de 1994. Com o titulo “Um brilhante futuro turístico” o Jornal do Turismo de São José do Rio Preto publicou na edição de julho de 94 em página dupla com fotos coloridas e chamada na primeira página Hidrovia Tietê Paraná com foto colorida matéria deste jornalista.
A matéria está para discussão, ainda mais por iniciar uma nova Legislatura de Prefeitos que querem o desenvolvimento turístico sustentável em suas cidades. O ODTUR – o blog do turismo está às ordem.
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