30 de ago. de 2008

STRAMA PRIORIZA TURISMO PATICIPATIVO

Participação foi a tônica do Programa da Coligação Itanhaem de Verdade, que tem como candidato a Prefeito Marcelo Strama - PSB 40. O turismo foi tratado como priortário, dentro da ótica do Desenvolvimento Sustentavel. Este jornalista e consultor de turismo, foi um dos participantes. Eleito, Strama se guiará pelo Plano de Ação gestado no coletivo. Abaixo uma parte da introdução e o capítulo específico. Na íntegra www.strama40.can.br

Com a visão orientada pelo pensamento de que o progresso reside nas pessoas, foi projetado o programa de educação, saúde, cultura, meio ambiente, desenvolvimento econômico, segurança, turismo, esporte e lazer, habitação, promoção social e modernização da Administração Pública, que não se convertem apenas em “programa de governo”, mas sim em metas de Marcelo Strama Prefeito.

VII. TURISMO DE VERDADE
No Governo Marcelo Strama o turismo será encarado como um importante fator de geração e distribuição de renda e de inclusão social.

VII.1. Medidas gerais a serem adotadas:
VII.1.a) resgatar a imagem da cidade;
VII.1.b) aprimorar o desempenho/atuação do Conselho Turístico;
VII.1.c) estruturar a rede hoteleira, inclusive com a criação de centro de convenções;
VII.1.d) firmar parcerias entre o poder público e o setor privado e entidades afins, incrementando o turismo de negócios;
VII.1.e) aproveitar o potencial ecológico da cidade, desenvolvendo políticas de fomento a esse tipo específico de turismo;
VII.1.f) criar um calendário permanente de eventos turísticos;
VII.1.g) criar um site na Internet, com informações dirigidas aos turistas, em especial estrangeiros, como mecanismo de fomento ao turismo ecológico;
VII.1.h) revitalizar o centro histórico da cidade, visando à sua valorização e aproveitamento turístico;
VII.1.i) criar parcerias com empresas, instituições de ensino e entidades em geral visando ao intercâmbio turístico;
VII.1.j) estabelecer um programa de turismo, com especial destaque à preparação de guias e monitores;
VII.1.l) desenvolver um plano aeroviário e ferroviário;
VII.1.m) desenvolver um plano de turismo metropolitano e regional;
VII.1.n) estimular a atividade turística em períodos de baixa freqüência turística, minimizando os efeitos da sazonalidade;
VII.1.o) conscientizar a comunidade sobre a importância do turismo para a cidade;
VII.1.p) sinalizar os equipamentos turísticos da cidade e também as vias de acesso.

VII.2. Segmentos prioritários de turismo:
VII.2.a) terceira idade;
VII.2.b) histórico-cultural;
VII.2.c) gastronômico;
VII.2.d) de negócios;
VII.2.e) de eventos;
VII.2.f) de lazer;
VII.2.g) gastronômico.

VII.3. Segmentos relevantes a serem explorados:
VII.3.a) turismo náutico;
VII.3.b) turismo ecológico;
VII.3.c) turismo esportivo;
VII.3.d) turismo de aventura;
VII.3.e) pesca esportiva.
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28 de ago. de 2008

16 de ago. de 2008

TEOROMETRIA; SOLTEIRAS(OS) E FATURAMENTO

O brasileiro é empreendedor, intuitivo, criativo, mas um número enorme de micros, pequenas e médias empresas sucumbem em curto espaço de tempo. Será que a teorometria e a econometria podem nos ajudar, ou é bobagem esse negócio de estudos, pesquisas levantamentos de dados, análises econômicas, macroeconômicas, microeconômicas, opinião das pessoas, tendências, modismos, análises conjunturais, análises setoriais, índices de bolsas, classes sociais, inclusão social, crédito, juros, dólar, taxa Selic, PIB-Produto Interno Bruto, índices de crescimento para nosso negócio ?O termo é grego theoros; viajante que buscava conhecer lugares e pessoas; faz parte da estatística matemática sobre a economia – é teoria e observação, possibilita fomentar os instrumentos de compreensão e gestão. Há vários modelos; projeção de tendências, estruturais univariadas, auto-regressivas, ARMA entre outros. Nos causais temos: univariados, auto-regressão, multivariados , qualitativos, defasagem distribuída, auto regressivos, estruturais multivariados de séries temporais, enfim as estatísticas são úteis à gestão pública e privada. Criam: precisão, operacionalidade e ampla abordagem dos fluxos, bens, serviços; ajudando a atuar de forma mais profissional, responsável e eficiente.Voce sabia que mulheres jovens se interessam pelo turismo doméstico ? Conclusão de levantamento realizado no terceiro Salão do Turismo-2008 por Saulo Rocha da FGV : 63,3%. –ecoturismo e turismo cultural, são os preferidos.. A Internet aparece como principal fonte de informação e a grande maioria diz viajar duas vezes ao ano. Os(as) solteiros(as), começam a ser alvo de cobiça. Explico: movimentam só em São Paulo seis bilhões por mês. Os homens são 52% e as mulheres 48%. 44% estão entre 18 e 24 anos, 30% vão de 25 à 34; já os de 35 à 44 anos somam 14% e daí até 54 totalizam 12%. Estão na classe A 10%, na B 33%, C representa 44% e D 13%.Entre os itens de lazer estão: praticar surf e esportes radicais, museus e exposições, viajar nos fins de semana, praia, caminhar, danceterias, jantar fora, assistir futebol em estádios entre outros. A cidade de Salvador possui 45% dos maiores de 18 anos solteiros (2007), depois vem Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e São José dos Pinhais, Porto Alegre . Na cidade de São Paulo na região da República existem 28.029 solteiros(as) e a renda média é de R$2.561. Já na zona sul da cidade em Grajaú, são 54.559 mulheres solteiras. E o que tudo indica muitos dos milhões da classe C, estão indo dançar tango em Buenos Aires.O Banco Mundial calcula uma explosão da classe media nos próximos 22 anos, de mais de 1,1 bilhão de pessoas e o item turismo certamente fará parte do cardápio.Temos que olhar para a teorometria e prepararmos nosso receptivo, pois Rússia, China, Índia, África do Sul, Indonésia, México, Turquia estão emergindo economicamente e o Brasil idem, o que fará do dia do Solteiro(a) uma grande festa no dia 15 de Agosto e um enorme consumo nos outros 364 dias do ano. Vamos por na nossa administração , gestão, o hábito de estar sempre grudados nas pesquisas, pois com classe média, solteiros, casados, emergentes, teremos nosso empreendimento rendendo.
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10 de ago. de 2008

TURISMO DE NEGÓCIOS; LOGÍSTICA E MARKETING

O importante filão do turismo de negócios, precisa estar estruturado em amplo planejamento, rígidos controles e ampla integração entre os atores, visando a otimização dos serviços e produtos oferecidos e a máxima satisfação do cliente; ampliando assim receitas, mídias e reduzindo a sazonalidade nos núcleos receptores, centros de eventos e feiras, hotéis e daí por diante. É um trabalho de equipe e às vezes de longa duração. Essa logística e marketing precisam objetivar a mais ampla qualidade nos serviços, aumento, diversificação e geração de fluxos de curto, médio e longo prazo.
Na logística é necessário ter-se dados completos, precisos e diversificados com todo tipo de informação e detalhamentos técnicos da infra-estrutura urbana e regional – aeroportos, portos, rodovias, segurança, saúde, legislação, entre outros. Já na estrutura turística, a quantidade de leitos e sua diversificação, preços, tarifas, normas de reservas, equipamentos, capacidade de todos os locais para eventos, feiras, shows, rodeios, sem se descuidar dos levantamentos dos serviços de transporte, equipamentos diversos, tradução, qualidade, quantidade e diversidade da mão-de-obra local e regional, passando pelos serviços indiretos, auxiliares e complementares.
Nossa preocupação também quanto às estatísticas qualitativas e quantitativas, banco de dados, fotos, mapas, material promocional. Uma ampla varredura no potencial de compras, entretenimentos, vida noturna, cultural, esportiva e toda a estruturação do receptivo, mormente quanto aos roteiros nas 24 horas do dia e todos os dias , passando pelas possibilidades regionais. A preocupação com treinamento e reciclagem deve ser uma constante; a análise de calendários de outros núcleos receptores , com seus preços, vantagens, serviços, aspectos diferenciais, diversificação de oferta de serviços, bens e serviços.
A comercialização, tem inicio com os resultados tabulados e a prospecção de eventos, sejam no âmbito estadual, nacional ou internacional, proporcionais ao potencial receptivo. Vários instrumentos estão disponíveis como viagens de familiarização, viagens técnicas, ações integradas em eventos diversos, ações segmentadas visando nichos específicos de mercado, entrando também a capacidade criativa da propaganda, através de peças publicitárias diversas, anúncios em mídias as mais diversificadas, o aproveitamento da Internet e espraiando-se através de planos de ações calcados nas relações públicas, voltadas à sensibilização de formadores de opinião e junto à quem decide. É um ciclo virtuoso, continuo, complexo, mas altamente lucrativo.
Otavio Demasi – consultor de turismo - jornalista Mtb 32548 –
odtur@ig.com.br - 11 55485105 - 89785882
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2 de ago. de 2008

Lei Seca, turismo e criatividade

Esperneiam os publicitários, eles esquecem que com seus apelos emocionais, induzem o aumento de milhares de beberrões e de fumantes . Berram os representantes de entidades pela diminuição do movimento econômico dos seus associados, relegando os possíveis acidentes, acontecerem após consumo alcoólico nos estabelecimentos de seus representados. Os garçons, via Sindicato apresentam a cifra de 15% de demitidos. A própria indústria de bebidas chora pela baixa do faturamento, deixando de comemorar a diminuição de acidentes. E a justiça, já concedeu alvará para que algumas pessoas bebam à vontade e deixem de ser molestadas pelo bafômetro.
Nesse vale tudo pelo consumo, vemos nos bastidores, a grande imprensa, sempre recheada de belos anúncios, chiarem e espernearem, pela queda do faturamento. Os garotos e garotas propaganda que aparecem nos comerciais, ávidos em rechearem o bolso e vazios no conteúdo social do problema, acham que a tal da lei seca é um ultraje à liberdade individual. Mas as estatísticas estão provando que diminuiu e em muito as mortes, os acidentes nas estradas, nas cidades e principalmente os(as) imprudentes motoristas, sabendo que etilicamente “altos(as)” , terão sanções severas; já tomam mais cuidados.
Pelas estatísticas, matérias em geral, movimento nos aeroportos, rodoviárias, estradas, faturamento de agencias, calendário de eventos, pouquíssimo abalo adveio pela lei seca. O consumo de bebidas alcoólicas nos estabelecimentos comerciais de qualquer gênero ou porte, deve merecer pelos proprietários, gerentes, administradores, após o estabelecimento da lei, uma mudança radical na prestação de serviços, que vai desde a diversificação do consumo de alimentos, a elaboração de novos drinques, com menor dosagem alcoólica, até e aí é o fundamental, serviços que permitam à ou ao beberão, gastarem à vontade e mais ainda, por raiva da lei seca, chegarem e voltarem ao seu destino sem um arranhão e primordialmente, sem colocarem a vida de terceiros em risco, inclusive cobrando pela ida e volta dos(as) mesmos(as).
Cabe às entidades representativas juntarem por região, bairro, cidade os empresários e também os fabricantes e ou seus representantes para tomarem decisões colegiadas, visando maneiras, investimentos que amparem e cuidem dos seus consumidores, pois essas atitudes em muito melhorarão a imagem social de tais segmentos, que hoje se isentam pelos acidentes e até mortes , após, a ingestão de bebida alcoólica. Talvez coubesse revogar a lei e criar um fundo nacional pago pelos empresários ligados direta ou indiretamente ao consumo de bebidas alcoólicas, visando todo o custeio por acidentes e mortes por ingestão abusiva de bebidas.
Os viajantes; turistas, que vão provar a boa cachaça, degustar o bom vinho, provar os saborosos licores, seja no país ou no mundo, estão movimentando a economia, mas possuem toda uma retaguarda de serviços pagos e assim não causam acidentes. Vamos seguir os bons exemplos e continuar faturando e oferecendo o melhor aos nossos clientes e gerando mais empregos.
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1 de ago. de 2008

Cadeia Produtiva do Turismo no Litoral do Paraná

O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES), em parceria com a Secretaria de Estado do Turismo (SETU), divulgou no mês de julho estudo sobre a Cadeia Produtiva do Turismo no Litoral. A pesquisa se insere no Plano Plurianual de turismo para o período de 2008-2011 que traz como novidade, a implantação de sistemas de monitoramento e avaliação da atividade turística a partir de indicadores. O estudo visa orientar os agentes públicos e privados que atuam no setor, além de disponibilizar informações para empreendedores, pesquisadores e a sociedade em geral. Neste sentido a pesquisa já constitui um importante subsidio à formatação de indicadores para a região de Paranaguá/Ilha do Mel, que foi eleito como um dos 65 destinos do Brasil indutores pelo Ministério do Turismo. “Nosso esforço foi compreender a dinâmica da oferta turística na região, bem como analisar o seu nível de competitividade”, informou o coordenador do estudo, Marino Lacay. A região turística do Litoral no Paraná tem seu pólo econômico em Paranaguá, cuja economia está fortemente vinculada às atividades portuárias. Outro carro chefe está na atividade de hotéis, pousadas e serviços de alimentação que estão localizados nas cidades que oferecem sol e praia, como Paranaguá-Ilha do Mel, Matinhos, Guaratuba e Pontal do Paraná. Há também um terceiro grupo que se sustenta com o desenvolvimento do turismo gastronômico e de patrimônio histórico, situada no eixo de Morretes, Antonina e Paranaguá. De outro lado, duas novas frentes começam a despontar na região, uma ligada ao turismo religioso e outra nas atividades voltadas ao turismo em áreas naturais, ou ecoturismo. A pesquisa constatou que na região predominam os micro e pequenos estabelecimentos turísticos. Apesar da maioria dos funcionários levantados pela pesquisa possuírem contratos formais de trabalho, mais da metade das empresas entrevistadas admitiu contratar mão-de-obra temporária. Quanto ao perfil do trabalhador, a maioria possuí ensino fundamental completo e predomina a mão-de-obra feminina. A falta de capacitação da mão-de-obra foi um dos problemas encontrados na atividade. Os empresários entendem que, uma vez capacitada, a mão-de-obra pode vir a exigir melhores salários ou até mesmo procurar outro emprego. Isso leva a considerarem a capacitação como de responsabilidade exclusiva do governo (municipal, estadual ou federal). A presença do Estado, aliás, é reivindicada como um elemento salvador da situação em todos os níveis.O estudo detectou algumas debilidades do setor turístico na região, entre as quais podem ser apontadas: a lenta apropriação de processos de inovação tecnológica nas áreas de gestão, informação e comunicação, a ausência de projetos de investimentos para ampliação e melhorias dos negócios, o pouco uso de linhas de crédito e financiamentos e a baixa qualificação da mão-de-obra. Também não é disseminada uma cultura empresarial de parcerias e ações cooperadas entre os empresários com o intuito de superar os entraves que se interpõem ao desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Turismo e à organização de arranjos produtivos locais. “Enquanto as microempresas de ponta do mercado turístico do Litoral brasileiro mantêm comportamento mais globalizado e usufruem de processos modernos de informação e comunicação, as empresas locais ainda fazem pouco uso dos recursos oferecidos pela Internet”, citou Marino Lacay. Foram pesquisadas as oito atividades consideradas pelo Ministério do Turismo como caraterísticas: meios de hospedagem, serviços de alimentação, transporte rodoviário de passageiros e aluguel de automóveis, agências de turismo e, as atividades recreativas culturais e desportivas, que compõem atrativos naturais, adaptados, planejados, culturais, históricos e religiosos, esportivos e de lazer, segundo a classificação das atividades econômicas utilizadas pelo IBGE. A íntegra do relatório está disponível no site do IPARDES (www.ipardes.gov.br/webisis.docs/Turismo_Litoral_Parana.pdf). Até o final do ano será divulgado o relatório referente ao Estado do Paraná para que as regiões possam contar com informações de planejamento para a atividade.
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